STJ define regras para relevância no recurso especial – – –
STF mantém subteto salarial de auditores fiscais estaduais – – –
CNJ: 44 órgãos atingem 100% no Ranking da Transparência – – –
HJur recebe nesta terça-feira (25) presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho – – –
TRF3 mantém apreensão de esmeraldas na operação La Casa de Papel – – –
STJ admite vítima como interessada em PAD de assédio – – –
Justiça Federal condena homem por homofobia no Facebook – – –
TRF1 tira guarda de papagaio famoso em redes sociais – – –
TJSP mantém doação responsável de gatos em excesso – – –
Denúncias no Pardal triplicam nas Eleições 2026, diz TSE – – –

Presidente do TJRJ assume governo do RJ e tem prazo para convocar eleição indireta

Há 5 meses
Atualizado terça-feira, 24 de março de 2026

Da Redação

Com a renúncia do governador Cláudio Castro (PL), o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Ricardo Couto,  assume o  cargo. Com isso,  o estado entra em um processo incomum: uma eleição indireta para escolher quem vai comandar o Palácio Guanabara. O novo governador  tem apenas 48 horas para convocar a votação.

Por que o presidente do tribunal assume o governo?

Em condições normais, quando um governador deixa o cargo, quem assume é o seu vice, e na sequência da linha de sucessão o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). No entanto, Castro não tem vice, que renunciou quando assumiu como conselheiro do Tribunal de Contas do estado.  

O deputado  Rodrigo Bacellar (União), presidente afastado da Alerj, está impedido de exercer qualquer função por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é investigado por suposto envolvimento no vazamento de uma operação policial contra o Comando Vermelho.

O vice-presidente da Alerj, Guilherme Delaroli (PL), também não entra na linha de sucessão estadual. Por isso, coube ao presidente do tribunal assumir o cargo de forma interina, seguindo a ordem prevista na legislação.

Quando e como será a eleição indireta?

A eleição está marcada para o dia 22 de abril, ou seja, 30 dias após a vacância do cargo — como determina a lei. A votação acontecerá em sessão extraordinária convocada exclusivamente para esse fim na Alerj.

Por decisão liminar do ministro Luiz Fux, do STF, o voto dos deputados estaduais será secreto. Para vencer no primeiro turno, a chapa eleita precisará de pelo menos 36 votos entre os 70 parlamentares. Se nenhum candidato atingir esse número, os dois mais votados disputam um segundo turno, e vence quem tiver maioria simples.

Quem pode disputar o cargo?

Qualquer brasileiro com mais de 30 anos, domicílio eleitoral no Rio de Janeiro e filiação a um partido político pode ser candidato — desde que seja indicado pela direção do seu partido. As candidaturas devem ser registradas em chapas, com candidato a governador e vice, em até cinco dias úteis após a publicação do edital de convocação.

Há ainda uma exigência importante: quem ocupa cargo público precisa ter se afastado dele com pelo menos 180 dias de antecedência em relação ao pleito, conforme determinou o STF. Durante a campanha, os candidatos podem apresentar propostas aos deputados e fazer divulgação na internet, mas propaganda paga é proibida.

O que acontece depois da votação?

Assim que o resultado for definido, a Mesa Diretora da Alerj terá até 48 horas para dar posse ao novo governador e ao seu vice. A partir daí, o eleito assumirá o Palácio Guanabara pelo período restante do mandato, ou seja, até 31 de dezembro deste ano.

Autor

Leia mais

Edifício sede do STJ, em Brasília

STJ define regras para relevância no recurso especial

Há 11 horas

STF mantém subteto salarial de auditores fiscais estaduais

Há 11 horas
Logo do CNJ na fachada da sede do conselho

CNJ: 44 órgãos atingem 100% no Ranking da Transparência

Há 12 horas
Ministro presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho

HJur recebe nesta terça-feira (25) presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho

Há 13 horas

TRF3 mantém apreensão de esmeraldas na operação La Casa de Papel

Há 13 horas
fachada do prédio do STJ

STJ admite vítima como interessada em PAD de assédio

Há 13 horas