Da Redação
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25/09) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre pedidos pendentes relacionados às investigações dos casos do Banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Fachin estabeleceu prazo de cinco dias para que a PGR avalie as providências solicitadas, inclusive quanto à pertinência, necessidade e adequação das medidas e à eventual repercussão sobre investigações em andamento. Depois da manifestação da Procuradoria, os autos voltarão ao presidente do STF.
Prisão de investigados e manifestação
Entre os requerimentos pendentes estão pedidos relacionados à prisão de investigados no caso Master, além de uma manifestação do ministro André Mendonça e de uma solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
No despacho encaminhado à PGR, o presidente do STF afirmou que a procuradoria deverá avaliar a “pertinência, necessidade, adequação e eventual repercussão” das providências sobre investigações em andamento. A decisão também não define o que acontecerá com as investigações depois da manifestação da PGR. Após o parecer, os processos voltarão para análise de Edson Fachin.
Paradas aguardando decisão
As investigações do Master e do INSS foram enviadas à Presidência do STF em 12 de setembro, por determinação de Edson Fachin, e ficaram paralisadas à espera de uma nova decisão.
O STF chegou a começar a analisar a questão envolvendo Alexandre de Moraes, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino. A retomada das investigações do Master e do INSS permaneceu entre as questões pendentes de decisão de Fachin.
— Com Agências de Notícias