Militante enrolado na bandeira do movimento LGBTQIA+

Formulário digital facilita denúncias de violência contra pessoas LGBTQIA+

Há 6 meses
Atualizado sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Já está disponível na internet a versão digital do Formulário Rogéria, uma ferramenta criada para proteger pessoas LGBTQIA+ em situação de violência ou risco. O sistema pode ser acessado pela Plataforma Digital do Poder Judiciário e pelo Portal Jus.Br.

O formulário permite registrar casos de emergência e risco iminente contra a população LGBTQIA+. A principal vantagem da versão online é que a própria vítima pode preencher os dados através de um link enviado pelo profissional que a atende.

As informações coletadas são compartilhadas automaticamente entre três órgãos: Poder Judiciário, Ministério Público e órgãos de segurança pública. Essa integração promete tornar mais eficaz o combate à violência contra essa população.

Mesma tecnologia do Fonar

O Formulário Rogéria segue o mesmo modelo do Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), que previne casos de feminicídio e violência doméstica contra mulheres. O Fonar também ganhou versão eletrônica em agosto deste ano.

Ambas as ferramentas fazem parte dos programas Justiça 4.0 e Justiça Plural, desenvolvidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Histórico da ferramenta

O Formulário Rogéria foi criado em 2022 pelo Observatório de Direitos Humanos do Poder Judiciário. É considerado um marco na coleta de dados para criar políticas públicas voltadas à proteção da população LGBTQIA+.

A versão digital resulta de um acordo entre quatro órgãos: CNJ, Conselho Nacional do Ministério Público, Ministério da Justiça e Segurança Pública, e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Modernização da Justiça

O Programa Justiça 4.0, iniciado em 2020, atua para modernizar os serviços oferecidos pelo sistema judiciário brasileiro através da tecnologia. O objetivo é tornar a Justiça mais eficiente e acessível para toda a população. Ele é fruto de um acordo de cooperação entre o CNJ e o Pnud, com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Já o Programa Justiça Plural, criado em 2024, foca especificamente em facilitar o acesso à Justiça para grupos vulneráveis, identificando e removendo barreiras que dificultam o atendimento a essas populações.

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