A foto mostra o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado. Ele é um homem branco, com cabelos castanhos e usa óculos.

“Pedi passaporte para meu pai”, afirmou Gilson Machado ao negar acusações

Há 9 meses
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Em entrevista à imprensa, o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, preso pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira(13), em Recife (PE), afirmou ser inocente. 

“Diante da decretação da minha prisão preventiva nesta quinta-feira (13), venho a público reafirmar minha total inocência. Não cometi crime algum. Não matei, não roubei, não trafiquei drogas. O que fiz foi apenas pedir informações sobre a renovação do passaporte do meu pai, um senhor de 85 anos”, diz a declaração à imprensa. 

Gilson Machado comandou o ministério do Turismo durante o governo de Jair Bolsonaro. Ele alegou ainda, que nunca esteve presente em nenhum consulado ou embaixada — nem de Portugal, nem de qualquer outro país — seja no Brasil ou no exterior. 

“É só verificarem as ligações que fiz para o consulado e os áudios que enviei aos funcionários”, afirmou.

O filho do ex-ministro, Gilson Filho, também se manifestou a respeito da prisão do pai.

“Estou muito triste com isso. O meu pai é um exemplo para mim e me ensinou valores importantes como integridade e família. Nunca cometeu um crime em toda a sua vida. Honro esses ensinamentos e estarei junto dele e da minha mãe, apoiando meus pais neste momento”, disse.

Prisão 

Preso nesta manhã, Gilson Machado já fez exame de corpo de delito e foi levado para o Centro de Triagem e Observação Criminológica Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife, onde ficará à disposição da Justiça. O carro e outros pertences do ex-ministro foram apreendidos no momento pela Polícia Federal.

A prisão preventiva de Machado também teria sido decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O ex- ministro teria atuado junto ao Consulado de Portugal em Recife, em maio de 2025, para obter a emissão de um passaporte português para Cid.

A Procuradoria-Geral da República e o STF não deram detalhes da investigação que está sob sigilo.

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