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Policiais federais atuando nos postos de combustíveis

Operação ‘Vem Diesel’ da PF fiscaliza postos em 11 estados e no DF para identificar práticas abusivas e irregularidades na venda de combustíveis

Há 5 meses
Atualizado sexta-feira, 27 de março de 2026

Por Hylda Cavalcanti

Está nas ruas desde o início desta sexta-feira (27/03), a operação intitulada ‘Vem Diesel’, da Polícia Federal,  para fiscalização em postos de combustíveis em 11 estados e no Distrito Federal. Conforme informações iniciais da corporação, o  objetivo da ação é identificar práticas abusivas na formação de preços e possíveis irregularidades na comercialização de gasolina, etanol e diesel.

As inspeções acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins, Goiás e no Distrito Federal.

Força-tarefa

São realizadas em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgãos estaduais de proteção e defesa do consumidor (Procons) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

A força-tarefa atua de forma coordenada para verificar desde a qualidade dos combustíveis até a transparência na composição dos preços cobrados ao consumidor final.

Aumentos injustificados

A força-tarefa atua também para apurar denúncias de aumentos considerados injustificados em diferentes regiões do país e possíveis práticas irregulares, como cartelização, adulteração de combustíveis e descumprimento de normas de informação ao público.

De acordo com técnicos da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), o Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.

Regras e parâmetros

Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. 

O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo.Por isso, algumas regras devem ser  observadas como parâmetros para identificar se estão sendo observadas ou não irregularidades.

— Com informações da PF e Agências de Notícias

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