PF prende ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, na terceira fase da Operação Unha e Carne – – –
Sem concessões, “Dois Procuradores” mostra o horror da opressão stanilista – – –
Reunida no Congresso, CPMI do INSS continua debatendo relatório final há mais de oito horas – – –
Moraes marca interrogatório de Eduardo Bolsonaro por videoconferência para 14 de abril – – –
STF forma maioria para derrubar liminar de Fux e manter lei fluminense sobre eleição indireta no Rio – – –
Moraes exige detalhamento de profissionais na casa de Bolsonaro – – –
Nova regra do CFM redefine uso da inteligência artificial na medicina e impõe limites éticos – – –
TJDFT afasta condenação de Nikolas Ferreira por discurso sobre pessoas trans – – –
AGU derruba autorização judicial para cultivo de cannabis medicinal em Santa Catarina – – –
Moraes impõe regras ao COAF e barra uso de relatórios financeiros em investigações informais – – –
Sem prorrogação dos trabalhos, parlamentares leem relatório da CPMI do INSS e pedem o indiciamento de 216 pessoas – – –
Auditoria do TCU sobre tentativa de compra do Master pelo BRB diz que GDF pode ter cometido “ improbidade administrativa” – – –
Operação ‘Vem Diesel’ da PF fiscaliza postos em 11 estados e no DF para identificar práticas abusivas e irregularidades na venda de combustíveis – – –
Após receber alta hospitalar, Bolsonaro passa a cumprir prisão domiciliar humanitária – – –
AMB reage com dureza à decisão do STF sobre “penduricalhos” – – –
Justiça federal encerra processo sobre manutenção de pedágios desativados no Paraná – – –
Dois são condenados por dano moral coletivo por pichação em área histórica de Santos – – –
Empresa de alimentos terá de indenizar funcionário demitido com doença de Crohn – – –
TST anula decisão do TRT-16 que descartou voto já proferido em julgamento – – –
Justiça anula eleição de Douglas Ruas para presidência da Alerj – – –
PRD e Solidariedade levam ao STF disputa sobre norma do TSE que suspende órgãos partidários – – –
TJSP condena advogado a pagar indenização de R$ 50 mil a Moraes por ofensas e falsas acusações – – –
STF derruba cautelar que prorrogava CPMI do INSS – – –
Mercado Livre é condenado a indenizar consumidor que recebeu PCs roubados e teve produtos apreendidos pela polícia – – –
Gilmar Mendes chama de “abominável” quebra de sigilo sem fundamentação na CPMI do INSS – – –
Mendonça vota para prorrogar CPMI do INSS por 60 dias – – –
Bebida champagne e roupa champagne. Nome das marcas pode ser o mesmo?  Segundo decisão do STJ, sim – – –
AGU recorre ao STF e pede esclarecimentos sobre decisão do marco temporal indígena – – –
Moraes manda Exército explicar visitas irregulares a Braga Netto na prisão – – –
STF analisa nesta quinta prorrogação da CPMI do INSS e nepotismo em cargos políticos – – –
Contribuição previdenciária não incide sobre valores pagos por empresas a planos de previdência privada, decide STJ – – –
TSE aprova registro da federação União Progressista, a quinta do país – – –
Depois de deputados, agora senadores ajuizam mandado de segurança junto ao STF pedindo CPI do Master – – –
Tribunal de Roma aceita extradição de Carla Zambelli ao Brasil; entrega depende do Executivo – – –
Vale é condenada judicialmente por danos ambientais em mais uma área de MG – – –
Decisão inédita contra big techs nos EUA pode marcar virada na regulação digital – – –
TRF1 rejeita ação do Incra e reconhece direito de família a área em assentamento rural – – –
Ex-aluna que abandonou mestrado terá de devolver R$ 70 mil de bolsa de pesquisa – – –
Piso cede durante enterro e cemitério é condenado a pagar R$ 15 mil por danos morais – – –
Justiça Federal manda poder público fornecer água potável a famílias indígenas no Paraná – – –
Senado também aprova crime de vicaricídio com pena de até 40 anos – – –
Grupo Fictor e Comando Vermelho usavam mesmo esquema de lavagem e fraude bancária, aponta PF – – –
Juiz federal considera prescrita multa aduaneira de R$ 3,6 mi por inércia da administração pública em processo – – –
STF analisa em sessão extraordinária liminar que suspende regras de eleição indireta no Rio de Janeiro – – –
STF limita “penduricalhos” e estabelece regras transitórias – – –
Júri absolve mulher que matou companheiro após suposto abuso sexual contra a filha de 11 anos em BH – – –
Prévia intimação pessoal para cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer é pressuposto para multa coercitiva, decide STJ – – –
Segue para a Câmara projeto que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação no país – – –
STF realiza primeira audiência de conciliação sobre demarcação da Terra Indígena Kayabi em Mato Grosso – – –
STF julga decisões que suspenderam os “penduricalhos” nesta quarta-feira – – –
TSE prepara planejamento estratégico de segurança para eleições 2026 com tribunais regionais de todo o país – – –
Operação Fallax, da PF, cumpre 43 mandados e 21 prisões por fraude na Caixa; principais alvos são executivos do Grupo Fictor – – –
Filmar vizinho barulhento para processo judicial não viola privacidade, decide TJ-SP – – –
TST garante estabilidade a gestantes em contratos temporários – – –
Tribunal decide que câmera na copa do trabalho não fere privacidade – – –
Tendência no STF é derrubar prorrogação da CPI do INSS decidida por Mendonça – – –
Domiciliar de Bolsonaro: saúde, lei e política explicam a decisão de Moraes – – –
TSE condena Cláudio Castro e o deixa inelegível até 2030 – – –
Lula sanciona Lei antifacção para o combate ao crime organizado no país, que passa a se chamar Lei Raul Jungmann – – –
Penhora de parte de salário de candidatos que tiveram contas de campanha rejeitadas é legítima, decide TSE – – –
STF: plenário vai julgar prorrogação da CPMI do INSS – – –
AGU garante manutenção de condenação por fraude milionária contra a Previdência Social – – –
Moraes concede prisão domiciliar humanitária temporária a Bolsonaro – – –
Moraes autoriza ressonância magnética no joelho de Braga Netto – – –
Contrato de locação com fiador não impede que o locador exerça penhor legal diante da inadimplência, decide STJ – – –
Justiça dá 10 dias para GDF e CLDF se explicarem sobre lei de socorro ao BRB – – –
Pauta cheia, que inclui situação de Castro (RJ) e criação de nova federação partidária, faz TSE realizar sessão extra esta semana – – –
TST autoriza pagamento de custas e depósito recursal por terceiros e uniformiza entendimento na Justiça do Trabalho – – –
TRF4 mantém obrigação de recuperar mina de carvão abandonada em Santa Catarina – – –
Homem é condenado a quase 30 anos de prisão por estupro, tortura e cárcere privado da namorada – – –
Confirmada absolvição de professores por abandono de aluna em excursão escolar – – –
TJDFT manda DF fornecer transporte a idoso em hemodiálise – – –
TST suspende penhora de 30% do BPC de idosa de 80 anos – – –
Presidente do TJRJ assume governo do RJ e tem prazo para convocar eleição indireta – – –
TSE pode barrar Cláudio Castro de eleição mesmo após renúncia ao governo do Rio – – –
STF concede liminar e determina que Congresso processe pedido de prorrogação da CPMI do INSS em 48 horas – – –
STF recebe nota técnica sobre verbas indenizatórias com diagnóstico de distorções fiscais e propostas de reforma – – –
TJDFT condena quatro pessoas que cederam contas para depósitos por terceiros como coautoras de crime de extorsão – – –
Uso de biometria facial para pessoa incapaz não supre exigência legal do seu curador, decide JF da 4ª Região – – –
Flávio Dino determina intimação de deputados após denúncia de irregularidades em emendas parlamentares – – –
Fachin defende pacto interinstitucional e rede nacional de magistrados no combate ao crime organizado – – –
Nova polêmica envolve uso de terras públicas para capitalização do BRB: Justiça do DF proíbe comercialização da Serrinha – – –
TJRJ mantém condenação de Crivella a R$ 100 mil por danos morais coletivos à comunidade LGBTQIA+ – – –
STF vai decidir se contribuição previdenciária patronal incide sobre 13º do aviso-prévio indenizado – – –
Moraes autoriza compartilhamento de provas contra Eduardo Bolsonaro após aval da PGR – – –
STJ indefere reclamação de defesa de tenente-coronel da PM preso por acusação de matar a esposa – – –
A CPMI do INSS pode chegar ao fim já na próxima semana em meio a impasse político – – –
Instituto da continuidade delitiva não pode ser aplicado a infrações administrativas sem autorização legal expressa, decide STJ – – –
PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar de Bolsonaro por razões humanitárias – – –
Funcionário que foi para casa com enxaqueca tem justa causa revertida – – –
TJDFT repudia ataque racista contra juízes durante evento judicial no Paraná – – –
Guerra no Irã já provoca o maior choque do petróleo da história – – –
Julgamento do caso Henry Borel começa nesta segunda-feira no Rio – – –
BTG sofre ataque hacker com desvio de R$ 100 milhões; o banco suspende operação com Pix – – –
TST barra recurso de bancária e mantém perda de função por falta de provas de retaliação – – –
Chuck Norris, lutador e lenda dos filmes de ação, morre aos 86 – – –
STJ passa a exigir contribuição previdenciária sobre terço de férias após decisão do STF – – –
Alexandre de Moraes autoriza Anderson Torres a deixar prisão para tratamento odontológico – – –
TSE fixa prazo de afastamento para auditores do TCU que desejam disputar eleições – – –
Ministro Carlos Pires Brandão, do STJ, nega HC e mantém preso o presidente da Rioprevidência  – – –

Por 4 a 1, STF condena os sete réus do núcleo de desinformação da trama golpista

Há 5 meses
Atualizado terça-feira, 21 de outubro de 2025

Da redação

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (21) os sete réus do Núcleo 4 da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O grupo, formado por militares e um agente da Polícia Federal, foi acusado de espalhar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas e atacar sistematicamente instituições democráticas e autoridades. A votação terminou em 4 a 1, com apenas o ministro Luiz Fux votando pela absolvição.

Entre os condenados estão o ex-major Ailton Barros, o major da reserva Ângelo Denicoli, o coronel Reginaldo Abreu e o engenheiro Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal. As penas variam de 7 a 17 anos de reclusão, e seis dos sete réus foram condenados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Além das penas de prisão, o grupo terá que pagar indenização mínima por danos morais e materiais coletivos, de forma solidária, no valor de R$ 30 milhões.

Maioria se forma com voto de Cármen Lúcia

A ministra Cármen Lúcia foi a quarta a votar e formou a maioria necessária para a condenação dos réus. Ao iniciar sua fala, a ministra lembrou que “democracia vive da confiança e ditadura vive da desconfiança”, em clara referência às ações do grupo que tentou minar a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro. Ela seguiu o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes, que votou pela manhã pela condenação dos sete acusados.

O ministro Cristiano Zanin foi o segundo a votar e também acompanhou o relator, rejeitando todas as preliminares de defesa. Zanin destacou que uma das características essenciais da organização criminosa é o espírito de solidariedade entre seus integrantes e ressaltou que, nos crimes contra o Estado Democrático de Direito, o mero início da execução já configura a consumação. O presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino, completou a maioria ao votar pela condenação.

O único voto divergente foi do ministro Luiz Fux, que defendeu a absolvição de todos os réus. Fux argumentou que não há conexão entre os três momentos investigados: o processo eleitoral, a operação Punhal Verde e Amarelo e os atos de 8 de janeiro de 2023. O ministro também questionou a competência do STF para julgar réus sem prerrogativa de foro e criticou o fato de o julgamento ocorrer em uma das Turmas, e não no Plenário da Corte.

Atuação estratégica das milícias digitais

De acordo com o relator da ação penal (AP) 2694, ministro Alexandre de Moraes, o “Núcleo da Desinformação” atuou de forma estratégica para desacreditar o processo eleitoral brasileiro. O ministro destacou que alguns dos réus estiveram envolvidos em cinco dos 13 atos executórios sequenciais reconhecidos pela maioria da Primeira Turma como evidência da materialidade dos crimes. Esses atos corresponderam a episódios distintos ocorridos entre meados de 2021 e 8 de janeiro de 2023.

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), os integrantes do Núcleo 4 foram responsáveis por coordenar ataques sistemáticos não apenas contra adversários políticos, mas também contra seus familiares, independentemente da idade. Militares da reserva que resistiram à ruptura institucional também foram ameaçados e constrangidos publicamente pelo grupo.

O ministro Alexandre de Moraes considerou que a ação do grupo seguia um padrão recorrente, com a contribuição direta dos réus para a atuação das chamadas milícias digitais. O objetivo era disseminar informações falsas sobre as urnas eletrônicas de forma coordenada, minando a confiança da população no sistema eleitoral e criando o ambiente propício para uma tentativa de golpe.

Papel de cada condenado na trama golpista

O ex-major do Exército Ailton Barros teve participação ativa no grupo, executando ataques virtuais direcionados ao alto escalão militar, incluindo comandantes do Exército e da Força Aérea que resistiam à ruptura institucional. Para o ministro Alexandre de Moraes, Ailton mantinha vínculos estreitos com o líder da organização criminosa, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e recebia ordens diretas do general Walter Braga Netto. Ele foi condenado a 13 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado.

Ângelo Denicoli, major da reserva do Exército, recebeu a pena mais alta: 17 anos de prisão em regime inicial fechado. De acordo com o relator, ficou comprovado que Denicoli participou da chamada “Abin Paralela” e serviu como elo entre os membros do grupo e o influenciador argentino Fernando Cerimedo. Foi ele quem forneceu o material utilizado pelo influenciador argentino Fernando Cerimedo em uma transmissão ao vivo de novembro de 2022, na qual anunciou um dossiê com supostas fraudes nas urnas eletrônicas.

O coronel do Exército Reginaldo Abreu foi condenado a 15 anos e seis meses de reclusão. Segundo as provas, ele divulgou informações falsas para adiar a divulgação do relatório de fiscalização do sistema eletrônico de votação do Ministério da Defesa. Além disso, chegou a imprimir no Palácio do Planalto cópias de um arquivo contendo a minuta de criação do “gabinete de crise” que atuaria após o golpe de Estado, no qual teria posição de destaque na assessoria de inteligência.

Abin paralela e uso ilícito de sistemas de espionagem

Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal, e Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército, tiveram suas condutas analisadas de forma conjunta pelo relator. Ambos atuaram diretamente na propagação de desinformação através da “Abin Paralela”. Foi Alexandre Ramagem, então diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), quem indicou Bormevet para a estrutura clandestina, onde atuou em conjunto com seu subordinado Giancarlo.

Os dois coletavam informações sobre alvos do governo Bolsonaro mediante o uso ilícito de ferramentas e sistemas de pesquisa contratados pela Abin, como o programa First Mile. Também ficou demonstrada a utilização de sistemas clandestinos, pagos em moedas estrangeiras, para obter informações sobre autoridades, inclusive ministros do STF. Bormevet foi condenado a 14 anos e seis meses de reclusão e também perdeu o cargo público. Giancarlo recebeu pena de 14 anos.

O tenente-coronel do Exército Guilherme Almeida foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão. Segundo o ministro Alexandre de Moraes, sua adesão ao grupo criminoso está diretamente relacionada às suas atribuições no Comando de Operações Terrestres (Coter), onde exercia funções voltadas a influenciar grupos e neutralizar ações adversas. Os autos comprovam a ligação de Guilherme com o tenente-coronel Mauro Cid, a quem enviou o link de uma live com conteúdos falsos sobre as urnas eletrônicas.

Condenação parcial de Carlos Rocha

Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, teve um tratamento diferenciado. O ministro Alexandre de Moraes votou pela absolvição por falta de provas quanto a três crimes – golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado – mas pela condenação quanto aos demais delitos. Rocha foi condenado a 7 anos e seis meses de reclusão, iniciando em regime semiaberto, mais 40 dias-multa.

Segundo o relator, as provas demonstram que Rocha falsificou documento que serviu de laudo para representação eleitoral na qual o Partido Liberal (PL) pediu a anulação da metade das urnas eletrônicas utilizadas no segundo turno das eleições de 2022. Ao elaborar o documento, Rocha sabia que não havia nenhuma irregularidade no sistema de votação e, mesmo assim, aderiu à empreitada para que a versão final do relatório continuasse a ser divulgada pelos meios de comunicação.

Contudo, o ministro não verificou nos autos nenhuma menção a Rocha sobre troca de informações com os demais membros da organização criminosa relacionadas aos outros crimes. Por ausência de provas específicas, votou pela absolvição do presidente do IVL dos crimes de golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Desdobramentos e próximos passos

Além das condenações criminais, todos os réus foram condenados ao pagamento de indenização mínima por danos morais e materiais coletivos no valor de R$ 30 milhões. O STF determinou ainda que, após o trânsito em julgado da decisão, a presidência do Superior Tribunal Militar (STM) seja comunicada das condenações dos réus Ailton Gonçalves, Ângelo Denicoli, Guilherme Marques e Reginaldo Vieira, todos militares.

Por maioria, a Primeira Turma também decidiu enviar o pedido de reabertura de investigação sobre crimes de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito envolvendo o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto.

Autor

Leia mais

PF prende ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, na terceira fase da Operação Unha e Carne

Há 2 dias

Sem concessões, “Dois Procuradores” mostra o horror da opressão stanilista

Há 2 dias
Parlamentares divulgando o relatório final da CPMI do INSS

Reunida no Congresso, CPMI do INSS continua debatendo relatório final há mais de oito horas

Há 2 dias
Eduardo Bolsonaro de terno e gravata falando num pulpito

Moraes marca interrogatório de Eduardo Bolsonaro por videoconferência para 14 de abril

Há 2 dias

STF forma maioria para derrubar liminar de Fux e manter lei fluminense sobre eleição indireta no Rio

Há 2 dias
Ex-presidente Jair Bolsonaro

Moraes exige detalhamento de profissionais na casa de Bolsonaro

Há 2 dias
Maximum file size: 500 MB