Executivo formalizou nesta segunda-feira (21) demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da PF – – –
Flávio Dino mantém decreto de MG que proíbe publicidade de bets em bens públicos e eventos do estado – – –
TST adia julgamento de dissídio sobre greve dos Correios – – –
Integração de serviços é essencial para prevenir feminicídios, apontam especialistas – – –
Governo considera ‘insuficiente’ proposta de acordo da Discord e reitera decisão urgente sobre a plataforma  – – –
Funcionários da Caixa votam proposta que pode encerrar greve nesta segunda (21) – – –
Investigação revela disputa interna na Máfia do ICMS entre operadores do esquema em SP – – –
Confusão em júri termina com promotor no chão e julgamento suspenso – – –
STJ valida gravação em departamento jurídico e delimita alcance do sigilo da advocacia – – –
Deltan segue candidato, mas TSE o impede de fazer campanha – – –
Logo do CNJ na fachada da sede do conselho

STF recebe inscrições até 12 de setembro para vagas de representantes estaduais no CNJ

Há 1 ano
Atualizado segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Da Redação

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu o processo para escolha de dois representantes da magistratura estadual no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As inscrições seguem até o próximo dia 12 de setembro e são voltadas a desembargadores e juízes estaduais que desejam disputar um assento em um dos mais estratégicos órgãos de controle do Judiciário brasileiro.

As vagas se referem ao biênio 2023/2025 e foram abertas em razão do fim dos mandatos atuais em 1º de fevereiro de 2026. O CNJ é responsável por fiscalizar a atuação administrativa e financeira da Justiça e, por isso, os conselheiros têm papel direto na definição de políticas judiciárias e na padronização de práticas em todo o país.

O edital já foi publicado no Diário de Justiça Eletrônico com assinatura do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso. O documento estabelece as regras da seleção conforme a Resolução STF nº 503/2013, que disciplina a escolha dos nomes.

Representatividade estadual no órgão de controle

As duas vagas abertas são exclusivas para a magistratura estadual: uma destinada a desembargador ou desembargadora de Tribunal de Justiça e outra para juiz ou juíza de primeira instância. A ideia é assegurar que tanto a cúpula dos TJs quanto a base da Justiça estadual tenham assento nas discussões do CNJ.

Essa composição é determinada pelo artigo 103-B da Constituição Federal, que prevê a pluralidade de representantes de diferentes ramos do Judiciário dentro do Conselho. No caso da magistratura estadual, a indicação final cabe ao próprio STF, após análise das candidaturas inscritas.

Na prática, o órgão funciona como um espaço onde a Justiça estadual consegue apresentar demandas e participar de decisões que impactam diretamente sua rotina, como distribuição de recursos, programas de modernização tecnológica e diretrizes para tribunais de todo o Brasil.

Função estratégica e prestígio institucional

Assumir uma cadeira no CNJ vai além da visibilidade institucional. Os conselheiros têm direito a voto em processos administrativos que envolvem tribunais, magistrados e políticas públicas para o Judiciário. É um posto que garante influência política e técnica na formulação de medidas nacionais.

Além disso, a função reforça o prestígio na carreira. Magistrados que chegam ao CNJ costumam ampliar sua projeção no meio jurídico e acadêmico, acumulando experiência em um espaço de alta relevância para o sistema de Justiça. O órgão também é frequentemente lembrado como espaço de articulação entre tribunais, sociedade civil e órgãos de controle.

Outro atrativo é a possibilidade de atuar em decisões que ultrapassam os limites locais e passam a ter impacto direto em todo o território nacional. Questões como padronização de procedimentos eletrônicos, definição de metas de produtividade e fiscalização do uso de recursos orçamentários passam pelo crivo do Conselho.

Prazos e próximos passos da escolha

Os interessados devem formalizar a inscrição até 12 de setembro, enviando a documentação exigida no edital. Após o encerramento do prazo, caberá ao STF analisar os nomes apresentados e, em seguida, deliberar sobre os indicados.

O processo ocorre de forma pública e segue o rito previsto na resolução interna da Corte. Entre os critérios avaliados estão a trajetória profissional, a experiência na magistratura e a capacidade de contribuir para as funções do Conselho.

Com a proximidade do fim do prazo, aumenta a movimentação nos tribunais estaduais para lançar candidatos. A expectativa é de que a disputa seja acirrada, já que ocupar uma das cadeiras no CNJ significa exercer um dos cargos mais relevantes e cobiçados do Judiciário.

Autor

Leia mais

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e ex-servidor da PF

Executivo formalizou nesta segunda-feira (21) demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da PF

Há 54 minutos

Flávio Dino mantém decreto de MG que proíbe publicidade de bets em bens públicos e eventos do estado

Há 1 hora
nome dos correios em camisa de trabalhador da empresa

TST adia julgamento de dissídio sobre greve dos Correios

Há 1 hora

Integração de serviços é essencial para prevenir feminicídios, apontam especialistas

Há 2 horas
Mãos segurando celular cuja tela tem na frente a plataforma Discord aberta

Governo considera ‘insuficiente’ proposta de acordo da Discord e reitera decisão urgente sobre a plataforma 

Há 3 horas

Funcionários da Caixa votam proposta que pode encerrar greve nesta segunda (21)

Há 3 horas