STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos – – –
Três vezes Scorsese – – –
Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos – – –
Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP – – –
Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF – – –
Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ – – –
Certidões de óbito de pessoas mortas por policiais terão de detalhar contexto, além da causa médica – – –
TSE pede para Congresso incluir na Lei da Ficha Limpa inelegibilidade de quem comete violência doméstica – – –
STJ nega novo recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, que cumpre pena em Limeira (SP) – – –
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determina arquivamento de inquérito contra youtuber Monark – – –

Moraes autoriza ressonância magnética no joelho de Braga Netto

Há 7 meses
Atualizado terça-feira, 24 de março de 2026

Por Carolina Villela

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, a realizar uma ressonância magnética no joelho esquerdo para avaliação de lesão no menisco. A decisão foi tomada no âmbito da Execução Penal (EP) 171, após solicitação encaminhada pelo Comandante da 1ª Divisão de Exército e da Guarnição da Vila Militar, onde o general se encontra detido desde dezembro de 2024.

O procedimento estava agendado para o dia 24 de março de 2026, com realização prevista entre 6h e 12h. O deslocamento de Braga Netto ao local do exame exigia escolta militar, sob responsabilidade do Comando da 1ª Divisão de Exército, conforme estabelecido na decisão do ministro.

Condenado a 26 anos por tentativa de golpe

Braga Netto foi condenado pela Primeira Turma do STF a 26 anos de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado. Segundo as investigações e o julgamento da Corte, o general integrava o chamado Núcleo 1 da trama golpista, considerado o grupo central na articulação do plano para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eleito em outubro de 2022.

O ex-ministro foi preso em dezembro de 2024 e desde então cumpre a pena na Vila Militar do Rio de Janeiro. Além de Braga Netto, o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros integrantes do Núcleo 1 foram julgados e condenados pelo STF no contexto das investigações sobre os eventos que resultaram nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Ao fundamentar sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes destacou que a Lei de Execução Penal assegura o direito à saúde a pessoas presas. O artigo 14 da legislação estabelece que a assistência à saúde, de caráter preventivo e curativo, compreende atendimento médico, farmacêutico e odontológico — direito que se aplica a todos os detentos, independentemente da natureza do crime pelo qual foram condenados.

Autor

Leia mais

Cabos do Exército durante desfile

STM mantém condenação de cabo do Exército por apresentação de documentos falsos

Há 22 horas

Três vezes Scorsese

Há 22 horas
Edifício-sede do CNJ em Brasília

Nova resolução do CNJ permite ao órgão monitorar ordens de bloqueio de créditos

Há 23 horas
Sede do TJSP

Regime prisional não retroage para desconstituir tempo de pena em regime aberto, decide TJSP

Há 23 horas

Defesa diz que 657 arquivos do celular de Vorcaro foram modificados após apreensão pela PF

Há 23 horas
Homem depredando relógio histórico no Palácio do Planalto em 8/1/23

Juiz que beneficiou réu do 8 de Janeiro escapa de inquérito no STF, mas segue sob análise do CNJ

Há 24 horas