CMN proíbe fundos de comprar direitos que dependem do resultado de ações ou de arbitragem – – –
Conselho do MPF tem 3 a 0 para manter Gonet no caso Master e 2 a 1 contra apuração – – –
Gilmar Mendes propõe levar ao Plenário do STF disputa de R$ 103 bi sobre precatórios de usinas – – –
STF julga privatização da Corsan, reserva legal, reserva de plenário e liberdade de expressão no Plenário Virtual – – –
Mendonça suspende novamente multas da NR-1 sobre saúde mental por mais 90 dias – – –
Bets preparam retaliação jurídica contra proibição anunciada pelo governo – – –
Zanin dá 48 horas à Anatel antes de decidir sobre internet nas eleições – – –
Fachin ouve PGR antes de decidir sobre afastamento do diretor-geral da PF – – –
STF limita poder de estados para retirar benefício de ICMS – – –
Conselho do MPF decide hoje se investiga atuação de Gonet no caso Master – – –

Moraes proíbe Cremesp de pedir prontuário de pacientes que fizeram aborto legal

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) de pedir prontuários médicos de pacientes que realizaram aborto legal. A decisão, dada nesta terça-feira (10/12), é valida para qualquer estabelecimento hospitalar paulista. 

A decisão foi tomada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1141 do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) contra uma resolução do Cremesp que proibiu o uso da técnica de assistolia fetal para interromper gestações acima de 22 semanas em casos de estupro.

O ministro afirma no despacho que a medida foi necessária “diante de notícias reportando novas solicitações do Cremesp por prontuários médicos de pacientes que realizaram aborto legal no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), vinculado à Universidade Estadual Julio de Mesquita Filho (UNESP)”.

No início deste mês, Moraes já tinha solicitado ao presidente do Cremesp informações sobre a necessidades dos pedidos. Além de ter proibido o estado e o Município de São Paulo de fornecerem dados pessoais constantes de prontuários médicos de pacientes que realizaram aborto legal.

O conselho também foi intimado a informar se as requisições foram mesmo feitas e esclarecer as circunstâncias em que elas ocorreram. Caso se confirmem, o presidente do órgão poderá ser responsabilizado pessoalmente, diz o despacho. Segundo a avaliação do ministro, não há justificativa para a requisição desses dados.

O despacho também intimou a direção do Hospital das Clínicas de Botucatu e o município para tomar conhecimento das medidas de proibição. 

A reportagem entrou em contato com o Conselho, que informou que não se manifestará sobre o assunto. Em uma nota técnica, divulgada no dia 02.12, afirma que tem o “Programa Aborto Legal”, que realiza fiscalizações para “apurar, de forma integral, a regularidade da execução” e “verificando tanto o cumprimento quanto o eventual descumprimento das normas estabelecidas”.

Autor

Leia mais

Martelo da Justiça e códigos sobre uma mesa, aguardando a tramitação de um processo

CMN proíbe fundos de comprar direitos que dependem do resultado de ações ou de arbitragem

Há 46 minutos

Conselho do MPF tem 3 a 0 para manter Gonet no caso Master e 2 a 1 contra apuração

Há 1 hora
A foto mostra o ministro Gilmar Mendes, do STF, em julgamento no plenário da Corte. Ele é um homem branco e calvo.

Gilmar Mendes propõe levar ao Plenário do STF disputa de R$ 103 bi sobre precatórios de usinas

Há 2 horas

STF julga privatização da Corsan, reserva legal, reserva de plenário e liberdade de expressão no Plenário Virtual

Há 2 horas

Mendonça suspende novamente multas da NR-1 sobre saúde mental por mais 90 dias

Há 4 horas
Bets, proibição e Lula

Bets preparam retaliação jurídica contra proibição anunciada pelo governo

Há 6 horas