Casal com união estável não pode fazer, via escritura, aplicação retroativa do regime de separação total de bens – – –
Justiça de SP nega prisão preventiva do homem que atropelou tio de Boulos – – –
Corregedoria Nacional de Justiça estabelece novas regras para agilizar venda de bens apreendidos pela PF  – – –
STF reconhece repercussão geral de revisão de valores pagos a hospitais que atendem pelo SUS – – –
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça, a cinco dias do segundo turno – – –
André Mendonça, do TSE, é designado o relator do pedido de Lula para quebra de sigilos – – –
Campanha contra assédio eleitoral segue no segundo turno após quase mil denúncias – – –
Mulher é condenada por extorsão após simular o próprio sequestro para tirar dinheiro da mãe – – –
TJDFT mantém indenização de R$ 18 mil a mãe e filhos abordados sob suspeita de furtar chinelo já pago – – –
Zanin cobra explicações do TSE e reabre disputa judicial sobre eleição no Rio – – –
A foto mostra a fachada da sede so Superior Tribunal Militar em Brasília.

STM amplia participação privada em audiência sobre licitações pró-equidade

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O Superior Tribunal Militar expande o diálogo sobre políticas equitativas nos processos de contratação pública, incluindo entidades privadas como a Confederação Nacional da Indústria, na audiência pública agendada para 18 de agosto.

A ministra-presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha, promove uma nova abordagem para políticas de equidade. A iniciativa busca propagar o compromisso social com práticas inclusivas tanto no setor público quanto privado. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) confirmou participação no evento.

A juíza auxiliar da Presidência, Amini Haddad conduziu as articulações com o setor empresarial. Durante reunião com dirigentes da CNI, apresentou detalhes sobre a Política de Estado Pró-Equidade. O diretor corporativo Cid Vianna elogiou a iniciativa e anunciou interesse em ações conjuntas.

Parceria estratégica com setor produtivo

A CNI demonstrou interesse em ampliar suas políticas antidiscriminatórias através da parceria. A entidade compromete-se a trazer o setor jurídico para projetos de contratações equitativas. O foco inclui salários equivalentes para homens e mulheres em cargos similares.

A colaboração também abrangerá exigências de compromisso com políticas de inclusão e equidade. Contratos futuros poderão estabelecer critérios específicos para fornecedores e prestadores de serviços. A medida visa institucionalizar práticas não discriminatórias no ambiente empresarial.

Guia ético em construção

Durante a audiência pública será formada uma comissão multissetorial. Representantes do setor público, iniciativa privada e sociedade civil trabalharão juntos. O objetivo é elaborar o “Guia Ético Equitativo para Contratos e Licitações Públicas”.

O documento servirá como mapa aplicável em todo o setor público brasileiro. A abrangência não se limitará apenas à Justiça Militar da União. O STM sinaliza implementação da responsabilidade social exigida pela Lei 14.133/2021.

Articulação interinstitucional

As reuniões preparatórias já incluem diversos órgãos estratégicos. Banco Central, Caixa Econômica Federal e secretarias distritais confirmaram interesse. OAB-DF, UnB e UFC também participam das discussões preliminares.

Entidades de classe como Sinduscon e Confederação Nacional do Comércio integram o projeto. A Secretaria de Economia, Finanças e Administração da Aeronáutica ofereceu apoio técnico. O Major Brigadeiro Roberto Nunes confirmou participação na elaboração do guia.

O evento reunirá dezenas de entidades públicas e privadas confirmadas. A audiência pública representa marco na construção de políticas inclusivas na Justiça Militar. A iniciativa pode servir de modelo para outros órgãos do Poder Judiciário.

Controle e fiscalização

O Guia exercerá papel de controlador dos dispositivos da nova lei de licitações. A norma obriga observância de políticas de inclusão e equidade em contratações públicas. O documento orientará implementação prática dessas exigências legais.

A disseminação de práticas antidiscriminatórias também está prevista. O material servirá como referência para administradores públicos em todo o país. A fiscalização do cumprimento das disposições legais será facilitada através das diretrizes claras.

Autor

Leia mais

Ministra Nancy Andrighi, do STJ

Casal com união estável não pode fazer, via escritura, aplicação retroativa do regime de separação total de bens

Há 12 horas
Atropelamento do tio do ministro Guilherme Boulos

Justiça de SP nega prisão preventiva do homem que atropelou tio de Boulos

Há 12 horas
Carros apreendidos pela PF

Corregedoria Nacional de Justiça estabelece novas regras para agilizar venda de bens apreendidos pela PF 

Há 14 horas
Ministro Gilmar Mendes, do STF

STF reconhece repercussão geral de revisão de valores pagos a hospitais que atendem pelo SUS

Há 14 horas

Eleitores não podem ser presos a partir desta terça, a cinco dias do segundo turno

Há 15 horas
Ministro André Mendonça, do STF e do TSE

André Mendonça, do TSE, é designado o relator do pedido de Lula para quebra de sigilos

Há 15 horas