STF cancela sessão plenária extraordinária desta quinta-feira (10/9) – – –
Justiça de Itajaí nega autorização geral para exposição de crianças em redes sociais da mãe – – –
TST eleva para R$ 300 mil indenização a bancário sequestrado com a família em assalto – – –
TJMG mantém indenização a idosa por falhas em implantes dentários – – –
Justiça do DF reduz indenização por abordagem truculenta em blitz da Lei Seca – – –
MPF processa dez pessoas por extração ilegal de cassiterita e ouro em terra Yanomami – – –
Moraes cancela pronunciamento pouco depois de convocar a imprensa – – –
STJ garante continuidade de tratamento para criança com TDAH após fim de plano coletivo – – –
Moraes convoca pronunciamento à imprensa em meio a crise institucional no STF – – –
PF faz operação para apurar suspeitas no esquema de financiamento do filme sobre Bolsonaro – – –

Justiça federal encerra processo sobre manutenção de pedágios desativados no Paraná

Há 6 meses
Atualizado sexta-feira, 27 de março de 2026

Da Redação

Uma ação judicial movida contra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que cobrava cuidados com antigas praças de pedágio no Paraná, foi encerrada pela 5ª Vara Federal de Curitiba. As estruturas tinham sido desativadas em 2021, após o fim de concessões rodoviárias na região.

A juíza federal substituta Giovanna Mayer extinguiu o processo depois que o órgão federal demonstrou ter cumprido os compromissos assumidos e a parte autora deixou de se manifestar.

O que motivou a ação judicial

A ação civil pública foi movida pelo Instituto Brasil Transportes (IBT) com o objetivo de garantir que as praças de pedágio desativadas fossem conservadas — incluindo as estruturas físicas e o entorno imediato. Com o fim das antigas concessões, a responsabilidade pela zeladoria passou diretamente ao poder público, e o instituto questionava se essa manutenção estava sendo feita de forma adequada.

Durante o processo, as partes chegaram a um acordo em audiência de conciliação. O resultado foi um plano formal elaborado pelo DNIT, chamado “Plano de Manutenção de Praças de Pedágio e Edificações Auxiliares”, que estabelecia os compromissos e o cronograma de execução.

Como o DNIT demonstrou o cumprimento das obrigações

Para permitir o acompanhamento das medidas, o processo ficou suspenso em dois momentos distintos. Nesse período, o DNIT entregou relatórios periódicos com atualizações sobre as obras e intervenções realizadas — envolvendo sinalização, iluminação e conservação geral das estruturas.

Ao concluir as ações previstas, o órgão federal pediu o encerramento do processo por perda de objeto, argumento jurídico usado quando a finalidade de uma ação já foi alcançada na prática. O IBT, no entanto, foi notificado mais de uma vez para se posicionar sobre o cumprimento das medidas e sobre o pedido de extinção — e não respondeu em nenhuma das oportunidades.

Por que o processo foi encerrado

Diante do silêncio do instituto e das provas apresentadas pelo DNIT, a juíza Giovanna Mayer decidiu pelo encerramento da ação. Na sentença, ela registrou que o órgão federal comprovou a implementação das medidas de manutenção, sinalização e iluminação conforme o cronograma que havia sido acordado entre as partes.

A decisão marca o fim da disputa jurídica em torno da conservação dessas estruturas. Com ela, considera-se que o poder público cumpriu as obrigações assumidas em relação às antigas praças de pedágio desativadas no Paraná.

Autor

Leia mais

STF cancela sessão plenária extraordinária desta quinta-feira (10/9)

Há 2 horas
Plataformas de internet

Justiça de Itajaí nega autorização geral para exposição de crianças em redes sociais da mãe

Há 4 horas

TST eleva para R$ 300 mil indenização a bancário sequestrado com a família em assalto

Há 5 horas

TJMG mantém indenização a idosa por falhas em implantes dentários

Há 5 horas

Justiça do DF reduz indenização por abordagem truculenta em blitz da Lei Seca

Há 6 horas

MPF processa dez pessoas por extração ilegal de cassiterita e ouro em terra Yanomami

Há 6 horas