Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’ – – –
TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas – – –
TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio – – –
Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises” – – –
Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia) – – –
Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ – – –
Ministério Público reforça o Pena Justa e vai ajudar a levar centrais de vagas a todo o país – – –
AGU cria força-tarefa para acompanhar investigações sobre incêndio na UFPE e dar suporte à universidade – – –
“Não pode haver reforma contra o Poder Judiciário, mas sim com o Poder Judiciário”, diz ministro Fachin – – –
TSE manda retirar vídeos de Lula e Janja sobre cortes em programas sociais atribuídos a Flávio Bolsonaro – – –
Sede da Anvisa, em Brasília

Anvisa rejeita pedidos de registros de novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, vendidos por meio de canetas

Há 6 meses
Atualizado segunda-feira, 13 de abril de 2026

Da Redação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu pedidos de registro de três novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, feitos pelas farmacêuticas Dr. Reddy’s (Embeltah) e Cipla (Plaobes e Lirahyp), normalmente vendidos na forma de canetas emagrecedoras. A decisão foi publicada na edição desta segunda-feira (13/04) do Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a Anvisa, os medicamentos que tiveram o registro negado estavam sendo analisados por uma via chamada “desenvolvimento abreviado”. Nesse tipo de pedido, a empresa tenta aproveitar dados já existentes sobre a substância, como estudos feitos com o medicamento original, para acelerar a aprovação.

Demonstração de efeito e segurança

Mas apesar dos argumentos apresentados, a agência não aceitou os pedidos. Dirigentes da Anvisa afirmaram que o sistema do “desenvolvimento abreviado” não significa um encurtamento do caminho.

Uma vez que a farmacêutica faz a solicitação por essa via, caso seja acolhida, “ainda precisa demonstrar, com dados próprios, que o produto tem qualidade, funciona como esperado e é seguro para os pacientes. Se essas comprovações não são consideradas suficientes, o pedido pode ser rejeitado”.

Impacto sobre as “canetas”

De acordo com a decisão publicada hoje no DOU, os produtos rejeitados não poderão ser vendidos no Brasil neste momento. A publicação, entretanto, não detalha os motivos técnicos específicos para cada indeferimento, o que é comum nesse tipo de ato administrativo.

A decisão atinge diretamente possíveis novos concorrentes de medicamentos já consolidados no mercado, como as chamadas “canetas” usadas para controle do diabetes e perda de peso. Com isso, a entrada de alternativas fica adiada, o que tende a manter, no curto prazo: a concentração do mercado nas marcas já disponíveis; a oferta ainda restrita diante da alta demanda; os preços elevados desses tratamentos.

Queda de patente

A patente da semaglutida — substância de medicamentos como Ozempic e Wegovy — caiu recentemente no Brasil, encerrando um período de cerca de 20 anos de exclusividade e abrindo espaço para novas empresas entrarem no mercado.

Existem, atualmente, 17 pedidos de registro na Anvisa, mas nenhum foi aprovado até agora. A expectativa do setor é que as primeiras versões alternativas possam ser aprovadas ainda em 2026, dependendo da qualidade das informações apresentadas pelas farmacêuticas.

— Com Agências de Notícias

Autor

Leia mais

Ministro Gilmar Mendes, decano do STF, durante sessão da Corte

Gilmar Mendes arquiva inquérito contra Rogério Marinho por ‘prazo irrazoável’ e falta de provas de ‘crime de caixa dois’

Há 1 dia

TRF3 suspende liminar da Stake Brazil e restabelece efeitos da MP das apostas

Há 1 dia

TST mantém vínculo de emprego após fraude em contratos de aprendizagem e de estágio

Há 1 dia
Fachin na cadeira de presidente do STF no plenário da corte

Fachin nega a Fux acesso ao inquérito das fake news e diz que muitos documentos “dependem de análises”

Há 1 dia
Ministra Carmen Lúcia, do STF

Cármen Lúcia, do STF, é eleita presidente do grupo da AL na Comissão de Veneza (para defesa da democracia)

Há 1 dia
Sessão da Corte Especial do STJ

Penhora de verbas de natureza remuneratória pode ser admitida para pagar verbas não alimentares, decide STJ

Há 1 dia