STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos – – –
Três vezes Scorsese – – –
Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos – – –
Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP – – –
Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF – – –
Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ – – –
Certidões de óbito de pessoas mortas por policiais terão de detalhar contexto, além da causa médica – – –
TSE pede para Congresso incluir na Lei da Ficha Limpa inelegibilidade de quem comete violência doméstica – – –
STJ nega novo recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, que cumpre pena em Limeira (SP) – – –
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determina arquivamento de inquérito contra youtuber Monark – – –

STF discute se Justiça Federal pode julgar violação de sigilo de dados

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O Supremo Tribunal Federal está analisando no plenário virtual o Recurso Extraordinário (RE) 606881, proposto pelo Ministério Público Federal, que discute a competência da Justiça Federal para processar e julgar ações penais ajuizadas por suposta interceptação de dados de sistemas da administração pública federal. Essa competência foi estabelecida em tese firmada pelo STF, com repercussão geral (Tema 649), mas na visão do MPF não foi observada em decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

No caso concreto, o MPF questionou o acórdão do TRF3,que declarou a incompetência da Justiça Federal para julgar a questão e determinou a nulidade dos atos decisórios da respectiva ação penal, contrariando o Supremo.

Em junho de  2020, o relator, ministro Luiz Fux, julgou o pedido prejudicado, porque a punibilidade dos fatos foi extinta devido à perda do objeto da ação de origem. Segundo o ministro, desde então, não foi possível identificar nenhum outro recurso sobre o tema suspenso ou parado no país. Para Fux, diante deste cenário, não há mais como se reconhecer a repercussão geral da matéria constitucional. 

Fux reforçou que o plenário do STF pode rever decisão tomada anteriormente sobre a repercussão geral de um determinado tema quando o mérito ainda não tiver sido julgado, conforme previsto no regimento interno da Corte.  

“Resta clara a possibilidade de revisão do entendimento acolhido pelo Plenário da Corte, no sentido de repercussão geral de uma determinada questão constitucional. Ante a inexistência, demonstrada nestes autos, de outros recursos sobre a matéria, penso estarmos justamente diante de caso em que a revisão do reconhecimento da repercussão geral se impõe”, concluiu.

 Até o momento, acompanharam o relator os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. O julgamento vai até o dia 06/12.

 

Autor

Leia mais

Cabos do Exército durante desfile

STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos

Há 3 dias

Três vezes Scorsese

Há 3 dias
Edifício-sede do CNJ em Brasília

Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos

Há 3 dias
Sede do TJSP

Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP

Há 3 dias

Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF

Há 3 dias
Homem depredando relógio histórico no Palácio do Planalto em 8/1/23

Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ

Há 3 dias