STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos – – –
Três vezes Scorsese – – –
Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos – – –
Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP – – –
Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF – – –
Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ – – –
Certidões de óbito de pessoas mortas por policiais terão de detalhar contexto, além da causa médica – – –
TSE pede para Congresso incluir na Lei da Ficha Limpa inelegibilidade de quem comete violência doméstica – – –
STJ nega novo recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, que cumpre pena em Limeira (SP) – – –
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determina arquivamento de inquérito contra youtuber Monark – – –
Edifício-sede da Caixa Econômica Federal

Caixa é condenada por cobrar de viúva dívida de consignado

Há 2 anos
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A 10ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que a Caixa Econômica Federal não pode cobrar da viúva, descontando da pensão por morte,  dívida de crédito consignado de servidor falecido. O banco foi condenado a pagar R$ 5 mil em danos morais pela cobrança indevida.

Segundo a pensionista apelante, o banco teria feito os descontos afirmando que a pensão por morte não integra a herança e a ausência de previsão contratual específica transfere responsabilidade para a pensionista.  A mulher então pediu o fim dos descontos e indenização por danos morais e materiais.

Na sentença, a desembargadora federal Ana Carolina Roman, relatora da ação, deu provimento parcial à demanda, considerando a cobrança indevida, porém, sem a extinção da dívida.

A juiza destacou que o art. 16 da Lei 1.046/50 previa a extinção de dívida oriunda de contrato de consignação em folha em caso de falecimento do consignante, mas esse entendimento foi revogado por entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça e do TRF1. 

Roman apontou que “a ausência de cláusula contratual que preveja a extinção da dívida e de seguro prestamista afasta a possibilidade de quitação automática do débito”. Por outro lado, segundo a magistrada, qualquer desconto nos rendimentos de pensão da autora é ilegal e deve ser afastado, mesmo porque a cobrança na forma consignada pressupõe a autorização formal do contratante. Os danos morais foram demonstrados nos autos em face da cobrança indevida incidente sobre a pensão da autora.

Dessa forma, o colegiado da 10ª Turma deu parcial provimento à apelação contra a sentença que julgou improcedente o pedido da pensionista para extinguir a dívida de crédito consignado da Caixa, mas procedente o pedido para suspensão da cobrança das parcelas na folha de pagamento da autora, bem como a restituição em dobro os valores indevidamente descontados diretamente em sua folha, além da indenização de R$ 5 mil.

Autor

Leia mais

Cabos do Exército durante desfile

STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos

Há 14 horas

Três vezes Scorsese

Há 15 horas
Edifício-sede do CNJ em Brasília

Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos

Há 15 horas
Sede do TJSP

Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP

Há 15 horas

Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF

Há 16 horas
Homem depredando relógio histórico no Palácio do Planalto em 8/1/23

Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ

Há 16 horas