Justiça determina a Pablo Marçal que oculte post com discriminação às religiões de matriz africana – – –
Operação Ifrit, da PF e da Receita, investiga tráfico internacional de drogas em 7 estados – – –
STF começa a julgar se municípios podem explorar loterias e apostas esportivas – – –
STJ condena mais uma desembargadora do TJBA envolvida na Operação Faroeste – – –
“Empatia e capacidade de escuta”: Corte especial do STJ homenageia ministro Og Fernandes – – –
Trabalhadora que fazia coleta de sangue garante piso salarial de auxiliar de laboratório – – –
Sequelas de fratura garantem direito ao auxílio-acidente a professora no Paraná – – –
TJSP derruba lei de Marília que flexibilizou regras sobre sacolas plásticas – – –
Plenário do STF analisa hoje (04) loterias municipais, ato obsceno e indenização por reportagem – – –
Martha Graeff é intimada pela Justiça dos EUA para depor sobre bens e negócios ligados a Vorcaro – – –
Brasil registrou de janeiro a setembro mais de 818 mil casos de violência doméstica. Segundo o Datajus, do CNJ, número é recorde.

Brasil registrou, de janeiro a setembro, mais de 818 mil processos de violência doméstica, informa CNJ

Há 1 dia
Atualizado terça-feira, 3 de novembro de 2026

Da Redação

Balanço recente divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) constatou que de janeiro até o dia 30 de setembro foram ajuizados, no total, 818.229 novos processos sobre casos de violência doméstica no Brasil. O número é recorde para os nove primeiros meses do ano e já supera os totais anuais registrados entre 2020 e 2023. As informações são do painel de violência contra a mulher do DataJud.

O levantamento apontou que os registros vêm crescendo nos últimos anos. Em 2020, foram 597.824 casos. O número subiu para 692.620 em 2021 e chegou a 916.790 em 2023. Em 2024, foram 1.014.792 processos, enquanto 2025 terminou com 1.133.894. 

Aumento de 12,1%

Na comparação com os nove primeiros meses do ano passado, quando foram registrados 842.927 casos, houve aumento de aproximadamente 12,1% em 2026.

Conforme o levantamento, o estado de São Paulo lidera o ranking no país, com 158.178 registros. Em seguida aparecem Paraná, com 94.690 casos, e Minas Gerais, com 83.762. O painel também contabiliza 837.330 movimentações relacionadas a medidas protetivas neste ano. Desse total, 521.404 foram concedidas e 70.384 negadas. O tempo médio entre o início do processo e a primeira medida protetiva foi de dois dias.

Diferentes formas de violência

Os dados do CNJ consideram processos relacionados a diferentes formas de violência contra a mulher, como lesão corporal, violência psicológica e crimes previstos na Lei Maria da Penha. Os feminicídios não entram nessa contabilização, pois são classificados separadamente. 

Um alerta feito pelo Conselho é de que os registros do DataJud representam processos que chegaram ao sistema de Justiça e não necessariamente todas as agressões ocorridas no país, já que muitas vítimas não denunciam ou não conseguem buscar atendimento. As medidas protetivas são uma das principais ferramentas para afastar agressores e evitar novas situações de violência, mas dependem do cumprimento das decisões e de uma rede de proteção que acompanhe as vítimas.

— Com informações do CNJ e Agências de Notícias

Autor

Leia mais

Empresário Pablo Marçal

Justiça determina a Pablo Marçal que oculte post com discriminação às religiões de matriz africana

Há 3 minutos
Armas e munições apreendidas durante a Operação Ifrit

Operação Ifrit, da PF e da Receita, investiga tráfico internacional de drogas em 7 estados

Há 20 minutos

STF começa a julgar se municípios podem explorar loterias e apostas esportivas

Há 28 minutos
Sessão da Corte Especial do STJ

STJ condena mais uma desembargadora do TJBA envolvida na Operação Faroeste

Há 35 minutos
Ministro Og Fernandes, do STJ, durante sessão

“Empatia e capacidade de escuta”: Corte especial do STJ homenageia ministro Og Fernandes

Há 2 horas

Trabalhadora que fazia coleta de sangue garante piso salarial de auxiliar de laboratório

Há 3 horas