Da Redação
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se reúne nesta segunda-feira, 17, com embaixadores de vários países para explicar como funciona a urna eletrônica brasileira.
O TSE promove hoje uma reunião com diplomatas estrangeiros que atuam no Brasil. O objetivo é mostrar, na prática, como funciona o sistema de votação eletrônica usado no país e quais etapas de segurança garantem a confiabilidade do processo.
A conversa será conduzida pelo presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques. Ele vai apresentar novamente aos convidados estrangeiros os mecanismos que cercam a urna eletrônica, explicando desde o funcionamento do equipamento até os testes e auditorias realizados antes e depois das eleições.
Não é a primeira conversa do tipo
Esse tipo de encontro já havia ocorrido antes. Em junho, o presidente do TSE se reuniu com embaixadores de 25 países para tratar do mesmo assunto, explicando como o Brasil garante transparência, fiscalização e auditoria durante as eleições.
A ideia é manter esse diálogo constante com representantes de outros países, principalmente às vésperas de um novo processo eleitoral, quando cresce o interesse internacional pelo tema.
Estados Unidos estão na lista
Um dos destaques do encontro deve ser a presença de um representante da embaixada dos Estados Unidos. A equipe diplomática americana havia procurado o setor internacional do TSE para tratar de uma possível visita ao tribunal, mas o tema específico não foi detalhado. A reunião chegou a ser adiada por causa do recesso do Judiciário e agora deve acontecer nesta segunda-feira.
Quem mais vai acompanhar as eleições
Além dos embaixadores, o TSE já confirmou a participação de várias missões internacionais de observação eleitoral. Estão confirmadas a Organização dos Estados Americanos, a União Europeia, o Parlasul, o Carter Center, a União Interamericana de Organismos Eleitorais e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
O tribunal também convidou a União Africana e a Liga Árabe para se juntarem ao grupo de observadores. Essas participações seguem regras específicas, definidas em resolução do próprio TSE, que estabelece como esses grupos devem se credenciar e atuar durante a votação.