Da Redação
Depois de vários dias fora do ar, o Superior Tribunal Militar (STM) informou que seu portal eletrônico voltou a operar normalmente desde o final da tarde de sexta-feira (17/07), após a conclusão das ações de recuperação decorrentes do seu sistema.
A Corte atribuiu o episódio ao que qualificou como “um incidente de segurança cibernética identificado no último dia 2 de julho”, mas a imprensa anunciou amplamente que o Tribunal teria sido alvo de um ataque hacker.
Adoção de protocolos
Conforme explicaram técnicos da área de Tecnologia da Informação (TI) do TSE, assim que a indisponibilidade foi detectada, as equipes adotaram as medidas previstas nos protocolos de segurança, isolaram os sistemas afetados e iniciaram os procedimentos de análise, contenção e recuperação do ambiente tecnológico.
E enfatizaram que “durante o período de indisponibilidade, a prioridade do STM foi restabelecer os serviços com segurança, preservar a integridade dos sistemas e garantir a continuidade do atendimento ao público”.
Contexto de ataques cibernéticos
A Corte admitiu que o incidente ocorreu “em um contexto de ataques cibernéticos que também atingiram outras instituições públicas”. Mas acentuou que “cada ocorrência possui características próprias e é tratada de forma individualizada pelas autoridades competentes”.
“O STM respondeu prontamente ao incidente, seguindo rigorosamente seus protocolos de segurança. As equipes técnicas atuaram de forma contínua para restabelecer os serviços com segurança, preservando a integridade dos sistemas e das informações”, informou o chefe da equipe de TI, cujo nome não foi divulgado pelo Tribunal.
Providências cabíveis
O incidente foi comunicado às autoridades brasileiras competentes para a adoção das providências cabíveis.
E o STM acrescentou na nota que “segue monitorando seus ambientes tecnológicos e adotando medidas permanentes de fortalecimento da segurança da informação, reafirmando seu compromisso com a transparência, a continuidade dos serviços e a proteção de seus sistemas e dados institucionais”.
— Com informações do STM