Da Redação
Iniciativa reúne ministros, magistrados e juristas para propor melhorias no Judiciário brasileiro
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, criou um grupo de estudos dedicado a pensar o futuro do sistema de Justiça no país. O colegiado vai reunir especialistas de diferentes áreas para identificar boas práticas — tanto no Brasil quanto no exterior — e sugerir caminhos para tornar a Justiça mais eficiente e confiável para a população.
A iniciativa foi formalizada por meio do Centro de Estudos Constitucionais do STF (CESTF) e tem caráter consultivo e acadêmico, ou seja, funciona como um espaço de reflexão técnica, sem poder de decisão imediata sobre casos concretos.
O que o grupo vai estudar
Entre os temas que devem entrar na pauta estão questões como governança judicial, transformação digital, acesso à Justiça e a relação de confiança entre a população e as instituições. O grupo também pretende discutir formas de agilizar processos, estimular a cooperação entre os diferentes órgãos do sistema judiciário e promover inovações institucionais.
A ideia é sistematizar experiências bem-sucedidas e traduzi-las em propostas concretas de aperfeiçoamento — tanto para o STF quanto para o restante do Judiciário nacional.
Quem vai conduzir os trabalhos
O grupo será presidido por Fernando Facury Scaff, diretor do CESTF. A função de relator ficará com Ney de Barros Bello Filho, desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A composição do colegiado reúne ministros de tribunais superiores, magistrados, professores de Direito e juristas de diferentes órgãos do sistema de Justiça — o que garante uma visão ampla e plural sobre os desafios do setor.