Plataforma digital não responde por cancelamento de hospedagem feito por anfitrião, decide TJSP – – –
Amil vai ter que indenizar médico mantido como responsável técnico após dispensa – – –
Alimentação fornecida por mais de 25 anos não se incorpora a contrato de merendeira, decide TST – – –
Moraes autoriza retomada de grupo de oração na casa de Jair Bolsonaro – – –
STF bloqueia bens, quebra sigilos e cancela passaportes de Willer Tomaz – – –
OAB exige respeito às urnas e apuração de obstáculos ao voto – – –
Trump silencia sobre vitória de Lula após dizer que monitorava eleição brasileira – – –
Após vitória de Lula, Gilmar exalta soberania do eleitor e cobra respeito à vontade popular – – –
Presidentes dos três Poderes e do TSE falam em “diálogo, pacificação e estabilidade institucional” – – –
Vitória de Lula, segundo especialistas, foi reflexo de estratégia digital somada a mobilizações populares – – –
Ex-presidente Jair Bolsonaro atrás de muro com grades

Moraes autoriza retomada de grupo de oração na casa de Jair Bolsonaro

Há 1 hora
Atualizado segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Da Redação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das reuniões semanais de um grupo de oração na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime domiciliar humanitário, na EP 169. A decisão, assinada em 24 de outubro, libera a entrada de 13 pessoas indicadas pela defesa às quartas-feiras, a partir das 19h30.

Pedido chegou ao Supremo na véspera

O pedido foi apresentado ao gabinete do relator em 23 de outubro. Em petição encaminhada ao STF, os advogados do ex-presidente solicitaram que fosse “autorizada a retomada das reuniões do Grupo de Oração, todas as quartas-feiras”.

No mesmo documento, a defesa pediu ao Supremo a entrada dos participantes na casa “tão somente para essa finalidade”, respeitadas as condições de fiscalização, segurança e demais determinações judiciais em vigor.

Fim da suspensão de visitas

Ao fundamentar a decisão, Moraes registrou que terminou o período em que as visitas ao ex-presidente estavam suspensas. A restrição havia sido aplicada como sanção pelo descumprimento de uma condição judicial do regime domiciliar.

Segundo o ministro, o encerramento desse prazo foi reconhecido em decisão anterior, de 11 de outubro de 2026. Com isso, o relator deferiu o pedido com base no artigo 21 do Regimento Interno do STF.

A autorização vale apenas para as pessoas nominadas pela defesa na petição. A lista reúne 13 participantes, todos identificados com nome completo e número de CPF no documento enviado ao tribunal.

Segurança e fiscalização mantidas

Moraes ressaltou que todas as visitas devem seguir as medidas de segurança e as determinações legais e judiciais fixadas anteriormente no processo de execução penal do ex-presidente.

O ministro determinou que a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM) sejam comunicados imediatamente para adotar as providências cabíveis.

A decisão também prevê a intimação dos advogados constituídos, inclusive por meios eletrônicos, e a ciência da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a medida.

Pena de 27 anos em regime fechado

A execução penal (EP)169 tramita no STF e decorre da ação penal em que Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, com regime inicial fechado.

Desse total, 24 anos e 9 meses correspondem à pena de reclusão, e 2 anos e 6 meses, à de detenção. A condenação inclui ainda 124 dias-multa, calculados à razão de dois salários mínimos vigentes à época dos fatos.

Apesar do regime fechado fixado na sentença, o ex-presidente cumpre a pena em prisão domiciliar humanitária, modalidade que exige autorização judicial e regras específicas para a entrada de visitantes na residência.

Quem atua na defesa

A defesa de Bolsonaro no processo é conduzida pelos advogados Celso Sanchez Vilardi, Saulo Lopes Segall, Paulo Amador da Cunha Bueno e Luciana Lauria Lopes, entre outros profissionais constituídos.

Com a decisão, os encontros religiosos podem voltar a ocorrer semanalmente na casa do ex-presidente, desde que respeitados o horário, a lista de participantes e as regras de segurança estabelecidas pelo relator.

Autor

Leia mais

Plataforma digital não responde por cancelamento de hospedagem feito por anfitrião, decide TJSP

Há 22 minutos

Amil vai ter que indenizar médico mantido como responsável técnico após dispensa

Há 43 minutos

Alimentação fornecida por mais de 25 anos não se incorpora a contrato de merendeira, decide TST

Há 49 minutos

STF bloqueia bens, quebra sigilos e cancela passaportes de Willer Tomaz

Há 3 horas

OAB exige respeito às urnas e apuração de obstáculos ao voto

Há 3 horas
Trump com dedo sobre a boca fazendo sinal de silêncio

Trump silencia sobre vitória de Lula após dizer que monitorava eleição brasileira

Há 4 horas