TST mantém condenação de Shopping em João Pessoa (PB) a pagar R$ 5 milhões por acidentes e mortes – – –
Filho em comum e noivado não garantem união estável pós-morte, decide STJ – – –
STF julga nesta quarta (21) incidência do ISS na base do PIS/Cofins e acesso a dados sigilosos – – –
Após condenação internacional, CNJ cria mecanismo para rastrear crimes contra defensores de direitos humanos – – –
Campanha de Lula pressiona Globo por checagem de fatos ao vivo em debate com Flávio – – –
Às vésperas do segundo turno, Fachin adverte que tribunais não podem governar no lugar da política – – –
CJF suspende pagamentos de nove precatórios que somam mais de R$ 775 milhões – – –
TSE revê números pela terceira vez e reduz para 453 mudanças nos locais de votação – – –
Pesquisas mostram empate técnico entre presidenciáveis, mas com percentuais diferentes – – –
Flávio e Lula querem anular candidaturas por propaganda irregular e compartilhamento seletivo de conteúdos nas redes – – –

Segurança de presidenciáveis será monitorada em tempo real pela PF

Há 3 meses
Atualizado segunda-feira, 20 de julho de 2026

Da Redação

A Polícia Federal coloca em operação, nesta segunda-feira, 20, a Sala Nacional de Comando e Controle, sediada em Brasília. A estrutura foi criada para acompanhar em tempo real a segurança dos candidatos à Presidência durante a campanha eleitoral deste ano. A ideia é simples: ter um único ponto de controle capaz de enxergar todas as equipes espalhadas pelo país e agir rápido se algo sair do previsto.

Na prática, a sala funciona como um painel central: de lá, a corporação consegue ver onde estão as equipes de proteção, quais agendas estão em andamento e se alguma ocorrência exige reforço imediato. Tudo isso sem precisar esperar relatórios ou ligações demoradas entre diferentes unidades do país.

A central foi montada dentro da operação nacional conduzida pela Diretoria de Proteção à Pessoa (DPP), setor da PF responsável por esse tipo de trabalho durante eleições.

Quantas pessoas estão envolvidas

A estrutura foi pensada para atender até dez candidaturas ao mesmo tempo. Para isso, a PF pode mobilizar até 458 pessoas, entre agentes de proteção, chefes de equipe e profissionais de inteligência e logística.

Além desse efetivo, as superintendências da PF em todos os estados também vão dar apoio às operações, o que amplia a capacidade de resposta em qualquer região do país.

Como funciona a adesão dos candidatos

A proteção só começa depois que as candidaturas são homologadas nas convenções partidárias, e cada campanha precisa solicitar o serviço. Segundo a PF, aderir à proteção é opcional, e isso pode ser feito mesmo depois que o período eleitoral já tiver começado.

Vale reforçar que a centralização das informações na sala de Brasília é só operacional. Dados mais sensíveis, como avaliações de risco e informações de inteligência sobre cada candidato, continuam restritos às equipes que cuidam diretamente daquela proteção específica.

Um plano de segurança para cada candidato

Nenhum presidenciável vai receber um esquema padrão. Cada um terá um plano individualizado, montado a partir de análises técnicas que levam em conta o histórico de ameaças contra aquela pessoa, informações de inteligência, o tipo de evento que ela vai participar, as rotas de deslocamento e o nível de segurança da região visitada.

Antes de qualquer compromisso de campanha, agentes da PF vão até o local com antecedência para reconhecer o espaço. Eles também trabalham junto com as polícias estaduais e municipais para fechar o esquema de segurança daquele evento específico.

O tamanho da equipe e os recursos usados podem aumentar ou diminuir dependendo do risco identificado em cada agenda.

Tecnologia usada na proteção

Conforme a necessidade de cada situação, a operação pode contar com veículos blindados, grupos táticos, sistemas para detectar e neutralizar drones, reconhecimento facial, monitoramento de ameaças feitas na internet e kits de inspeção contra bombas.

Preparação começou meses antes

Desde abril, a Polícia Federal vem se reunindo com partidos políticos e pré-candidatos para explicar como vai funcionar o modelo de segurança. Os 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já foram informados sobre a operação, e algumas campanhas participaram de encontros específicos para tirar dúvidas.

A corporação também investiu em treinamento: mais de 600 profissionais foram capacitados entre 2025 e 2026 para atuar diretamente na proteção dos candidatos.

Quanto vai custar a operação

O orçamento previsto para toda a operação é de aproximadamente R$ 95 milhões. O dinheiro será usado para mobilizar as equipes, contratar serviços e comprar equipamentos como viaturas blindadas, coletes balísticos de alto desempenho, sistemas antidrone e kits antibombas.

Autor

Leia mais

TST mantém condenação de Shopping em João Pessoa (PB) a pagar R$ 5 milhões por acidentes e mortes

Há 12 minutos

Filho em comum e noivado não garantem união estável pós-morte, decide STJ

Há 20 minutos

STF julga nesta quarta (21) incidência do ISS na base do PIS/Cofins e acesso a dados sigilosos

Há 2 horas

Após condenação internacional, CNJ cria mecanismo para rastrear crimes contra defensores de direitos humanos

Há 3 horas
Lula e Flávio no debate da TV Band

Campanha de Lula pressiona Globo por checagem de fatos ao vivo em debate com Flávio

Há 4 horas
Ministro Edson Fachin no plenário do STF

Às vésperas do segundo turno, Fachin adverte que tribunais não podem governar no lugar da política

Há 4 horas