TST adia inicio de sessões virtuais que previam sustentação oral gravada

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, assinou esta semana um ato que adia para 2 de agosto o início das sessões virtuais na Corte. A medida teve como objetivo dar mais tempo para os órgãos do Judiciário trabalhista e os advogados se adaptarem às novas regras, em especial, no tocante à sustentação oral.

A iniciativa, além de atender solicitação do CNJ – que pediu aos Tribunais para aguardarem cerca de 180 diias antes de iniciarem as sessõs virtuais, de forma a debater melhor o uso do sistema – também representa um gesto de acolhimento a demanda do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

A OAB encaminhou petição ao CNJ propondo mudanças em relação às sustentações orais a serem feitas pelos advogados nestas sessões. Para o presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, a iniciativa do TST vai “garantir a realização da sustentação oral de forma plena e sem restrições”.

O que, segundo ele, consiste em “uma grande vitória para a advocacia e para o devido processo legal” no julgamento de ações trabalhistas.

“Essa medida reforça a importância da participação dos advogados e advogadas nos julgamentos, assegurando a ampla defesa e o contraditório”, destacou Simonetti.

A decisão do presidente do TST foi publicada no Ato Segjud.GP 42/2025, na última segunda-feira (03/02) e estabelece regras transitórias para o julgamento de processos em ambiente eletrônico no Tribunal. O ato leva em conta a Resolução 591/2024 do CNJ, que estabelece requisitos mínimos para julgamentos em ambientes eletrônicos e disciplina esse procedimento.

 

 

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