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Ex-presidente Jair Bolsonaro

Moraes aumenta número de agentes do GSI para a segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro; decisão foi proferida nesta quinta-feira (2)

Há 7 meses
Atualizado quinta-feira, 2 de abril de 2026

Da Redação

Além de ampliar o limite de proibição de drones nas proximidades da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, onde ele cumpre prisão domiciliar em caráter humanitário, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou novas medidas em relação a Bolsonaro.

O magistrado autorizou o cadastro de seguranças ligados ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na residência do ex-presidente, que agora passam a ser 12. 

Mais quatro nomes

A decisão foi assinada na manhã desta quinta-feira (02/04), após a defesa de Bolsonaro informar, em petição complementar, as funções dos profissionais que atuam no local.

Com isso, além dos oito seguranças já autorizados para resguardar a residência, o ministro liberou a inclusão de mais quatro nomes. São eles Cristiano Marques de Mesquita; Jossandro da Silva; Estácio Leite da Silva Filho; e Vladimir Alves Ferraz.

O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação em crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.

Prisão domiciliar por 90 dias

Bolsonaro estava detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), localizado no Complexo da Papuda. 

Mas depois de ter sido levado às pressas para o hospital em razão de uma broncopneumonia, onde ficou hospitalizado por vários dias, ele recebeu autorização do STF para ter o regime prisional convertido para prisão domiciliar. A domiciliar tem caráter provisório por um período de 90 dias — podendo este prazo ser ou não revogado.

— Com informações do STF e agências de notícias 

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