Corregedor eleitoral nega pedido de Flávio para suspender canais do governo – – –
STF mantém regras de organização da Polícia Penal de São Paulo – – –
Presidente do TSE dá 24 horas à Meta para apresentar relatório técnico sobre canal ‘Exército do Lula’ – – –
TST aumenta 6x a indenização para gestante obrigada a vomitar em lata de lixo – – –
Médico condenado por ofensas a colega em denúncia ao conselho deve pagar R$ 3 mil – – –
Campanhas de Lula e Flávio entregam petição conjunta ao TSE para quebra de sigilos – – –
STF retoma julgamento sobre acesso a dados sigilosos em investigações criminais – – –
Após 240 dias de impasse, CNJ anula recusa e determina promoção no TJRN – – –
INSS não pode usar robôs para negar benefício sem permitir novas provas, decide STJ – – –
JF aceita denúncia e torna réus 12 integrantes da Voepass por acidente que matou 62 pessoas – – –
Fachada do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul

Desembargadora do RS desconhece ordem do STF e segue com processo de pejotização

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A desembargadora Vânia Maria Cunha Mattos, do TRT da 4ª Região (RS), deu prosseguimento a ações trabalhistas sobre pejotização, mesmo com ordem do STF de suspender todos os processos sobre o assunto. A decisão monocrática defende autonomia da Justiça do Trabalho.

O ministro Gilmar Mendes havia determinado suspensão nacional de processos que tratam de pejotização, dentro do Tema 1.389 da Repercussão Geral. O tema discute se a Justiça do Trabalho pode julgar casos de suspeita de fraude em contratos de prestação de serviço.

Quebra de hierarquia judicial

O trabalhador recorreu com mandado de segurança, alegando violação ao direito de processo em tempo razoável. A desembargadora concordou e decidiu que as ações voltem a tramitar normalmente, contrariando determinação do STF.

“A tentativa de redução da competência da Justiça do Trabalho viola frontalmente a Constituição Federal. A Justiça do Trabalho é a única a quem cabe julgar conflitos entre capital e trabalho”, assinalou a magistrada.

Especialistas criticaram o posicionamento. O jurista Lenio Luiz Streck destacou que “não há espaço no sistema brasileiro para desobediência deliberada a ordem do STF”. O professor Georges Abboud afirmou que o descumprimento contribui para quebra da coesão do Judiciário.

A resistência de magistrados gaúchos tem se intensificado pela defesa da autonomia em decidir sobre pejotização e outros temas trabalhistas.

Autor

Leia mais

Ministro e corregedor-geral da Justiça Eleitoral Ricardo Villas Boas Cuêva, do TSE, durante sessão

Corregedor eleitoral nega pedido de Flávio para suspender canais do governo

Há 16 minutos

STF mantém regras de organização da Polícia Penal de São Paulo

Há 19 minutos
Presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, durante sessão

Presidente do TSE dá 24 horas à Meta para apresentar relatório técnico sobre canal ‘Exército do Lula’

Há 35 minutos

TST aumenta 6x a indenização para gestante obrigada a vomitar em lata de lixo

Há 38 minutos

Médico condenado por ofensas a colega em denúncia ao conselho deve pagar R$ 3 mil

Há 45 minutos
Presidente Lula e senador Flávio Bolsonaro, presidenciáveis das eleições 2026

Campanhas de Lula e Flávio entregam petição conjunta ao TSE para quebra de sigilos

Há 1 hora