STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos – – –
Três vezes Scorsese – – –
Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos – – –
Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP – – –
Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF – – –
Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ – – –
Certidões de óbito de pessoas mortas por policiais terão de detalhar contexto, além da causa médica – – –
TSE pede para Congresso incluir na Lei da Ficha Limpa inelegibilidade de quem comete violência doméstica – – –
STJ nega novo recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, que cumpre pena em Limeira (SP) – – –
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determina arquivamento de inquérito contra youtuber Monark – – –
Ministro Alexandre de moraes, do STF

Moraes revoga cautelares de investigados em inquérito sobre milícias no RJ

Há 3 meses
Atualizado sexta-feira, 24 de julho de 2026

Da redação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou as medidas cautelares que haviam sido impostas a Márcio Correia de Oliveira e ao policial militar Antônio Gomes da Silva Neto. Com a decisão, foi determinada a retirada imediata dos equipamentos de monitoramento eletrônico que ambos utilizavam desde julho.

Os dois são investigados no Inquérito (INQ) 5020, aberto para apurar a atuação de grupos criminosos violentos no Rio de Janeiro e possíveis conexões desses grupos com agentes públicos do estado. A decisão do relator considerou que não há, neste momento, elementos suficientes para justificar a manutenção das restrições.

Prisão em flagrante e apreensão de armas

Márcio e Antônio foram presos em flagrante após a apreensão de três armas de fogo, entre elas um fuzil de uso restrito pertencente à Polícia Militar do Rio de Janeiro. Márcio foi autuado por posse de arma de fogo de uso restrito, enquanto Antônio respondeu por porte de arma de uso restrito e participação em organização criminosa armada.

Desde o dia 10 de julho, ambos estavam em liberdade provisória, por decisão do próprio ministro Alexandre de Moraes, condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, entre elas o monitoramento eletrônico.

Defesa apresenta documentos que embasaram a decisão

Em depoimento, Márcio afirmou que a arma encontrada em seu veículo pertencia ao policial responsável por sua escolta, um 3º sargento da PMRJ. A defesa anexou aos autos cópia do Relatório de Armas em Serviço, documento que indicaria a cessão regular do armamento pela corporação.

Já Antônio disse ser policial militar lotado na Unidade Prisional de Niterói e relatou que atuava como segurança no imóvel onde ocorreu a diligência policial — o que, segundo seus advogados, justificaria o porte da arma da corporação naquele momento.

Moraes vê ausência de indícios penais imediatos

Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes entendeu que os documentos apresentados pela PMRJ corroboram as explicações dos investigados e não permitem, por ora, concluir pela prática de porte ilegal de arma de fogo. O ministro ressaltou que eventuais irregularidades na cessão de policiais ou no uso das armas fora das normas internas da corporação devem ser apuradas na esfera administrativa, por não apresentarem, neste momento, repercussão penal imediata.

Autor

Leia mais

Cabos do Exército durante desfile

STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos

Há 23 horas

Três vezes Scorsese

Há 24 horas
Edifício-sede do CNJ em Brasília

Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos

Há 1 dia
Sede do TJSP

Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP

Há 1 dia

Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF

Há 1 dia
Homem depredando relógio histórico no Palácio do Planalto em 8/1/23

Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ

Há 1 dia