STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos – – –
Três vezes Scorsese – – –
Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos – – –
Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP – – –
Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF – – –
Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ – – –
Certidões de óbito de pessoas mortas por policiais terão de detalhar contexto, além da causa médica – – –
TSE pede para Congresso incluir na Lei da Ficha Limpa inelegibilidade de quem comete violência doméstica – – –
STJ nega novo recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, que cumpre pena em Limeira (SP) – – –
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determina arquivamento de inquérito contra youtuber Monark – – –
Jornalistas anotam e gravam apuração

ABRAJI pede ao STF que reveja proibição de gravação de audiências

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revisão da decisão que proibiu jornalistas de gravarem áudios ou imagens nas audiências sobre a suposta trama golpista. Os depoimentos estão programados para começar na próxima semana e incluem como réu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Restrição à imprensa

A decisão do STF impede que profissionais de comunicação façam registros de áudio ou visuais durante as sessões em que serão ouvidos os envolvidos na ação penal que investiga uma possível tentativa de golpe de Estado. A medida afeta diretamente a cobertura jornalística de um dos processos de maior interesse público em andamento no país.

Segundo a Abraji, a restrição representa um obstáculo ao trabalho da imprensa na cobertura de um caso de grande relevância nacional. A associação argumenta que o acesso a registros completos das audiências é fundamental para garantir uma cobertura precisa e contextualizada dos acontecimentos.

Defesa da transparência

Em seu pedido de reconsideração, a entidade destaca a importância da transparência em processos de interesse público e o papel essencial do jornalismo na intermediação entre as instituições e a sociedade. A Abraji enfatiza que a gravação de audiências em processos de grande repercussão permite que a imprensa cumpra seu papel informativo com maior precisão.

O caso tem como um dos réus o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de outros sete investigados por supostamente planejarem ações para impedir a posse do presidente eleito em 2022. A investigação ganhou notoriedade após a divulgação de gravações de reuniões em que teria sido discutida a possibilidade de interferência no resultado eleitoral.

Princípio da publicidade

A associação argumenta que a restrição contraria o princípio constitucional da publicidade dos atos processuais, especialmente considerando a relevância do caso para a democracia brasileira. A entidade defende que o registro das audiências não compromete o andamento do processo e contribui para a informação adequada da sociedade.

Até o momento, o STF não se manifestou sobre o pedido de reconsideração apresentado pela Abraji. As primeiras audiências estão programadas para a próxima semana e devem incluir o depoimento de testemunhas-chave no processo que investiga a suposta articulação de um plano para impedir a transição de governo.

Autor

Leia mais

Cabos do Exército durante desfile

STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos

Há 3 dias

Três vezes Scorsese

Há 3 dias
Edifício-sede do CNJ em Brasília

Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos

Há 3 dias
Sede do TJSP

Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP

Há 3 dias

Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF

Há 3 dias
Homem depredando relógio histórico no Palácio do Planalto em 8/1/23

Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ

Há 3 dias