Por Hylda Cavalcanti
O julgamento dos mandantes do assassinato da vereadora e manifestante de Direitos Humanos Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, que acontece no Supremo Tribunal Federal (STF), está sendo acompanhado de perto por muitos políticos, sobretudo parlamentares do PSOL, legenda à qual era filiada a vereadora.
Dentre eles, marcaram presença durante a manhã e retornaram no período da tarde a deputada federal e ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Erika Kokay (PT-DF), os deputados do PSOL Tarcísio Motta (RJ), Chico Alencar (RJ), Pastor Henrique Vieira (RJ), Talíria Petrone (RJ) e Fernanda Melchionna (RS).
Assim como o deputado licenciado e atual presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo (RJ).
“Depois do julgamento”
Freixo, que teve Marielle como assessora no seu gabinete quando deputado estadual, foi um dos que ficou mais próximo da família e acolheu a filha da vereadora num momento em que ela chorou, mas evitou falar com a imprensa num primeiro momento. Afirmou que pretende aguardar o final do julgamento.
“Esse julgamento precisa ser um marco de enfrentamento ao crime organizado, às milícias e instituições que atuaram para obstruir as investigações e dificultar a elucidação das mortes de por Marielle e Anderson”, disse Tarcísio, líder da bancada do PSOL.
“Nós todos sabemos quanta dor sentimos por conta desse processo, o quanto foi importante acompanhar as investigações”, acrescentou.


