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Durante nova fase de operação da PF, pessoas jogam mala de dinheiro pela janela, em SC. Caso envolve o Master e o Rioprev

Há 7 meses
Atualizado quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Da Redação

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11/02), a terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro envolvendo a gestão de recursos do Rioprevidência (fundo de pensão dos servidores do Estado do Rio de Janeiro) e do Banco Master. 

Na ação de hoje, os policiais federais cumprem dois mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados nos municípios de Balneário Camboriú e de Itapema, localizados em Santa Catarina, com o apoio de equipes da Delegacia de Polícia Federal em Itajaí (SC).

Obstrução de investigação

Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e de ocultação de provas. 

Assim que a equipe chegou para realizar as buscas no apartamento localizado em Balneário Camboriú, um dos ocupantes do imóvel jogou uma mala contendo dinheiro, em espécie, da janela do apartamento. O montante foi recuperado pelos policiais, mas a quantia não foi revelada. Os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones. 

Ex-presidente do Rioprev

O principal alvo da apuração é o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes, preso desde a semana passada. Ele é suspeito de atuar para direcionar quase R$ 1 bilhão em aplicações irregulares e, posteriormente, tentar obstruir a coleta de provas.

Entre novembro de 2023 e julho de 2024, a Rioprevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição financeira. Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

— Com informações da PF e de Agências de Notícias

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