Facebook é condenado pelo TJMG por omissão durante invasão de perfil de usuária – – –
TJSP nega recurso de pai e irmã de Vorcaro que pleiteavam o fim de restrições patrimoniais contra eles – – –
Tribunal derruba decreto municipal que permitia mais barulho em obras de SP – – –
Supermercado terá de pagar R$ 20 mil a consumidora atropelada por empilhadeira – – –
Benedito Gonçalves é aprovado pelo Senado para comandar corregedoria do CNJ – – –
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal para 16 anos – – –
STF retoma julgamento sobre responsabilidade de plataformas digitais por conteúdo de terceiros – – –
Justiça de SC aceita denúncia e torna ré mulher que se passou por menina de 11 anos para enganar família – – –
Justiça de SP mantém condenação de homem que zombou da morte de neto de Lula – – –
TST isenta Santander de indenizar bancária por ausência de porta giratória em agência – – –
Educafro pede para participar de ação de estilista negra contra cantora Anitta por violação de direitos autorais  – – –
Senado aprova proteção a trabalhadores resgatados de trabalho escravo, incluindo domésticos; Só falta a sanção do Presidente Lula – – –
TCU aprova contas de Lula em 2025 com ressalvas sobre dívida e renúncias fiscais – – –
Câmara do DF aprova empréstimo de R$ 6,6 bilhões para cobrir rombo do BRB com o Master – – –
Decreto regulamenta segurança privada e amplia exigências para bancos e vigilantes – – –
AGU regulamenta comunicação obrigatória de cessão de precatórios federais – – –
TSE publica 8 portarias para modernizar regras de IA, segurança digital, governança e inclusão nas eleições – – –
STF julga recursos sobre Marco Civil da Internet em pauta que inclui também dados fiscais, privacidade digital e poderes de delegados – – –
TSE aprova atualização da política de segurança contra ataques cibernéticos, com vistas às eleições deste ano – – –
TSE estuda endurecimento de regras para as pesquisas eleitorais com critérios mais objetivos – – –
Justiça do RJ condena Estado a indenizar famílias de meninas mortas por bala perdida na baixada fluminense – – –
Prazo para fim das inscrições ao prêmio de inovação no ecossistema de Justiça é prorrogado para 22 de junho – – –
Cabe à Justiça do Trabalho julgar ação sobre motoristas que transportam cana-de-açúcar e não à JF, decide TST – – –
CCJ da Câmara adia para hoje análise da PEC da redução da maioridade penal – – –
TSE adia decisão sobre pesquisa que mediu impacto do caso Master em Flávio – – –
Polícia do Rio faz operação no Complexo da Maré com tiroteios e barricadas em chamas – – –
Autonomia financeira do Banco Central vai a voto na CCJ do Senado nesta quarta – – –
STF impõe multa diária a estados e municípios omissos sobre emendas Pix para eventos – – –
STJ nega pedido de liberdade de Deolane Bezerra, presa por suspeita de ligação com o PCC – – –
Zanin restabelece condenação por injúria racial de homem que recusou café com comentário racista – – –
TST afasta vínculo empregatício entre empresa de táxi e motoristas autônomos no Rio de Janeiro – – –
PEC que reduz maioridade penal para 16 anos e regulação de IA devem ser votadas na Câmara nesta terça – – –
Cármen Lúcia alerta para riscos da inteligência artificial à democracia e ao processo eleitoral – – –
Pai de Henry Borel recorre para anular julgamento que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros – – –
STF analisa recursos contra decisão que responsabiliza plataformas digitais por conteúdos de terceiros – – –
CNJ regulamenta atuação de crianças e adolescentes como influenciadores digitais – – –
AGU abre negociação de dívidas com o Ibama: descontos de até 50% e parcelamento em 60 meses – – –
CNJ abre processos disciplinares contra desembargadora da Bahia e desembargador de MG afastado por abuso sexual – – –
Prisão de liderança do Comando Vermelho na Baixada Fluminense desarticula esquema de roubo de cargas – – –
Carta de entidades amplia debate sobre a PEC da escala 5X2 e a do “trabalho flexível” – – –
Está em vigor lei que atualiza marco regulatório das Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs) – – –
Condenado por golpe, ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira obtém autorização do STF para fazer o Enem – – –
Ministro Fachin diz que grupo criado para disciplinar remuneração dos juízes consiste em “agenda de Estado” – – –
Júri de Taguatinga-DF encerra fase de audiências em caso de mortes em UTI – – –
Operações Sicarius: PF mira rede de contrabando e corrupção com mais de 100 mandados – – –
Operação prende suspeitos de serem infiltrados do PCC no MP e na Polícia Civil de SP – – –
STJ decide nesta terça se Deolane Bezerra sai da prisão – – –
TSE deve julgar hoje a suspensão de pesquisa que mostrou queda de Flávio – – –
Valor de condenação trabalhista não se limita a estimativa inicial, decide TST – – –
Ministério da Saúde suspende vacina contra dengue do Butantan após dois óbitos e casos graves – – –
MPRJ apresenta recurso pedindo anulação do julgamento que resultou em perdão judicial para Monique Medeiros – – –
STJ decide que visão monocular garante isenção de ICMS na compra de veículo – – –
Gilmar Mendes doa indenização de insultos em voo a entidades beneficentes e reafirma limites da crítica democrática – – –
TST convoca audiência pública para debater limitação do uso de banheiro no trabalho – – –
TST condena fazenda no Pará por trabalho análogo à escravidão e rejeita exigência de cárcere físico – – –
Fachin defende independência judicial como pilar da democracia em congresso na USP – – –
TSE suspende pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro – – –
PF deflagra nova operação para ampliar investigações sobre suposto esquema de venda de decisões no TJMT – – –
Grupo de trabalho criado pelo CNJ vai aperfeiçoar sistema remuneratório da magistratura – – –
STM julga no dia 24, novo pedido da defesa de Bolsonaro de suspeição de ministro para o julgamento contra ele – – –
Copa do Mundo tende a aumentar os golpes digitais no Brasil – – –
O novo Almodóvar no cinema e quatro de seus filmes na MUBI – – –
Defesa de Robinho pede ao STF que retire classificação de hediondo do crime de estupro pelo qual ele foi condenado – – –
Para TJRS, coabitação de casal sem intenção de constituir família não pode ser reconhecida como união estável – – –
STJ nega provimento a recurso da Fazenda e mantém modulação de tese que tirou teto de contribuições ao Sistema S – – –
CNJ e FGV selecionam 84 bolsistas para programa de ações afirmativas na magistratura em 2026 – – –
STJ autoriza pais a levantarem indenização recebida por filha menor em caso de atraso de voo – – –
Justiça e cartórios ganham novo sistema digital para restrições de imóveis – – –
De janeiro a abril, Judiciário concedeu 225,5 mil medidas protetivas de urgência a mulheres – – –
STJ invalida conversão de multa ambiental em doação de bens para prefeitura do Paraná – – –
STJ garante sustentação oral por videoconferência de forma síncrona a réu condenado por estupro em SP – – –
STJ mantém condenação da Multiplan por desistência de compra de cotas do Ribeirão Shopping – – –
Justiça de Santa Catarina determina transferência de elefanta para santuário – – –
Brasil é eleito para o Conselho Econômico e Social da ONU com 181 votos – – –
Jornalista perseguido por Zambelli é preso por não pagar indenização de R$ 2,2 mil – – –
Processos envolvendo facções criminosas aumentaram 98% nos últimos cinco anos, informa CNJ – – –
Presidente do STF autoriza AGU a defender Moraes em processo movido pelo Trump Media e a Rumble nos EUA – – –
STJ ouvirá, na próxima semana, 22 pessoas em investigação que apura denúncia contra Marco Buzzi – – –
Solenidade de posse da nova ministra do TST, Margareth Costa, acontecerá quinta-feira (11) – – –
Chileno é denunciado pelo MPF por ameaçar voo e atacar funcionários com ofensas racistas e homofóbicas – – –
PCC e CV viram organizações terroristas para os EUA a partir de hoje – – –
STM confirma condenação de civis por desvio de metralhadoras do Exército em São Paulo – – –
Caso Henry Borel: Jairinho pega 43 anos e Monique recebe perdão judicial – – –
STJ mantém absolvição de réu por posse de arma de fogo pelo fato de revista de policiais ter extrapolado limite – – –
AGU cria equipes jurídicas para reforçar segurança em concessões e parcerias público-privadas – – –
TST mantém adicional de insalubridade a operador de frigorífico e reafirma que protetor auricular não afasta direito ao benefício – – –
STF derruba idade mínima para aposentadoria especial, incluída na Reforma da Previdência – – –
STF encerra disputa dos Correios contra franquias e abre prazo para acordo em processo de transportes – – –
STF libera julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta atuação no tarifaço americano – – –
STF julga nesta quarta caso BRB, aposentadoria especial e expurgos inflacionários – – –
Captação de recursos expõe fragilidades jurídicas nas empresas – – –
PDL sobre protocolo de Montevidéu, referente ao Mercosul, avança no Congresso e segue para o Senado – – –
Cláudio Castro tem recursos rejeitados pelo TSE e segue inelegível até 2030 – – –
Economia, IA e inovação são destaques do último dia de realização do Fórum de Lisboa – – –
Fachin recebe relatora da ONU e alerta para ataques ao Judiciário e pressões externas sobre magistrados – – –
Motoristas e cobradores podem ter aposentadoria especial reconhecida, decide STJ – – –
Bancos defendem Pix: EUA entenderam errado o sistema brasileiro – – –
Senado aprova decreto que dificulta aborto legal em crianças vítimas de estupro – – –
Brasil pode pagar mais 12,5% de tarifa nos EUA por falha em combater trabalho forçado – – –
Dino dá 30 dias para União apresentar plano de retirada do garimpo ilegal da Terra Indígena Cinta Larga – – –

Moraes pede e Zanin marca sessão extra de julgamento sobre tentativa de golpe no STF

Há 9 meses
Atualizado sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Por Carolina Villela

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou e já foi marcado pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin, o agendamento de mais uma sessão extraordinária para o julgamento da trama golpista pós-eleições 2022. Além dos dias 9, 10 e 12 de setembro já previstos, houve a inclusão do dia 11 de setembro para dar continuidade ao julgamento da Ação Penal 2668 que envolve oito réus do chamado Núcleo 1, acusados de tentativa de golpe de Estado.

Próximos passos

O julgamento será retomado na próxima terça-feira (9), quando o relator Alexandre de Moraes deve apresentar seu voto sobre o caso considerado um dos mais relevantes da história recente do Supremo Tribunal Federal. Na sequência, votarão os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, em decisão que pode definir o destino de militares de alta patente e do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de liderar a articulação golpista.

A expectativa é que Alexandre de Moraes apresente um voto extenso pela condenação dos réus, sendo que a decisão final dependerá do entendimento, no mínimo, da maioria dos ministros, sobre a validade das provas e a extensão da responsabilidade dos acusados.

Defesas concentram estratégias em contestações processuais

Durante esta semana, foram ouvidas as defesas dos oito réus, que adotaram estratégias semelhantes focadas no questionamento de nulidades no processo judicial. As principais linhas argumentativas incluíram alegações de cerceamento de defesa, dificuldades de acesso ao grande volume de documentos dos autos e contestação da credibilidade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

No início do julgamento, na terça-feira (2), foram ouvidas as defesas do próprio Mauro Cid; do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); de Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; e de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça. Todos os advogados negaram envolvimento de seus clientes na suposta articulação golpista.

Na quarta-feira (3), foram realizadas as sustentações orais dos advogados de mais quatro réus: Jair Bolsonaro, Augusto Heleno (ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil). As defesas tentaram deslegitimar as provas apresentadas pela acusação.

Críticas à atuação do relator Alexandre de Moraes

Matheus Milanez, defensor do general Augusto Heleno, abriu as sustentações questionando diretamente a atuação do relator do caso. O advogado afirmou que Moraes ultrapassou o papel de julgador ao interrogar testemunhas e pesquisar redes sociais dos investigados, provocando: “Juiz julgador ou juiz inquisidor?”. A crítica representa uma das estratégias mais diretas de questionamento do processo.

O advogado também acusou o STF de limitar o acesso da defesa a documentos relevantes, citando provas anexadas pouco antes dos interrogatórios. Milanez denunciou ainda que a Polícia Federal teria se recusado a catalogar os 70 terabytes de dados que integram os autos do processo, prejudicando a análise pela defesa.

Sobre a agenda apreendida na residência de Heleno, interpretada pela acusação como documento golpista, Milanez rebateu classificando-a como anotações pessoais do general. O defensor argumentou que Heleno se afastou politicamente de Bolsonaro após 2021 e jamais participou de tratativas para ruptura institucional.

Delação de Mauro Cid torna-se alvo principal das defesas

A defesa de Jair Bolsonaro, conduzida pelo advogado Celso Vilardi, também questionou as provas apresentadas pela PGR, especialmente a colaboração premiada de Mauro Cid. Vilardi afirmou que não existe vínculo comprovado entre o ex-presidente e os atos de 8 de janeiro de 2023, criticando também a dificuldade de acesso aos autos e denunciando que a defesa não teve condições de analisar a íntegra dos dados.

Vilardi argumentou que o ex-ajudante de ordens mudou de versão várias vezes e que sua colaboração premiada “não se sustenta”. O advogado classificou como irregular a proposta da PGR de usar a delação como base central da acusação, resumindo: “Não há uma única prova” contra Bolsonaro.

Paulo Cunha Bueno, também integrante da defesa de Bolsonaro, acrescentou que discursos e transmissões ao vivo do ex-presidente não configuram atos de violência ou incitação a golpe. Ele argumentou que, caso tivesse intenção real de implantar medidas excepcionais, Bolsonaro teria mecanismos legais à disposição, alertando que punir um ato preparatório seria desproporcional e perigoso.

Militares negam participação em articulação golpista

Na defesa do general Paulo Sérgio Nogueira, o advogado Andrew Fernandes destacou que o militar não apenas rejeitou medidas de exceção, como alertou Bolsonaro de que nada poderia ser feito após a derrota eleitoral. Segundo a defesa, Nogueira foi alvo de ataques virtuais justamente por se opor a teses golpistas, contradizendo a narrativa da acusação.

Fernandes negou que seu cliente tenha atrasado relatórios das Forças Armadas sobre urnas eletrônicas e lembrou que o general atuou contra propostas de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Em momento descontraído durante a sustentação, o advogado chegou a citar sua sogra, arrancando risos dos ministros, mas concluiu reforçando que “Nogueira não é golpista”.

A defesa de Braga Netto, conduzida por José Luis Oliveira, atacou diretamente a credibilidade da delação de Mauro Cid, afirmando que o militar apresentou sete versões distintas sobre os fatos, o que inviabilizaria qualquer condenação. Oliveira classificou a colaboração como “farsa” e criticou a negativa de gravação na acareação entre Braga Netto e Cid, apontando violação ao direito de defesa.

Outras defesas contestam provas e pedem absolvições

Os advogados de Mauro Cid alegaram que o ex-ajudante de ordens apenas cumpria funções militares regulares e não articulou qualquer movimento golpista. Embora tenham reforçado a validade da delação premiada, pediram que os benefícios acordados sejam mantidos.

A defesa de Alexandre Ramagem contestou documentos que atribuiriam ao ex-diretor da Abin o uso de programas de espionagem e negou interferência no sistema eleitoral. Os advogados argumentaram que houve inclusão de fatos fora da denúncia original da PGR, caracterizando irregularidade processual.

O advogado Demóstenes Torres defendeu que o almirante Almir Garnier não aderiu a reuniões golpistas nem participou dos atos de 8 de janeiro. Torres pediu a absolvição do ex-comandante da Marinha, alegando inexistência de provas individualizadas contra o réu. A estratégia seguiu o padrão de negar participação específica na articulação.

Torres alega viagem familiar aos Estados Unidos

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres teve sua defesa conduzida pelo advogado Eumar Novacki, que se concentrou em explicar a polêmica viagem aos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2023, véspera dos atos golpistas em Brasília. Novacki afirmou que a viagem foi planejada com antecedência e tinha caráter estritamente familiar, não havendo relação com os eventos posteriores.

O advogado acusou a PGR de tentar vincular Torres à trama com “inverdades flagrantes” e lembrou que o ex-ministro participou de reuniões institucionais para discutir a desmobilização dos acampamentos em frente aos quartéis. Novacki ressaltou também que o planejamento da segurança no segundo turno das eleições foi conduzido de forma institucional e transparente.

Autor

Leia mais

Log do Facebook

Facebook é condenado pelo TJMG por omissão durante invasão de perfil de usuária

Há 1 hora
Sede do TJSP

TJSP nega recurso de pai e irmã de Vorcaro que pleiteavam o fim de restrições patrimoniais contra eles

Há 1 hora

Tribunal derruba decreto municipal que permitia mais barulho em obras de SP

Há 5 horas

Supermercado terá de pagar R$ 20 mil a consumidora atropelada por empilhadeira

Há 5 horas
Contribuições pagas a EFPCs podem ser deduzidas de Imposto de Renda, decide o STJ

Benedito Gonçalves é aprovado pelo Senado para comandar corregedoria do CNJ

Há 6 horas

CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal para 16 anos

Há 7 horas
Maximum file size: 500 MB