TSE determina que imagens de pessoas em propaganda eleitoral devem aparecer sempre borradas  – – –
Corregedor eleitoral nega pedido de Flávio para suspender canais do governo – – –
STF mantém regras de organização da Polícia Penal de São Paulo – – –
Presidente do TSE dá 24 horas à Meta para apresentar relatório técnico sobre canal ‘Exército do Lula’ – – –
TST aumenta 6x a indenização para gestante obrigada a vomitar em lata de lixo – – –
Médico condenado por ofensas a colega em denúncia ao conselho deve pagar R$ 3 mil – – –
Campanhas de Lula e Flávio entregam petição conjunta ao TSE para quebra de sigilos – – –
STF retoma julgamento sobre acesso a dados sigilosos em investigações criminais – – –
Após 240 dias de impasse, CNJ anula recusa e determina promoção no TJRN – – –
INSS não pode usar robôs para negar benefício sem permitir novas provas, decide STJ – – –
Código processual, martelo da Justiça e Balança da Justiça, todos sobre uma mesa

Homem que matou cadela com tiro tem condenação mantida pela Justiça de SP

Há 7 meses
Atualizado terça-feira, 17 de março de 2026

Da Redação

Um homem que atirou e matou sua própria cachorra, uma pitbull, teve a condenação mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão foi tomada em março de 2026 pela 16ª Câmara de Direito Criminal, que rejeitou o recurso da defesa e confirmou a pena de três anos e quatro meses de reclusão em regime aberto.

O caso aconteceu em São Vicente, no litoral paulista, e chamou atenção pela forma como o crime foi cometido — e registrado.

O que aconteceu

Segundo o processo, o réu estava fora de casa quando foi avisado de que a cadela havia atacado seus pais. Ao voltar para o local, em vez de acionar autoridades ou buscar outra solução, ele colocou o animal no colo e disparou um tiro na cabeça dela. Toda a cena foi gravada por câmeras de monitoramento instaladas em vias públicas.

A condenação em primeira instância partiu da 3ª Vara Criminal de São Vicente. Insatisfeita, a defesa recorreu ao tribunal estadual alegando que o homem havia agido em estado de necessidade — ou seja, que o disparo teria sido para proteger a si mesmo ou aos seus pais.

Por que a tese de defesa foi rejeitada

O relator do recurso, desembargador Otávio de Almeida Toledo, não aceitou o argumento. Para ele, no momento do disparo, a cadela não representava nenhum perigo imediato a ninguém. O magistrado destacou que a excludente de ilicitude — que poderia isentar o réu de punição — exige que o perigo seja atual e real, o que não ficou comprovado nos autos.

Em outras palavras: quando o homem voltou para casa e atirou no animal, a situação de risco já havia cessado. A ação, portanto, não se enquadra como defesa legítima nem como estado de necessidade previsto em lei.

Pena foi mantida e ainda tem agravante

Além de confirmar a condenação, o desembargador destacou que a pena aplicada é adequada porque o disparo aconteceu em via pública, colocando em risco outras pessoas que estavam no local. Esse fator foi considerado uma circunstância que agrava a conduta para além do crime de maus-tratos em si.

O julgamento foi unânime, com a participação dos desembargadores Guilherme de Souza Nucci e Camargo Aranha Filho. O regime inicial aberto significa que o condenado poderá cumprir a pena sem precisar ficar preso, desde que cumpra as condições impostas pela Justiça.

Autor

Leia mais

Sessão plenária do TSE

TSE determina que imagens de pessoas em propaganda eleitoral devem aparecer sempre borradas 

Há 3 minutos
Ministro e corregedor-geral da Justiça Eleitoral Ricardo Villas Boas Cuêva, do TSE, durante sessão

Corregedor eleitoral nega pedido de Flávio para suspender canais do governo

Há 38 minutos

STF mantém regras de organização da Polícia Penal de São Paulo

Há 41 minutos
Presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, durante sessão

Presidente do TSE dá 24 horas à Meta para apresentar relatório técnico sobre canal ‘Exército do Lula’

Há 56 minutos

TST aumenta 6x a indenização para gestante obrigada a vomitar em lata de lixo

Há 60 minutos

Médico condenado por ofensas a colega em denúncia ao conselho deve pagar R$ 3 mil

Há 1 hora