Da Redação
Kassio Nunes Marques destacou transparência do sistema de votação na abertura das sessões presenciais do tribunal
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta terça-feira (3) que a urna eletrônica é um patrimônio da democracia brasileira. A declaração foi feita durante a retomada das sessões presenciais do tribunal, após o recesso de julho.
Reabertura das sessões marca discurso sobre confiança no voto
Ao abrir os trabalhos, o ministro aproveitou o momento para reforçar a solidez do sistema eleitoral brasileiro. Ele convidou a população a participar da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, que vai reunir demonstrações práticas de uso da urna, palestras e exposições voltadas ao público.
A iniciativa também terá ações voltadas ao combate à desinformação sobre o processo eleitoral, tema que tem ganhado espaço às vésperas das eleições deste ano.
Objetivo é aproximar sociedade do processo eleitoral
Segundo Nunes Marques, a proposta da semana temática é ampliar o entendimento da população sobre as várias etapas da eleição. Ele destacou que a transparência, aliada a informações de qualidade e à participação da sociedade, sustenta a confiabilidade do sistema.
Para o ministro, esses elementos comprovam a solidez e a constante atualização tecnológica de um mecanismo que, em suas palavras, representa um patrimônio da democracia no Brasil.
Justiça Eleitoral reforça compromisso com transparência
O presidente do TSE reafirmou que o tribunal mantém as portas abertas para quem quiser conhecer de perto, acompanhar ou fiscalizar as etapas da eleição. Segundo ele, esse acesso não é um gesto isolado, mas um princípio que sustenta a confiança da população nas eleições brasileiras.
Calendário eleitoral de 2026
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Nessa data, os eleitores vão escolher deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
Já o segundo turno, previsto para 25 de outubro, pode ocorrer nas disputas para governador e para presidente. Essa etapa só acontece se nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, sem contar votos brancos e nulos.