TSE começou a enviar alertas no e-título para orientar eleitores em todo o país – – –
Corregedor eleitoral requer dados a Facebook e Shopee sobre denúncia de collab em campanhas  – – –
Carla Zambelli pede ao STF salvo-conduto para vir ao Brasil, votar na mãe (candidata) e retornar à Itália – – –
TST mantém responsabilidade subsidiária de empresa por valores devidos a terceirizados  – – –
Trabalho com armazenamento de gás é suficiente para enquadrar atividade como perigosa, diz TST – – –
TST mantém decisão que considerou discriminatória demissão de funcionária com transtorno bipolar  – – –
O que está em jogo na suspeição contra Gonet no Conselho do MPF – – –
STF discute em audiência pública a responsabilidade de parlamentares sobre emendas – – –
JF determina que AGU documente a fundamentação para a representação de Janja – – –
Na ONU, Lula defende soberania, critica Conselho de Segurança e cobra fim do feminicídio – – –
Emblema do SUS

Governo Federal Lança Programa que Permite a hospitais Trocar Dívidas por Atendimentos no SUS

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O governo federal apresentou nesta terça-feira o programa “Agora Tem Especialistas”, que permitirá hospitais privados reduzirem em até 70% os juros e multas de suas dívidas tributárias. Em contrapartida, as instituições deverão ofertar exames, consultas e cirurgias gratuitas para usuários do Sistema Único de Saúde.

A principal aposta da gestão Lula na área da saúde também garantirá período de seis meses sem cobrança de juros e multas. O detalhamento foi apresentado em coletiva no Ministério da Saúde com participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O mecanismo funciona através de sistema de créditos: após comprovação da oferta gratuita de serviços, o Ministério da Saúde informará a Fazenda sobre a prestação. O governo emitirá crédito financeiro que poderá ser usado para abater dívidas tributárias.

Inovação no Sistema de Saúde

“Esse mecanismo é inovador, nunca foi utilizado no SUS”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, o objetivo principal é reduzir as filas do Sistema Único de Saúde aproveitando ao máximo a estrutura do setor privado.

“Apesar de termos aumentado o número de cirurgias eletivas no SUS, o tempo de espera ainda é um entrave”, declarou Padilha. O programa representa a materialização de um projeto prioritário do presidente Lula para ampliar acesso a especialidades médicas.

A contrapartida de abatimento das dívidas visa incentivar maior participação do setor privado no atendimento público, criando sistema de compensação entre governo e hospitais particulares.

Critérios Regionais Diferenciados

O programa estabelece critérios distintos conforme a região do país, considerando diferenças na oferta de serviços. Segundo Padilha, a maior concentração de dívidas hospitalares está na região Sudeste, justificando a necessidade de parâmetros regionalizados.

Em locais com maior oferta de serviços, hospitais precisarão se comprometer com pelo menos R$ 100 mil mensais em atendimentos SUS. Nas regiões com menor quantidade de instituições e maiores demandas, o patamar será de R$ 50 mil mensais.

Essa diferenciação busca adequar o programa às realidades locais, garantindo participação equilibrada de instituições de todas as regiões do país.

Impacto Fiscal Limitado

O ministro Padilha negou relação do programa com discussões sobre elevação de alíquotas do IOF e afirmou não haver renúncia fiscal prevista para 2025. “Não há uma renúncia de R$ 2 bilhões”, esclareceu, referindo-se ao valor teto para abatimento de dívidas.

O programa permite que no máximo R$ 2 bilhões em dívidas sejam abatidos. Fernando Haddad revelou que instituições privadas acumulam R$ 34 bilhões em débitos com a União, valor que frequentemente o governo não consegue recuperar.

O impacto primário só deve ocorrer a partir de 2026, quando hospitais começarão efetivamente a trocar créditos tributários. Padilha admitiu possibilidade de renúncia fiscal de R$ 750 milhões no próximo ano.

Autores

Leia mais

Aplicativo e-título, do TSE

TSE começou a enviar alertas no e-título para orientar eleitores em todo o país

Há 5 horas
Ministro Villa Boas Cuêva, corregedor geral eleitoral

Corregedor eleitoral requer dados a Facebook e Shopee sobre denúncia de collab em campanhas 

Há 5 horas
Ex-deputada federal Carla Zambelli

Carla Zambelli pede ao STF salvo-conduto para vir ao Brasil, votar na mãe (candidata) e retornar à Itália

Há 6 horas
Ministro Maurício Godinho Delgado, durante sessão do TST

TST mantém responsabilidade subsidiária de empresa por valores devidos a terceirizados 

Há 7 horas

Trabalho com armazenamento de gás é suficiente para enquadrar atividade como perigosa, diz TST

Há 8 horas

TST mantém decisão que considerou discriminatória demissão de funcionária com transtorno bipolar 

Há 9 horas