Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’ – – –
TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas – – –
TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio – – –
Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises” – – –
Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia) – – –
Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ – – –
Ministério Público reforça o Pena Justa e vai ajudar a levar centrais de vagas a todo o país – – –
AGU cria força-tarefa para acompanhar investigações sobre incêndio na UFPE e dar suporte à universidade – – –
“Não pode haver reforma contra o Poder Judiciário, mas sim com o Poder Judiciário”, diz ministro Fachin – – –
TSE manda retirar vídeos de Lula e Janja sobre cortes em programas sociais atribuídos a Flávio Bolsonaro – – –

Dino aprova plano para emendas e dá prazo para Congresso se manifestar

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de cinco dias para que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal se manifestem sobre proposta emergencial da Controladoria-Geral da União (CGU), que busca garantir a transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. A Procuradoria Geral da República deve se posicionar no mesmo prazo.

A proposta, aceita pelo ministro, prevê a imediata disponibilização no Portal da Transparência de todos os documentos e planilhas apresentados pelo Congresso Nacional que se referem às emendas RP 8 e RP 9, assim como os links de acesso aos sistemas indicados. 

Na decisão, o ministro ressaltou as dificuldades apontadas pela CGU para fazer a integração das informações: “a análise dos dados apresentados pelos órgãos legislativos revelou limitações que dificultam a imediata e segura integração dos dados sobre os apoiadores das emendas parlamentares na consulta de emendas parlamentares do Portal da Transparência”.

Dino reforçou o cenário de impedimentos “à vista da persistência dos obstáculos, quadro que se arrasta há meses com pequenos avanços”, afirmou. 

Segundo o ministro, entre as dificuldades para garantir a rastreabilidade das emendas parlamentares, estão a falta de correlação direta entre os parlamentares patrocinadores e os recursos efetivamente executados, a carência de metadados padronizados e a fragmentação das informações entre diferentes sistemas.

Na semana passada, o ministro intimou a CGU a se manifestar, no prazo de 48h, sobre a viabilidade técnica de integração das informações que estão no poder Legislativo ao Portal da Transparência. O ministro é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 854), que trata das emendas parlamentares. 

No despacho, publicado nesta sexta-feira (06/12), o ministro cita a necessidade de verificar as “planilhas de Excel, quanto ao Sistema SINDORC, às Atas e aos Ofícios, assim como ao Sistema de Registro de Apoio às Emendas Parlamentares”. As emendas em questão são a RP9 (emenda de relator), a RP8 (emendas de comissão) e as emendas Pix.

Dino destaca que “as publicações dos dados disponíveis são imprescindíveis para a retomada da plena execução orçamentária e financeira” das emendas. Dino também cobrou do presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), respostas de ofícios sobre informações de emendas de exercício passados.

Na terça-feira (03/11), o plenário virtual do STF confirmou a decisão de Dino que liberou o pagamento de emendas parlamentares condicionado ao cumprimento de regras de transparência e rastreabilidade. As exigências foram criticadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), 

No dia seguinte, quarta-feira (04/12), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Flávio Dino “parcial reconsideração” sobre a decisão que definiu critérios para a liberação de emendas parlamentares.

No pedido, a AGU questiona três pontos da determinação judicial: a exigência prévia de plano de trabalho para as chamadas emendas Pix (transferências especiais), a identificação nominal do parlamentar nas emendas de bancada e de comissão e os critérios para limite de crescimento de despesas com as emendas.

Autor

Leia mais

Ministro Gilmar Mendes, decano do STF, durante sessão da Corte

Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’

Há 1 dia

TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas

Há 1 dia

TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio

Há 1 dia
Fachin na cadeira de presidente do STF no plenário da corte

Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises”

Há 1 dia
Ministra Carmen Lúcia, do STF

Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia)

Há 1 dia
Sessão da Corte Especial do STJ

Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ

Há 1 dia