Pesquisa Datafolha aponta 47% para Flávio e 46% para Lula; quando computados os votos válidos, cada um têm 50%  – – –
Mendonça diz que não cabe ao TSE autorizar quebra de sigilo e que candidatos são livres para “abrir dados” – – –
STF fixa início do prazo de dez anos para devolução de PIS e Cofins na conta de luz – – –
Presidente do STF suspende licença de projeto de mineração ‘Volta Grande’, localizado em terras indígenas do PA – – –
Justiça condena Estado de SP a indenizar vítima de perseguição política e tortura por agentes locais na ditadura – – –
TSE determina que imagens de pessoas em propaganda eleitoral devem aparecer sempre borradas  – – –
Corregedor eleitoral nega pedido de Flávio para suspender canais do governo – – –
STF mantém regras de organização da Polícia Penal de São Paulo – – –
Presidente do TSE dá 24 horas à Meta para apresentar relatório técnico sobre canal ‘Exército do Lula’ – – –
TST aumenta 6x a indenização para gestante obrigada a vomitar em lata de lixo – – –

TRF-6 absolve Samarco e Vale por rompimento de barragem em Mariana

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A Justiça Federal absolveu as empresas Samarco, Vale, BHP Billiton, a consultoria VogBR, sete de seus executivos e funcionários no processo penal referente ao rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). A decisão é da juíza Patricia Alencar Teixeira de Carvalho, da vara Federal de Ponte Nova, e foi publicada nesta quarta-feira (14/11).

Conforme a juíza do Tribunal Regional Federal (TRF-6), a decisão foi tomada por “ausência de provas suficientes para estabelecer a responsabilidade criminal” direta e individual dos réus. Entre os absolvidos, está Ricardo Vescovi, presidente da Samarco, na época do rompimento.

Em 2016, o Ministério Público Federal denunciou as quatro empresas e denunciou 22 pessoas. O MPF informou que vai recorrer da decisão. 

Na decisão, a Justiça Federal entendeu não ser possível atribuir condutas de crimes específicos aos denunciados. “A busca obtusa por culpados é incapaz de evitar outras tragédias e, dificilmente, desastres dessa ordem podem ser explicados, exclusivamente, pela conduta de alguns indivíduos”, frisou a juíza.

O rompimento da barragem em Mariana, ocorrido em 2015, provocou o maior desastre ambiental do país, com a destruição de áreas de preservação e vegetação nativa de Mata Atlântica, perda da biodiversidade, além da degradação ambiental na bacia do rio Doce e no oceano Atlântico.

A tragédia resultou na morte de 19 pessoas e mais de 40 municípios com três reservas indígenas foram atingidos. Também afetou milhares de pessoas, prejudicando as atividades econômicas da região.

Acordo no STF

O Supremo Tribunal Federal homologou um acordo para as empresas envolvidas pagarem R$ 170 bilhões para ações de reparação e compensação às pessoas atingidas e a todas as categorias de danos causados pelo desastre. O acordo foi firmado no âmbito da Petição (PET) 13157. 

 

Autor

Leia mais

Presidente Lula (PT) e senador Flávio Bolsonaro (PL)

Pesquisa Datafolha aponta 47% para Flávio e 46% para Lula; quando computados os votos válidos, cada um têm 50% 

Há 4 horas
Ministro André Mendonça, do TSE

Mendonça diz que não cabe ao TSE autorizar quebra de sigilo e que candidatos são livres para “abrir dados”

Há 4 horas

STF fixa início do prazo de dez anos para devolução de PIS e Cofins na conta de luz

Há 4 horas
Presidente do STF, ministro Edson Fachin

Presidente do STF suspende licença de projeto de mineração ‘Volta Grande’, localizado em terras indígenas do PA

Há 4 horas
Sede do TJSP

Justiça condena Estado de SP a indenizar vítima de perseguição política e tortura por agentes locais na ditadura

Há 4 horas
Sessão plenária do TSE

TSE determina que imagens de pessoas em propaganda eleitoral devem aparecer sempre borradas 

Há 6 horas