Ironia institucional ou teratologia? TRT da Bahia anula revelia, condena com base nela e ainda multa empresa que reclamou – – –
Moraes aumenta número de agentes do GSI para a segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro; decisão foi proferida nesta quinta-feira (2) – – –
Nova decisão de Alexandre de Moraes, do STF, amplia raio de distância para proibição de drones sobre a casa de Bolsonaro – – –
Governança jurídica é fator decisivo para atrair investimentos em startups – – –
Aviso prévio de 60 dias pode afastar multa por quebra de fidelidade em contrato de prestação de serviço – – –
Atraso de liberação de bem pela administração pública não pode resultar em taxas de armazenagem, diz TRF 1 – – –
Primeiro balanço da Operação Inauditus no TJMA resulta em apreensão de helicóptero, carros, HDs, jóias e artigos de luxo – – –
Feminicídio, estupro de vulnerável, pacote anti-facção: penas de até 40 anos podem colapsar sistema prisional, alerta especialista – – –
Governadora do DF inicia série de iniciativas práticas para agilizar medidas de socorro ao BRB – – –
Desembargador flagra “alucinação” de IA em petição e aciona OAB contra advogado – – –
Justiça Federal barra tirolesa no Pão de Açúcar e impõe multa de R$ 30 milhões – – –
STF sem expediente na Semana Santa: prazos são prorrogados para segunda (6) – – –
AGU notifica Google e exige remoção de sites que usam IA para criar imagens sexuais falsas de mulheres e crianças – – –
PF cumpre mandados e Marcelo Conde, foragido e acusado de espionar dados fiscais de ministros do STF, tem prisão decretada – – –
Justiça trabalhista passa a ter modelo digital obrigatório de GRU – – –
Para negar perícia ou considerar provas desnecessárias, decisão judicial deve ser motivada, decide TRF 1 – – –
Dino determina que deputado Coronel Meira mantenha distância de 50 metros de militar após ameaças – – –
STF revoga prisão preventiva de delegado investigado no caso Gritzbach e impõe medidas cautelares – – –
Ataque de cães de rua em praça e alegação de omissão genérica não caracterizam responsabilidade civil do Município, decide TJSP – – –
Aprovado pelo Senado, vai à sanção projeto que estabelece regras para guarda compartilhada de animais entre ex-casais – – –
PF deflagra nova fase da Operação Exfil e mira esquema de acesso ilegal a dados fiscais sigilosos – – –
FGC diz que empréstimo para socorro ao BRB depende do início de ações de saneamento por parte do próprio banco – – –
TRE-RJ faz recontagem de votos de deputados do RJ e decide que distribuição de vagas por partido na Alerj não sofrerá mudança – – –
Justiça autoriza argentina acusada de injúria racial a deixar o Brasil mediante caução de R$ 97 mil – – –
TSE alerta candidatos: período de janela partidária se encerra na próxima sexta-feira (3) – – –
PF mira corrupção no TJ do Maranhão, prende operador do esquema e bloqueia até R$ 50 milhões – – –
Pagamento “por fora” como previdência privada vira salário para alto executivo – – –
Moraes nega ter viajado em aviões de empresa ligada a Vorcaro – – –
PF prende ex-servidor do STJ suspeito de vender sentenças e monitorar delegado – – –
Governo Federal e estados fecham acordo para subsidiar importação de diesel – – –
Fachin diz que está em discussão o fim do inquérito das fake news – – –
TRF 3 mantém processo da CVM e confirma multa de R$ 1,27 milhão a agente de investimentos por irregularidades no mercado – – –
Lula envia ao Senado nesta terça indicação de Jorge Messias para o STF – – –
Lula sanciona lei que amplia licença-paternidade – – –
Magistrado suspeito de irregularidades no processo da 123 Milhas pede aposentadoria no mesmo dia em que é afastado pelo CNJ – – –
AGU regulamenta duas novas modalidades de transação de dívidas com a União – – –
Defesa nega que Bolsonaro tenha se comunicado ou tido conhecimento prévio sobre vídeo de Eduardo – – –
Livro propõe novo paradigma jurídico para regulação da inteligência artificial com foco em direitos humanos – – –
TST mantém condenação a empresário e diz que ofensa por posição política fere direitos fundamentais dos cidadãos – – –
TSE abre credenciamento para observadores das eleições de 2026 e reforça regras de imparcialidade – – –
PF cumpre nova etapa da Operação Sisamnes, que apura esquema de venda de sentenças judiciais em vários Tribunais – – –
Filho esconde morte da mãe por 13 anos e é condenado por fraude milionária contra a FAB – – –
DF pagará R$ 100 mil a mãe que perdeu filha após falhas em parto em hospitais públicos – – –
Incorporadora pode usar nome alusivo à universidade em propaganda de imóvel – – –
Porta de armário atinge cliente e academia é condenada a indenizar por lesão no rosto – – –
São Paulo registra 55 feminicídios e bate recorde no primeiro bimestre de 2026 – – –
Zanin condena médico por trote misógino em faculdade de medicina – – –
CVM troca chefes após investigação sobre banco Master e Reag – – –
PGR recorre de decisão de Dino  que acaba com aposentadoria compulsória de juízes condenados – – –
TCU estabelece prazo de 90 dias a Ministério da Saúde para corrigir problemas no sistema de inclusão de remédios em lista do SUS – – –
STF vai decidir se humilhação de vítima em audiência torna prova ilícita em crime sexual – – –
Dino convoca audiência pública para debater taxa da CVM e crise regulatória no mercado de capitais – – –
Em função da Semana Santa, maioria dos tribunais trabalha somente até esta terça-feira (31) – – –
Dino determina investigação sobre emendas de Carlos Viana à entidade ligada à Igreja Lagoinha – – –
BRB pede ao BC pedido de prorrogação de prazo para apresentar seus balanços mais recentes – – –
Moraes intima defesa de Bolsonaro a explicar vídeo de Eduardo – – –
Goiás reajusta pensões especiais para vítimas do acidente com césio-137 após quase quatro anos sem correção – – –
Celina Leão assume o governo do DF em meio à crise bilionária do BRB com o Banco Master – – –
TST triplica indenização da Havan por racismo e rejeita tese da “brincadeira” – – –
Multa criminal continua com prazo de prescrição do Código Penal, decide STJ – – –
Supremo agenda julgamento sobre sucessão no Rio de Janeiro – – –
Avião espião de US$ 270 milhões é destruído por drones iranianos na Arábia Saudita – – –
Silêncio que fala alto na 6ª caminhada e diz presente – – –
Brasil é um dos países mais brandos na punição de juízes corruptos – – –
PF prende ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, na terceira fase da Operação Unha e Carne – – –
Sem concessões, “Dois Procuradores” mostra o horror da opressão stanilista – – –
Reunida no Congresso, CPMI do INSS continua debatendo relatório final há mais de oito horas – – –
Moraes marca interrogatório de Eduardo Bolsonaro por videoconferência para 14 de abril – – –
STF forma maioria para derrubar liminar de Fux e manter lei fluminense sobre eleição indireta no Rio – – –
Moraes exige detalhamento de profissionais na casa de Bolsonaro – – –
Nova regra do CFM redefine uso da inteligência artificial na medicina e impõe limites éticos – – –
TJDFT afasta condenação de Nikolas Ferreira por discurso sobre pessoas trans – – –
AGU derruba autorização judicial para cultivo de cannabis medicinal em Santa Catarina – – –
Moraes impõe regras ao COAF e barra uso de relatórios financeiros em investigações informais – – –
Sem prorrogação dos trabalhos, parlamentares leem relatório da CPMI do INSS e pedem o indiciamento de 216 pessoas – – –
Auditoria do TCU sobre tentativa de compra do Master pelo BRB diz que GDF pode ter cometido “ improbidade administrativa” – – –
Operação ‘Vem Diesel’ da PF fiscaliza postos em 11 estados e no DF para identificar práticas abusivas e irregularidades na venda de combustíveis – – –
Após receber alta hospitalar, Bolsonaro passa a cumprir prisão domiciliar humanitária – – –
AMB reage com dureza à decisão do STF sobre “penduricalhos” – – –
Justiça federal encerra processo sobre manutenção de pedágios desativados no Paraná – – –
Dois são condenados por dano moral coletivo por pichação em área histórica de Santos – – –
Empresa de alimentos terá de indenizar funcionário demitido com doença de Crohn – – –
TST anula decisão do TRT-16 que descartou voto já proferido em julgamento – – –
Justiça anula eleição de Douglas Ruas para presidência da Alerj – – –
PRD e Solidariedade levam ao STF disputa sobre norma do TSE que suspende órgãos partidários – – –
TJSP condena advogado a pagar indenização de R$ 50 mil a Moraes por ofensas e falsas acusações – – –
STF derruba cautelar que prorrogava CPMI do INSS – – –
Mercado Livre é condenado a indenizar consumidor que recebeu PCs roubados e teve produtos apreendidos pela polícia – – –
Gilmar Mendes chama de “abominável” quebra de sigilo sem fundamentação na CPMI do INSS – – –
Mendonça vota para prorrogar CPMI do INSS por 60 dias – – –
Bebida champagne e roupa champagne. Nome das marcas pode ser o mesmo?  Segundo decisão do STJ, sim – – –
AGU recorre ao STF e pede esclarecimentos sobre decisão do marco temporal indígena – – –
Moraes manda Exército explicar visitas irregulares a Braga Netto na prisão – – –
STF analisa nesta quinta prorrogação da CPMI do INSS e nepotismo em cargos políticos – – –
Contribuição previdenciária não incide sobre valores pagos por empresas a planos de previdência privada, decide STJ – – –
TSE aprova registro da federação União Progressista, a quinta do país – – –
Depois de deputados, agora senadores ajuizam mandado de segurança junto ao STF pedindo CPI do Master – – –
Tribunal de Roma aceita extradição de Carla Zambelli ao Brasil; entrega depende do Executivo – – –
Vale é condenada judicialmente por danos ambientais em mais uma área de MG – – –
Decisão inédita contra big techs nos EUA pode marcar virada na regulação digital – – –

MPF usa transparência como arma contra desmatamento

Há 5 meses
Atualizado sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Por Jeffis Carvalho, com informações do MPF

O Ministério Público Federal no Pará ajuizou quatro ações civis públicas contra órgãos ambientais estaduais para forçar a divulgação de dados sobre políticas de proteção ao meio ambiente. A iniciativa visa combater o desmatamento em um estado que lidera a devastação na Amazônia: em 2024, o Pará registrou 1.260 km² de floresta destruídos, segundo o instituto Imazon.

O trabalho no Pará integra o Ranking da Transparência Ambiental, desenvolvido pela Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF entre 2017 e 2019. A iniciativa avaliou o desempenho de 104 órgãos públicos federais e estaduais na divulgação de 47 informações prioritárias.

O ranking analisou cinco agendas: exploração florestal, pecuária, hidrelétricas, regularização ambiental e regularização fundiária. Foram verificadas tanto a transparência ativa (quando o órgão disponibiliza informações espontaneamente) quanto a passiva (respostas a pedidos de acesso).

Do levantamento resultaram 93 recomendações expedidas a órgãos federais e estaduais em todo o país, solicitando melhorias em sites e divulgação de conteúdos. Quando a atuação extrajudicial se mostrou insuficiente, o MPF recorreu à Justiça, apresentando 23 ações civis públicas vinculadas ao projeto – é o caso do Pará.

As ações, protocoladas em 2020 e ainda em tramitação, miram a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), a Secretaria de Meio Ambiente (Semas), o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor). O objetivo é tornar públicos dados que podem revelar crimes ambientais e pecuária ilegal em áreas protegidas.

“Quando essas ações foram ajuizadas, não existia a preocupação por parte dos órgãos públicos de facilitar o acesso à informação”, afirma a procuradora da República Priscila Lucas, responsável pelos processos.

Rastreamento do gado expõe desmatamento ilegal

Um dos principais alvos é a Adepará, agência responsável pela defesa agropecuária no estado. O MPF exige a publicação integral das Guias de Trânsito Animal (GTAs), documentos que autorizam o transporte de rebanhos pelo território paraense.

As guias devem conter informações detalhadas: data de emissão, número de cabeças de gado, procedência completa dos animais com CPF ou CNPJ do criador, nome do estabelecimento rural, município de origem, destino final, idade dos animais, finalidade do transporte e observações adicionais.

Esses dados permitem cruzar informações e identificar fazendas que operam em áreas desmatadas irregularmente, em terras indígenas ou unidades de conservação. “O controle da procedência e da movimentação do gado na Amazônia constitui estratégia eficaz de preservação da floresta”, explica Priscila Lucas.

Na prática, a divulgação das GTAs possibilita rastrear toda a cadeia produtiva da pecuária. Se um frigorífico recebe gado de uma fazenda localizada em área protegida, por exemplo, o crime fica documentado. A transparência também permite que organizações da sociedade civil, institutos de pesquisa e órgãos de fiscalização monitorem a origem da carne que chega ao mercado.

Semas cumpre acordo e encerra processo

A ação contra a Secretaria de Meio Ambiente teve desfecho positivo. Em outubro de 2025, a Justiça Federal homologou acordo reconhecendo que a Semas atendeu integralmente às exigências do MPF e encerrou o processo.

A secretaria passou a divulgar dados ambientais que antes eram inacessíveis ou de difícil consulta, atendendo plenamente ao interesse público. O caso serve de modelo para as demais ações em andamento.

Iterpa deve abrir dados sobre reforma agrária

A ação contra o Instituto de Terras do Pará cobra a publicação de informações cruciais sobre a situação fundiária no estado. O MPF exige listas completas de beneficiários de assentamentos de reforma agrária, com identificação dos lotes distribuídos, dados sobre as glebas públicas, limites georreferenciados das áreas, cópias dos atos de criação dos projetos de assentamento e licenças ambientais concedidas.

Além disso, o órgão deve divulgar relatórios detalhados sobre conflitos fundiários em curso, incluindo localização, partes envolvidas e histórico das disputas. Informações sobre projetos de regularização fundiária também precisam ser tornadas públicas, com a situação atualizada dos processos administrativos.

Neste caso, a Justiça já reconheceu a competência do MPF para atuar, e o processo segue em tramitação na fase de análise do mérito. A divulgação desses dados é fundamental para identificar irregularidades na distribuição de terras públicas e ocupações ilegais que resultam em desmatamento.

Ideflor e as concessões florestais

A ação contra o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade busca transparência sobre a exploração econômica de florestas públicas e a gestão de unidades de conservação.

O MPF pede a disponibilização de relatórios completos de monitoramento das concessões florestais, documentos que mostram quais empresas exploram madeira em florestas públicas, volumes extraídos, cumprimento de planos de manejo e eventuais infrações cometidas.

Quanto às unidades de conservação, o órgão deve publicar os atos oficiais de criação de cada área protegida, limites georreferenciados com coordenadas precisas, mapas digitais acessíveis, informações sobre indenizações pendentes a proprietários de terras desapropriadas e relatórios de fiscalização.

Neste processo, a Justiça ainda analisa questão preliminar sobre competência. O MPF defende que a matéria é federal, pois envolve proteção de florestas e biodiversidade de interesse nacional. A definição sobre competência precisa ser resolvida antes da análise do mérito.

STJ reforça direito à informação ambiental

Em 2023, o Superior Tribunal de Justiça deu importante respaldo à estratégia do MPF. No julgamento do Incidente de Assunção de Competência nº 13, a Corte fixou tese que reconhece o direito à informação ambiental e estabelece a obrigação do Estado com a transparência.

A decisão vai além das modalidades de transparência já conhecidas. Além da ativa e passiva, o STJ reconheceu a transparência reativa, que permite a qualquer cidadão solicitar aos órgãos públicos a produção de dados ambientais ainda não disponíveis.

“A transparência permite uma melhor fiscalização das políticas ambientais, levando, muitas vezes, ao aprimoramento das informações disponíveis e também à prevenção de eventuais ilícitos ambientais”, afirma a subprocuradora-geral da República Luiza Frischeisen, coordenadora da Câmara de Meio Ambiente do MPF.

Dados alimentam investigações criminais

A transparência não serve apenas ao controle social. Os dados públicos tornados acessíveis subsidiam diretamente investigações criminais conduzidas pelo MPF.

“Os dados podem subsidiar também a atuação do MPF na esfera criminal, facilitando a produção de provas e a instrução de processos para punir ilícitos ambientais”, explica a procuradora Priscila Lucas.

Informações sobre movimentação de gado, concessões florestais e ocupação irregular de terras públicas permitem identificar autores de crimes, reconstituir cadeias de responsabilidade e produzir provas documentais robustas para ações penais.

O cruzamento de dados de diferentes órgãos revela conexões entre desmatamento, grilagem de terras e pecuária ilegal, crimes frequentemente praticados de forma articulada na Amazônia.

Tecnologia para ampliar acesso

Para o futuro, a procuradora Priscila Lucas defende investimentos em tecnologia. “É preciso utilizar inteligência artificial, arquitetura da informação aprimorada e ferramentas de pesquisa eficientes para ampliar o acesso ao material”, afirma.

A simples disponibilização de dados em formatos fechados ou de difícil consulta não atende ao dever de transparência. Os sites dos órgãos públicos precisam oferecer sistemas de busca intuitivos, dados em formatos abertos que permitam análise automatizada, painéis visuais com gráficos e mapas interativos.

“Os sites de órgãos da Administração devem disponibilizar esses conteúdos de maneira mais facilitada possível, para cumprir, de forma efetiva, seu dever de informação”, conclui a procuradora.

A estratégia do MPF aposta que informação de qualidade, acessível e bem estruturada é ferramenta indispensável para reduzir o desmatamento e fortalecer a proteção ambiental no estado líder em destruição de floresta na Amazônia brasileira.

Autor

Leia mais

Ironia institucional ou teratologia? TRT da Bahia anula revelia, condena com base nela e ainda multa empresa que reclamou

Há 1 hora
Ex-presidente Jair Bolsonaro

Moraes aumenta número de agentes do GSI para a segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro; decisão foi proferida nesta quinta-feira (2)

Há 3 horas
Ministro Alexandre de Moraes, do STF

Nova decisão de Alexandre de Moraes, do STF, amplia raio de distância para proibição de drones sobre a casa de Bolsonaro

Há 3 horas

Governança jurídica é fator decisivo para atrair investimentos em startups

Há 4 horas
Balança e martelo da Justiça sobre códigos

Aviso prévio de 60 dias pode afastar multa por quebra de fidelidade em contrato de prestação de serviço

Há 5 horas

Atraso de liberação de bem pela administração pública não pode resultar em taxas de armazenagem, diz TRF 1

Há 5 horas
Maximum file size: 500 MB