Dino determina revisão de regras da CVM após citar caso Master – – –
STF ratifica condenação de Eduardo Bolsonaro por coação processual – – –
Para ministro Gilmar Mendes, do STF, reajuste do Bolsa Família não fere regras eleitorais – – –
Banco não pode rescindir conta corrente sem aviso prévio, decide TJSP – – –
Aposentados que votarem nas eleições ficarão liberados de fazer prova de vida do INSS – – –
Justiça Federal do DF bloqueia acesso a seis sites que vendiam diplomas e certificados falsos – – –
Pangarés, pero no mucho! – – –
TJDFT mantém condenação de construtora por desabamento de muro de arrimo – – –
TJDFT nega indenização a vítima de deepfake em caso ocorrido antes da decisão do STF sobre o tema – – –
Moraes determina que defesa informe data de exame de sangue de Bolsonaro – – –
Juliana Marins

AGU aceita pedido de nova autópsia em corpo de Juliana Marins, morta na Indonésia

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Da redação

Advocacia-Geral da União (AGU) informou à 7ª Vara Federal de Niterói, nesta segunda-feira (30), que vai cumprir voluntariamente pedido de nova autópsia no corpo de Juliana Marins, brasileira que morreu ao escalar um vulcão na Indonésia, no dia 21 de junho. O pedido foi feito pela Defensoria Pública da União (DPU) e, segundo a decisão da AGU, o corpo passará pelo novo exame assim que chegar ao Brasil nesta terça-feira (1º/7).

Os interesses da família da jovem são representados pela DPU, que solicitou novo exame após dúvidas geradas pela certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia. O documento oficial não esclareceu o momento da morte após queda em trilha do vulcão Rinjani. Conforme a DPU, a necrópsia deve ocorrer em até seis horas após a aterrisagem em território nacional para garantir a preservação de evidências.

Inconsistências no laudo oficial geram pedido de reexame

Os interesses da família de Juliana Marins são representados pela DPU, que solicitou o novo exame após dúvidas geradas pela certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia. O documento oficial não esclareceu adequadamente o momento exato da morte após a queda na trilha do vulcão Rinjani, deixando lacunas importantes sobre as circunstâncias do falecimento.

Conforme orientação da DPU, a necrópsia deve ocorrer em até seis horas após a aterrisagem em território nacional para garantir a preservação de evidências cruciais para a investigação. Esse prazo é fundamental para que os peritos brasileiros possam realizar análises forenses precisas e esclarecer as dúvidas que permanecem sobre o caso.

A solicitação da nova autópsia reflete a necessidade de garantir que todas as questões técnicas e legais sejam adequadamente investigadas, proporcionando às autoridades brasileiras elementos suficientes para eventual responsabilização internacional e oferecendo à família respostas definitivas sobre as circunstâncias da morte.

Controvérsia sobre momento da morte alimenta suspeitas de omissão

A principal controvérsia em torno da morte de Juliana Marins está centrada na possível omissão de socorro por parte das autoridades indonésias, situação que poderá levar à responsabilização civil e criminal. Após comoção mundial, o corpo foi retirado das imediações do vulcão Rinjani somente na terça-feira (24/6), três dias após o acidente inicial.

A primeira autópsia foi realizada na quinta-feira (26/6) em um hospital na ilha de Bali, quando o legista responsável declarou que o falecimento teria ocorrido logo após a queda da jovem, ainda no sábado (21/6), devido a um forte traumatismo craniano. Essa conclusão oficial, no entanto, contrasta com outras evidências disponíveis sobre o caso.

Por outro lado, imagens captadas por drones de turistas sugerem que Juliana tenha resistido ao acidente inicial e permanecido viva por dias aguardando pelo resgate que nunca chegou a tempo. Essa discrepância entre o laudo oficial e as evidências visuais alimenta suspeitas sobre a condução do resgate pelas autoridades locais.

Autor

Leia mais

Rosto do Ministro Flávio Dino com cara de raiva

Dino determina revisão de regras da CVM após citar caso Master

Há 2 horas

STF ratifica condenação de Eduardo Bolsonaro por coação processual

Há 3 dias
Ministro Gilmar Mendes, do STF

Para ministro Gilmar Mendes, do STF, reajuste do Bolsa Família não fere regras eleitorais

Há 3 dias
Balança da Justiça, Martelo da Justiça e código

Banco não pode rescindir conta corrente sem aviso prévio, decide TJSP

Há 3 dias
Idoso votando dentro de uma cabine de votação

Aposentados que votarem nas eleições ficarão liberados de fazer prova de vida do INSS

Há 3 dias
Diplomas falsos

Justiça Federal do DF bloqueia acesso a seis sites que vendiam diplomas e certificados falsos

Há 3 dias