Diretora de presídio feminino no Rio é presa por desvio de 70 kg de alimentos – – –
TSE informa, em nota, que não determinará a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar – – –
Propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV termina nesta sexta-feira (23) – – –
TRF3 e Mackenzie lançam plataforma para localizar intérpretes forenses – – –
Congressistas dos EUA querem reunião hoje com Meta para cobrar explicações sobre eleições no Brasil – – –
Lula nomeia candidata mais votada para chefiar Ministério Público do DF – – –
Aprovada regulamentação do Fundo Especial de Custas da Justiça Federal  – – –
Para STJ, Lei da Anistia não impede sentença estrangeira de crimes ligados à Operação Condor – – –
TSE cobra da Meta explicações sobre alcance de vídeo de Nikolas e ameaça multa de R$ 100 mil por hora – – –
PT pede ao TSE que dados liberados por Lula e Flávio sejam checados por órgãos oficiais – – –

Justiça mantém preso motorista de BMW que causou morte após acidente em Curitiba

Há 10 meses
Atualizado quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Da Redação

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou o pedido para soltar Gabriel Rodrigues Freitas, motorista de BMW acusado de matar outro condutor em acidente de trânsito ocorrido em 2024, na capital paranaense. O julgamento pelo Tribunal do Júri está marcado para 25 de maio deste ano. Desse modo, o acusado permanecerá preso até ser julgado pelo crime de homicídio qualificado.

A defesa tentou reverter a prisão preventiva ou antecipar a data do júri, mas o pedido foi recusado pelo STJ. O ministro Herman Benjamin explicou que ainda não é o momento da corte superior analisar o caso, pois o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) ainda não se manifestou de forma completa sobre o assunto.

Acidente aconteceu em avenida de Curitiba

Segundo o Ministério Público, Gabriel dirigia o veículo em alta velocidade por uma avenida de Curitiba quando bateu na traseira de outro carro. Um radar teria registrado que o BMW trafegava a 181 km/h em uma via com limite de 70 km/h – ou seja, mais do que o dobro da velocidade permitida.

Com o impacto da colisão, o carro atingido pegou fogo. O motorista da vítima sofreu queimaduras em cerca de 28% do corpo e foi levado ao hospital ainda com vida, mas acabou morrendo dias depois em decorrência dos ferimentos.

Júri foi adiado por motivos de saúde do advogado

Após a conclusão da fase de instrução criminal, Gabriel foi pronunciado. A Justiça entendeu que existem indícios suficientes de autoria e materialidade do crime para que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri. A sessão estava inicialmente marcada para o final de novembro de 2025, mas precisou ser remarcada.

O adiamento aconteceu a pedido do advogado de defesa, que alegou problemas de saúde. Com isso, a nova data foi definida para 25 de maio de 2026. Apesar da mudança na agenda, a Justiça decidiu manter Gabriel preso preventivamente.

Defesa alegou excesso de prazo na prisão

A defesa do motorista entrou com pedido de habeas corpus no STJ argumentando que há constrangimento ilegal no caso. Segundo os advogados, existe excesso de prazo na prisão preventiva, que foi decretada em agosto de 2024.

Para a defesa, Gabriel estaria preso não por uma necessidade específica que justifique a medida cautelar, mas sim por “inércia institucional e por mera reorganização de pauta” do júri. Por isso, os advogados pediram que a prisão fosse revogada ou, como alternativa, que o julgamento fosse antecipado e remarcado com prioridade.

STJ entendeu que decisão é prematura

O ministro Herman Benjamin rejeitou liminarmente o pedido de habeas corpus. Ele explicou que o STJ ainda não pode analisar a questão porque o Tribunal de Justiça do Paraná não examinou todos os pontos levantados pela defesa de forma colegiada.

Até o momento, apenas um desembargador se manifestou sobre o tema, em decisão individual (monocrática). Para que o STJ possa avaliar o caso, é necessário que haja uma decisão tomada por um grupo de desembargadores no tribunal estadual.

“Não há, pois, deliberação colegiada sobre a matéria trazida na presente impetração, o que inviabiliza o seu conhecimento pelo Superior Tribunal de Justiça”, concluiu o ministro em sua decisão.

Autor

  • Jeffis Carvalho

    Jornalista há 45 anos, formado pela PUC de São Paulo. Foi diretor de Criação do Telecurso TEC da Fundação Roberto Marinho, roteirista do Programa Saia Justa, no GNT. É consultor, especializado em Branding e Comunicação Corporativa; pesquisador de cinema e editor de Cinema do Estado da Arte, do Estadão.

Leia mais

Diretora de presídio feminino no Rio é presa por desvio de 70 kg de alimentos

Há 24 minutos
Reunião de ministros do TSE com plataformas

TSE informa, em nota, que não determinará a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar

Há 1 hora

Propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV termina nesta sexta-feira (23)

Há 4 horas

TRF3 e Mackenzie lançam plataforma para localizar intérpretes forenses

Há 5 horas

Congressistas dos EUA querem reunião hoje com Meta para cobrar explicações sobre eleições no Brasil

Há 5 horas

Lula nomeia candidata mais votada para chefiar Ministério Público do DF

Há 6 horas