Dino determina ações urgentes contra organizações criminosas na Amazônia – – –
Ministro Antonio Saldanha Palheiro, do STJ, se aposenta em 23/04, depois de 38 anos na magistratura – – –
STJ cassa decisão do TJSC e autoriza uso do sistema Serp-Jud para execução de título extrajudicial – – –
Paciente que teve gaze esquecida no abdômen após cirurgia recebe R$ 30 mil em indenização – – –
Soldado do exército tem prisão preventiva decretada após morte de colega em São Paulo – – –
Corregedoria Nacional de Justiça abre correição extraordinária contra desembargador do TJAL – – –
Anvisa rejeita pedidos de registros de novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, vendidos por meio de canetas – – –
Justiça do DF inicia julgamento da maior chacina do Centro-Oeste, ocorrida entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 – – –
Ramagem é preso pelo ICE nos Estados Unidos – – –
PMs condenados por omissão nos atos de 8/1 são expulsos da corporação – – –
Ex-dirigente sindical vende imóvel ao filho para fugir de dívida, mas Justiça barra a manobra – – –
Presidente do INSS é demitido e substituído por servidora de carreira da entidade – – –
Semana é de eleições em dois Tribunais: STJ e TSE – – –
Ministros do STJ que integram sindicância sugerem abertura de processo disciplinar contra Marco Buzzi – – –
TST mantém condenação e Monsanto deve pagar adicionais de insalubridade e periculosidade – – –
Papa Leão XIV responde a Trump: “Não tenho medo do seu governo” – – –
Péter Magyar derrota Orbán e encerra 16 anos de domínio na Hungria – – –
Amores impossíveis: a Osesp toca o que o coração não pode ter – – –
Defesa de Bolsonaro envia laudos médicos a Moraes e relata melhora parcial após pneumonia – – –
Ministro Fachin, do STF, libera emissão de alvarás para construções e demolições na capital paulista – – –
Mulher perde visão após demora em cirurgia e TJDFT condena DF a pagar indenização – – –
TRF3 mantém dever da União e Estado de SP de indenizarem universitária presa e torturada durante período militar – – –
Tornozeleira imediata para agressores: nova lei entra em vigor – – –
STJ suspende possibilidade de busca e apreensão de criança prevalecendo o interesse do menor sobre acordo de guarda – – –
DCTF em 2026 exige revisão imediata de rotinas e expõe falhas internas nas empresas – – –
TST aumenta indenização de operadora de telemarketing punida por apresentar atestados médicos – – –
Dino convoca audiência pública para discutir constitucionalidade de taxa de fiscalização do mercado de capitais – – –
Carla Zambelli recorre à última instância da Justiça italiana contra a aprovação do pedido de extradição feito pelo Brasil  – – –
Davi Alcolumbre marca sessão para votar veto de Lula à dosimetria das penas dos condenados pelo 8/1 – – –
Operação coordenada entre 6 estados e o DF investiga suspeitos de integrarem esquema de tráfico internacional de drogas – – –
TJSP reconhece validade de doação feita antes do nascimento de outros filhos – – –
Santander deve indenizar por cobranças indevidas enviadas por e-mail – – –
Delação de Vorcaro enfrenta exigências da PF e da PGR e pode durar meses – – –
Ipea prevê crescimento de 1,8% do PIB em 2026, mesmo com guerra no Oriente Médio – – –
EUA e Irã pretendem iniciar  negociações de paz em Islamabad, no Paquistão – – –
STF suspende julgamento com placar de 4 a 1 pela eleição indireta no Rio de Janeiro – – –
CNJ e CNMP aprovam resolução que regulamenta verbas indenizatórias de juízes e promotores – – –
Não é cabível indenização por danos morais coletivos em ação de improbidade administrativa, decide STJ – – –
Senado marca sabatina de Jorge Messias para o dia 29; relator já adianta voto favorável – – –
STJ: advogado de vítima de violência doméstica não precisa de habilitação especial para atuar no processo – – –
STF: Flávio Dino pede vista, mas ministros seguem votando sobre eleições no Rio após renúncia do governador – – –
Judiciário brasileiro enviará três magistrados para atuar na Corte IDH – – –
STJ envia caso de feminicídio em quartel ao tribunal do júri – – –
TSE marca para terça-feira eleição de nova presidência que conduzirá pleito de 2026 – – –
Colegiado do STJ define integrantes da nova diretoria da Corte e destino do ministro Marco Buzzi – – –
Aprovada pela CCJ do Senado, segue para plenário PEC que aprova fim da aposentadoria compulsória para juízes e membros do MP – – –
Operação ‘Vem Diesel’ volta às ruas para fiscalizar 55 estabelecimentos no país; foco agora é o gás de cozinha – – –
Relatório feito por IA é rejeitado pelo STJ como prova em processo penal – – –
CCJ do Senado aprova PEC que protege jornais por falas de entrevistados – – –
Celina Leão manda BRB afastar 12 dirigentes ligados à gestão anterior do banco – – –
Liminar da Justiça Federal derruba imposto de exportação de petróleo e coloca governo em xeque – – –
STF decide nesta quinta como será escolhido o novo governador do Rio – – –
STF julga sucessão no governo do Rio de Janeiro e debate entre eleição direta e indireta – – –
STJ mantém decisão que determina ao Shopping 25 de Março medidas para coibir compra e venda de produtos ilícitos por lojistas – – –
STJ afasta cálculo automático de honorários e permite fixação por equidade em caso de reunião de processos – – –
Moraes envia ao plenário do STF ação do PT sobre limites da delação premiada – – –
STJ rejeita recurso e Starlink terá de repassar ao MPF dados de 104 usuários da internet para investigação sobre pornografia infantil – – –
Moraes determina perda de cargo de militares da PMDF condenados por tentativa de golpe – – –
STF julgará nesta quarta eleição para “mandato-tampão” de governador do RJ e casos sobre meio ambiente e setor automotivo – – –
Cobrança ilegal por serviço eleitoral gratuito aumenta e leva TSE a fazer alerta para a população – – –
TSE identifica duas candidaturas fictícias nas eleições 2022, mas não consegue confirmar tentativa de fraude à cota de gênero – – –
Justiça dos EUA autoriza ofensiva global para rastrear bens de Daniel Vorcaro em mercado de luxo – – –
BRB anuncia que já entregou à PF relatório da auditoria contratada para avaliar situação do banco – – –
PF deflagra operação para apurar mais um esquema de fraudes à Previdência; desta vez, no MA e no PI – – –
TST julga dissídio coletivo de greve na Ebserh nesta quarta – – –
Mantida condenação de construtora por descumprir leis trabalhistas e normas de segurança do trabalho – – –
Ex-presidente da Vale volta ao banco dos réus por Brumadinho – – –
Bolsas europeias e asiáticas disparam com cessar-fogo entre EUA e Irã – – –
Trump suspende ataques e Estreito de Ormuz será reaberto por 15 dias; preço do petróleo cai 9% – – –
STJ condena Amil e APS a indenizar em R$ 500 mil grupo de consumidores por transferência irregular de carteiras – – –
Cármen Lúcia rejeita ação sobre aumento de pedágio na BR-040 sem analisar mérito – – –
Uma homenagem aos jornalistas pelo seu dia, por Celso de Mello – – –
STF declara trânsito em julgado de ação do núcleo da “desinformação” da tentativa de golpe de Estado – – –
Crédito de ICMS garantido por lei na cadeia de produtos agropecuários só vale para quem faz a compra – – –
STF invalida lei do Tocantins sobre registros de imóveis rurais no estado – – –
Edson Fachin parabeniza a imprensa pelo dia dos jornalistas, mas cobra responsabilidade com apuração e divulgação de conteúdo – – –
Ministério Público Eleitoral defende eleições diretas no Rio de Janeiro – – –
“Lista suja” do trabalho escravo aumentou e chega a 613 nomes, entre pessoas físicas e jurídicas – – –
Empresas devem informar funcionários sobre prevenção de câncer e HPV e dar ao trabalhador três dias para cuidar da saúde – – –
Operação Heavy Pen: PF e Anvisa combatem comércio ilegal de emagrecedores em 12 estados – – –
Estatuto dos direitos do paciente é sancionado e entra em vigor no Brasil – – –
Justiça do RJ condena Roberto Jefferson a indenizar em R$ 200 mil, policial machucada após cumprir mandado contra ele – – –
Polícias do DF, GO e SP atuam nesta terça (7) em ação coordenada para desarticular organização criminosa – – –
TJ-SP aumenta pena por feminicídio ocorrido em Itapeva – – –
Justiça derruba leis que ampliavam painéis publicitários no Distrito Federal – – –
STJ autoriza troca de sobrenome materno por nome de pais socioafetivos – – –
Governo anuncia subsídios bilionários para segurar preços dos combustíveis – – –
Moraes autoriza diminuição de 100 dias da pena de Walter Delgatti após aprovação no Enem – – –
Dissídio coletivo de greve envolvendo trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares será no dia 8/4, decide o TST – – –
Goiás e Tocantins suspendem disputa no STF e vão estudar divisa que inclui Chapada dos Veadeiros – – –
STJ julgará no próximo dia 15 o uruguaio Pedro Narbondo, condenado pela Itália por tortura e morte de quatro pessoas – – –
Rede Sustentabilidade pede ao STF aplicação da Nova Lei de Cotas no concurso da Polícia Federal – – –
TST mantém condenação de empresa que usou nome de engenheira em mais de 360 laudos técnicos sem autorização – – –
TJ-SP livra construtora de devolver 60% do valor pago em contrato antes de análise de mérito do recurso – – –
Moraes pede qualificação de irmão de Michelle e autoriza mais seguranças para Bolsonaro – – –
TJDFT lança mais de 25 recursos de acessibilidade digital no portal institucional – – –
STF derruba lei de Minas Gerais que exigia canais de denúncia de maus-tratos em embalagens de produtos para animais – – –
STF reconhece repercussão geral sobre direito de alunos com deficiência a escola integral próxima de casa – – –
CNJ determina sustentação oral síncrona como regra nos tribunais – – –
MPSP desiste de processar Monark por considerar fala dele sobre nazismo “liberdade de expressão” e não “defesa do nazismo” – – –

STF retoma julgamento sobre obrigatoriedade de inscrição na OAB para advocacia pública e imposto sobre grandes fortunas

Há 5 meses
Atualizado quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Da redação

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (6) o julgamento que discute a obrigatoriedade ou não da inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para advogados e defensores públicos que ingressaram por concurso. A decisão terá repercussão geral e deverá ser aplicada em todos os casos semelhantes que tramitam nos tribunais do país.

Até o momento, cinco ministros votaram contra a exigência de inscrição na OAB para a advocacia pública, enquanto três se posicionaram a favor. O julgamento deve ser retomado com o voto-vista do ministro Dias Toffoli, faltando ainda o voto da ministra Cármen Lúcia. O caso tramita no Recurso Extraordinário (RE) 609517, classificado como Tema 936 de repercussão geral.

Aprovação em concurso é suficiente

Para o relator do caso, ministro Cristiano Zanin, a legislação aplicável aos advogados privados difere daquela que rege a advocacia pública. Segundo seu entendimento, a autorização para atuar na área pública decorre da aprovação em concurso público, tornando dispensável a inscrição na entidade de classe.

Essa posição foi acompanhada pelo ministro Luís Roberto Barroso (aposentado) e pelos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Para eles, a OAB possui caráter privado e não deveria ter ingerência sobre carreiras estatais. “É muito perigoso subordinar uma instituição do Estado a qualquer outra que tenha interesses privados”, alertou o ministro Alexandre de Moraes durante sua manifestação.

Divergências apontam riscos do enfraquecimento das carreiras

A corrente minoritária foi inaugurada pelo ministro Edson Fachin, que defendeu tratamento isonômico entre advogados públicos e privados. Para Fachin, a advocacia é una, independentemente do vínculo empregatício, e a inscrição na OAB garantiria padrões éticos e técnicos uniformes para todos os profissionais.

O ministro Nunes Marques reforçou a divergência ao ponderar que a dispensa da inscrição poderia enfraquecer tanto as carreiras públicas quanto a própria Ordem. Segundo ele, a vinculação à OAB representa uma proteção adicional aos profissionais e à sociedade, assegurando fiscalização e aplicação de normas deontológicas.

O ministro André Mendonça também acompanhou a divergência a favor da obrigatoriedade por entender que a inscrição na OAB não representa subordinação indevida, mas sim integração a um sistema de garantias profissionais consolidado.

Proposta de solução intermediária divide opiniões

Uma terceira via foi apresentada pelo ministro Luiz Fux, que propôs critério diferenciado conforme as características de cada carreira. Segundo sua sugestão, profissionais que podem atuar simultaneamente nos setores público e privado deveriam manter a inscrição obrigatória na OAB, como forma de padronizar as regras aplicáveis.

Por outro lado, nas hipóteses em que houver impedimento legal para o exercício da advocacia privada, a obrigação de inscrição na Ordem poderia ser dispensada.

A posição intermediária de Fux reconhece as peculiaridades de cada carreira jurídica pública, evitando generalizações que poderiam prejudicar categorias específicas. A solução, contudo, dependeria de regulamentação detalhada sobre quais carreiras se enquadrariam em cada situação.

Imposto sobre grandes fortunas volta à pauta do STF após 36 anos de omissão legislativa

O Supremo Tribunal Federal (STF) também deve retomar o julgamento sobre a criação do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), tributo previsto expressamente na Constituição Federal desde 1988, mas que permanece sem qualquer regulamentação pelo Congresso Nacional após 36 anos. A discussão ocorre na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 55, ajuizada pelo PSOL, que cobra a implementação de um mecanismo considerado essencial pelos proponentes para reduzir desigualdades estruturais e promover justiça tributária efetiva no país.

Segundo cálculos técnicos apresentados na ação, o IGF poderia arrecadar aproximadamente R$ 40 bilhões anualmente aos cofres públicos, incidindo sobre patrimônios superiores a R$ 10 milhões. O partido autor da ação argumenta que o Brasil tributa grandes fortunas e patrimônios acumulados muito menos que países desenvolvidos como França e Estados Unidos, criando um sistema regressivo em que pessoas de menor renda acabam pagando proporcionalmente mais impostos que os mais ricos, invertendo completamente a lógica da capacidade contributiva prevista constitucionalmente.

O caso já conta com um voto favorável registrado do ex-ministro Marco Aurélio, que antes de se aposentar em 2021 reconheceu a omissão inconstitucional do Congresso Nacional. O ministro André Mendonça, que assumiu a cadeira deixada por Marco Aurélio no tribunal, herdou a relatoria da ADO 55, mas não poderá votar no mérito da questão, pois não participou do início do julgamento.

Congresso e governo federal contestam existência de omissão inconstitucional

O Congresso Nacional nega qualquer omissão quanto ao IGF, citando diversos projetos de lei em tramitação regular que tratam especificamente do tema. A Câmara dos Deputados informou oficialmente no processo que um projeto de lei de 2008 já estaria tecnicamente pronto para ser votado em Plenário, aguardando apenas inclusão estratégica na pauta de votações.

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestaram contrariamente ao pedido formulado pelo PSOL. Ambas as instituições alegam que a previsão constitucional do IGF seria meramente facultativa, e não obrigatória, cabendo ao legislador a discricionariedade política sobre o momento adequado e oportuno para criar o tributo, considerando o contexto econômico nacional.

Outro argumento central utilizado pela AGU e PGR é o risco concreto de fuga de capitais e investidores do país caso o imposto seja efetivamente implementado. Segundo essa tese, a tributação de grandes fortunas poderia prejudicar o ambiente de negócios, desestimular investimentos produtivos essenciais e gerar reflexos negativos sobre emprego, crescimento econômico e desenvolvimento nacional.

STF julga validade de plano de carreira que garantiu progressão e aposentadoria especial a professores

O Supremo Tribunal Federal (STF) incluiu em sua pauta o julgamento do Recurso Extraordinário com Agravo  (ARE) 1477280, que discute a constitucionalidade de leis municipais que instituíram o plano de carreira dos professores da rede municipal de Curitiba, no Paraná. As normas questionadas criaram estrutura completa de progressão funcional baseada em critérios como assiduidade, formação continuada e titulação acadêmica, além de concederem aposentadoria especial aos profissionais do magistério, permitindo redução no tempo de contribuição exigido para a aposentadoria.

A controvérsia chegou ao Supremo após a Prefeitura de Curitiba questionar judicialmente as leis na Justiça estadual, alegando que instituíram despesas públicas significativas sem prévia dotação orçamentária e sem a devida autorização do Poder Executivo municipal. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) rejeitou integralmente os argumentos apresentados pelo município, decisão que foi prontamente contestada pela prefeitura perante a Corte Suprema. O caso pode definir parâmetros importantes e vinculantes sobre limites de atuação do Legislativo municipal em matéria orçamentária e financeira

Autor

Leia mais

Dino determina ações urgentes contra organizações criminosas na Amazônia

Há 11 horas
Ministro Antonio Saldanha Palheiro, do STJ, durante sessão da 6ªa Turma

Ministro Antonio Saldanha Palheiro, do STJ, se aposenta em 23/04, depois de 38 anos na magistratura

Há 11 horas
Desembargador convocado do STJ Luís Carlos Gambogi, durante sessão na 4ª Turma

STJ cassa decisão do TJSC e autoriza uso do sistema Serp-Jud para execução de título extrajudicial

Há 11 horas

Paciente que teve gaze esquecida no abdômen após cirurgia recebe R$ 30 mil em indenização

Há 11 horas
Militar do Exército

Soldado do exército tem prisão preventiva decretada após morte de colega em São Paulo

Há 11 horas

Corregedoria Nacional de Justiça abre correição extraordinária contra desembargador do TJAL

Há 12 horas
Maximum file size: 500 MB