Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’ – – –
TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas – – –
TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio – – –
Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises” – – –
Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia) – – –
Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ – – –
Ministério Público reforça o Pena Justa e vai ajudar a levar centrais de vagas a todo o país – – –
AGU cria força-tarefa para acompanhar investigações sobre incêndio na UFPE e dar suporte à universidade – – –
“Não pode haver reforma contra o Poder Judiciário, mas sim com o Poder Judiciário”, diz ministro Fachin – – –
TSE manda retirar vídeos de Lula e Janja sobre cortes em programas sociais atribuídos a Flávio Bolsonaro – – –

MPTCU pede bloqueio de salários de Bolsonaro e outros 24 militares

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, encaminhou representação ao presidente do tribunal, ministro Bruno Dantas, com pedido de suspensão das remunerações de 25 militares indiciados pela Polícia Federal por envolvimento no plano golpista que previa as execuções do então candidato eleito Luiz Inácio Lula da Silva, do vice eleito Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A lista inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Na representação, Furtado destaca a ligação direta entre os atos golpistas de 2022 e as depredações das sedes dos Três Poderes, ocorridas em 8 de janeiro de 2023. Por esse motivo, pede também o bloqueio de bens de todos os 37 indiciados, no montante de R$ 56 milhões, valor estimado dos prejuízos causados pelos atos golpistas.

No documento, o subprocurador requer também que a medida cautelar se estenda a outros indiciados que recebam remuneração ou salários com recursos dos cofres públicos federais, inclusive do Fundo Partidário. Segundo ele, a questão envolve a moralidade pública. 

“A meu ver, não se mostra razoável e legítimo que o Estado continue a dispender valiosos recursos públicos com o pagamento de régias remunerações a esses indivíduos agora indiciados por esses graves crimes, que podem somar penas privativas de liberdade de até vinte e oito anos”, afirmou. 

Furtado destacou que “o Estado está despendendo recursos públicos com a remuneração de agentes que tramaram a destruição desse próprio Estado, para instaurar uma ditadura.” Ele ressaltou, ainda, o impacto moral e financeiro dessas remunerações, que totalizariam cerca de R$ 8,8 milhões por ano apenas para os militares indiciados.

Por fim, Furtado requereu ao Supremo Tribunal Federal o compartilhamento da íntegra do relatório de indiciamento produzido pela Polícia Federal.

Autor

Leia mais

Ministro Gilmar Mendes, decano do STF, durante sessão da Corte

Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’

Há 3 dias

TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas

Há 3 dias

TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio

Há 3 dias
Fachin na cadeira de presidente do STF no plenário da corte

Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises”

Há 3 dias
Ministra Carmen Lúcia, do STF

Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia)

Há 3 dias
Sessão da Corte Especial do STJ

Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ

Há 3 dias