STF repudia menção de ministros em relatório da CPI do Crime Organizado – – –
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no STF – – –
Guerra no Oriente Médio faz juiz liberar fábrica de plásticos a suspender pagamento a bancos por seis meses – – –
Pensão alimentícia: dúvidas, conflitos e a necessidade de revisão técnica – – –
Gilmar Mendes critica CPI do Crime Organizado e chama parlamentares de “infantilóides” – – –
TST rejeita recurso de viúva de maître que morreu de covid-19 – – –
CNJ estabelece novas regras para audiências sobre casos relacionados a violência contra a mulher – – –
Homem é condenado a nove anos de prisão por maus-tratos contra 17 gatos no Distrito Federal – – –
Ministros do STF reagem a pedido de indiciamento feito pela CPI do Crime Organizado – – –
STF determina abertura de inquérito para apurar conduta de Marco Buzzi – – –
Ministros Luis Felipe Salomão e Mauro Campbell são eleitos presidente e vice do STJ para o biênio 2026-2028 – – –
Segurado que depende de cirurgia do SUS para voltar a trabalhar não pode ter auxílio-doença interrompido – – –
Entra em vigor legislação que cria a ‘Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no Âmbito do SUS’ – – –
Operação Cítrico investiga esquema criminoso de fraudes e desvio de recursos na prefeitura de Cabedelo, na Paraíba – – –
TJSP rejeita recuperação judicial do Jockey Club de São Paulo – – –
Mulher é condenada a indenizar ex-companheiro que registrou filhos de outro homem – – –
iFood não é responsável por direitos trabalhistas de entregador de empresa intermediária – – –
STF nega pedido para barrar sindicância por assédio contra ministro do STJ – – –
Relatório final da CPI do Crime Organizado pede impeachment de ministros do STF, do PGR e intervenção federal no Rio – – –
Dino determina ações urgentes contra organizações criminosas na Amazônia – – –
Ministro Antonio Saldanha Palheiro, do STJ, se aposenta no dia 23, depois de 38 anos na magistratura – – –
STJ cassa decisão do TJSC e autoriza uso do sistema Serp-Jud para execução de título extrajudicial – – –
Paciente que teve gaze esquecida no abdômen após cirurgia recebe R$ 30 mil em indenização – – –
Soldado do exército tem prisão preventiva decretada após morte de colega em São Paulo – – –
Corregedoria Nacional de Justiça abre correição extraordinária contra desembargador do TJAL – – –
Anvisa rejeita pedidos de registros de novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, vendidos por meio de canetas – – –
Justiça do DF inicia julgamento da maior chacina do Centro-Oeste, ocorrida entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 – – –
Ramagem é preso pelo ICE nos Estados Unidos – – –
PMs condenados por omissão nos atos de 8/1 são expulsos da corporação – – –
Ex-dirigente sindical vende imóvel ao filho para fugir de dívida, mas Justiça barra a manobra – – –
Presidente do INSS é demitido e substituído por servidora de carreira da entidade – – –
Semana é de eleições em dois Tribunais: STJ e TSE – – –
Ministros do STJ que integram sindicância sugerem abertura de processo disciplinar contra Marco Buzzi – – –
TST mantém condenação e Monsanto deve pagar adicionais de insalubridade e periculosidade – – –
Papa Leão XIV responde a Trump: “Não tenho medo do seu governo” – – –
Péter Magyar derrota Orbán e encerra 16 anos de domínio na Hungria – – –
Amores impossíveis: a Osesp toca o que o coração não pode ter – – –
Defesa de Bolsonaro envia laudos médicos a Moraes e relata melhora parcial após pneumonia – – –
Ministro Fachin, do STF, libera emissão de alvarás para construções e demolições na capital paulista – – –
Mulher perde visão após demora em cirurgia e TJDFT condena DF a pagar indenização – – –
TRF3 mantém dever da União e Estado de SP de indenizarem universitária presa e torturada durante período militar – – –
Tornozeleira imediata para agressores: nova lei entra em vigor – – –
STJ suspende possibilidade de busca e apreensão de criança prevalecendo o interesse do menor sobre acordo de guarda – – –
DCTF em 2026 exige revisão imediata de rotinas e expõe falhas internas nas empresas – – –
TST aumenta indenização de operadora de telemarketing punida por apresentar atestados médicos – – –
Dino convoca audiência pública para discutir constitucionalidade de taxa de fiscalização do mercado de capitais – – –
Carla Zambelli recorre à última instância da Justiça italiana contra a aprovação do pedido de extradição feito pelo Brasil  – – –
Davi Alcolumbre marca sessão para votar veto de Lula à dosimetria das penas dos condenados pelo 8/1 – – –
Operação coordenada entre 6 estados e o DF investiga suspeitos de integrarem esquema de tráfico internacional de drogas – – –
TJSP reconhece validade de doação feita antes do nascimento de outros filhos – – –
Santander deve indenizar por cobranças indevidas enviadas por e-mail – – –
Delação de Vorcaro enfrenta exigências da PF e da PGR e pode durar meses – – –
Ipea prevê crescimento de 1,8% do PIB em 2026, mesmo com guerra no Oriente Médio – – –
EUA e Irã pretendem iniciar  negociações de paz em Islamabad, no Paquistão – – –
STF suspende julgamento com placar de 4 a 1 pela eleição indireta no Rio de Janeiro – – –
CNJ e CNMP aprovam resolução que regulamenta verbas indenizatórias de juízes e promotores – – –
Não é cabível indenização por danos morais coletivos em ação de improbidade administrativa, decide STJ – – –
Senado marca sabatina de Jorge Messias para o dia 29; relator já adianta voto favorável – – –
STJ: advogado de vítima de violência doméstica não precisa de habilitação especial para atuar no processo – – –
STF: Flávio Dino pede vista, mas ministros seguem votando sobre eleições no Rio após renúncia do governador – – –
Judiciário brasileiro enviará três magistrados para atuar na Corte IDH – – –
STJ envia caso de feminicídio em quartel ao tribunal do júri – – –
TSE marca para terça-feira eleição de nova presidência que conduzirá pleito de 2026 – – –
Colegiado do STJ define integrantes da nova diretoria da Corte e destino do ministro Marco Buzzi – – –
Aprovada pela CCJ do Senado, segue para plenário PEC que aprova fim da aposentadoria compulsória para juízes e membros do MP – – –
Operação ‘Vem Diesel’ volta às ruas para fiscalizar 55 estabelecimentos no país; foco agora é o gás de cozinha – – –
Relatório feito por IA é rejeitado pelo STJ como prova em processo penal – – –
CCJ do Senado aprova PEC que protege jornais por falas de entrevistados – – –
Celina Leão manda BRB afastar 12 dirigentes ligados à gestão anterior do banco – – –
Liminar da Justiça Federal derruba imposto de exportação de petróleo e coloca governo em xeque – – –
STF decide nesta quinta como será escolhido o novo governador do Rio – – –
STF julga sucessão no governo do Rio de Janeiro e debate entre eleição direta e indireta – – –
STJ mantém decisão que determina ao Shopping 25 de Março medidas para coibir compra e venda de produtos ilícitos por lojistas – – –
STJ afasta cálculo automático de honorários e permite fixação por equidade em caso de reunião de processos – – –
Moraes envia ao plenário do STF ação do PT sobre limites da delação premiada – – –
STJ rejeita recurso e Starlink terá de repassar ao MPF dados de 104 usuários da internet para investigação sobre pornografia infantil – – –
Moraes determina perda de cargo de militares da PMDF condenados por tentativa de golpe – – –
STF julgará nesta quarta eleição para “mandato-tampão” de governador do RJ e casos sobre meio ambiente e setor automotivo – – –
Cobrança ilegal por serviço eleitoral gratuito aumenta e leva TSE a fazer alerta para a população – – –
TSE identifica duas candidaturas fictícias nas eleições 2022, mas não consegue confirmar tentativa de fraude à cota de gênero – – –
Justiça dos EUA autoriza ofensiva global para rastrear bens de Daniel Vorcaro em mercado de luxo – – –
BRB anuncia que já entregou à PF relatório da auditoria contratada para avaliar situação do banco – – –
PF deflagra operação para apurar mais um esquema de fraudes à Previdência; desta vez, no MA e no PI – – –
TST julga dissídio coletivo de greve na Ebserh nesta quarta – – –
Mantida condenação de construtora por descumprir leis trabalhistas e normas de segurança do trabalho – – –
Ex-presidente da Vale volta ao banco dos réus por Brumadinho – – –
Bolsas europeias e asiáticas disparam com cessar-fogo entre EUA e Irã – – –
Trump suspende ataques e Estreito de Ormuz será reaberto por 15 dias; preço do petróleo cai 9% – – –
STJ condena Amil e APS a indenizar em R$ 500 mil grupo de consumidores por transferência irregular de carteiras – – –
Cármen Lúcia rejeita ação sobre aumento de pedágio na BR-040 sem analisar mérito – – –
Uma homenagem aos jornalistas pelo seu dia, por Celso de Mello – – –
STF declara trânsito em julgado de ação do núcleo da “desinformação” da tentativa de golpe de Estado – – –
Crédito de ICMS garantido por lei na cadeia de produtos agropecuários só vale para quem faz a compra – – –
STF invalida lei do Tocantins sobre registros de imóveis rurais no estado – – –
Edson Fachin parabeniza a imprensa pelo dia dos jornalistas, mas cobra responsabilidade com apuração e divulgação de conteúdo – – –
Ministério Público Eleitoral defende eleições diretas no Rio de Janeiro – – –
“Lista suja” do trabalho escravo aumentou e chega a 613 nomes, entre pessoas físicas e jurídicas – – –
Empresas devem informar funcionários sobre prevenção de câncer e HPV e dar ao trabalhador três dias para cuidar da saúde – – –
Operação Heavy Pen: PF e Anvisa combatem comércio ilegal de emagrecedores em 12 estados – – –
Estatuto dos direitos do paciente é sancionado e entra em vigor no Brasil – – –
Balança da Justiça sobre códigos e martelo

Provimento recursal: por que Advogados reclamam tanto que é difícil recorrer a cortes superiores

Há 11 meses
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O Judiciário vive hoje um movimento peculiar. Enquanto os Tribunais superiores e órgãos de Controle, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), se movimentam para reforçar suas estratégias de modo a reduzir cada vez mais o acervo de processos em tramitação, os advogados se queixam das dificuldades que encontram, há anos, para apresentar recursos nessas Cortes. Há dois pensamentos diferentes e muitas críticas nas avaliações sobre o tema.

De um lado, operadores de Direito e empresas reclamam que as dificuldades para recorrer de processos nos quais atuam e para conseguir mudar decisões têm sido cada vez maiores nos Tribunais superiores. 

De outro, há juristas, ministros e até mesmo advogados que destacam a necessidade do aumento da cultura de precedentes, que propicia maior segurança jurídica ao decidir que determinado entendimento passe a valer para todas as ações sobre o mesmo caso — criando uma espécie de filtro para que o processo não seja mais julgado outra vez.

Embora em muitos seminários e encontros acadêmicos, todos se reúnam para defender a importância dos precedentes e súmulas dos Tribunais superiores, nos bastidores e em encontros mais reservados há sempre advogados que demonstram sua insatisfação. E destacam que grandes empresas vivem pressionando seus departamentos jurídicos para que apresentem recursos relacionados a processos nos quais são parte, “até o fim”.

23,18% de rejeições no STJ

Os números falam por si. Dos 66.670 recursos recebidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2024 — para citarmos apenas uma das cinco Cortes superiores — 3.100 decisões de não admissão foram formalizadas direto pela assessoria de avaliação de recursos repetitivos. Quer dizer: foram rejeitados logo que protocolados.  

Outros 15.451 não foram admitidos depois de chegarem nos gabinetes (23,18% do total). Juntos, ministros relatores não conheceram 18.551 recursos, número que corresponde a 27,83% do total de processos ajuizados no Tribunal no último ano.

Desde 2021, durante um evento online promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a ex-ministra do STJ e ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon também faz coro aos operadores de Direito para criticar os filtros. “Está difícil, não apenas para os advogados, mas para todos os cidadãos brasileiros”, disse ela.

“O Poder Judiciário cria filtros para se eximir do julgamento e o STJ tem uma série de súmulas, que nós chamamos súmulas defensivas, que contribuem ainda mais para impedir a admissibilidade dos recursos. Eu digo isto desde o período em que atuava lá”. 

“O que mais quero saber é o seguinte: Como é que um ministro pode abstrair fatos, fotos e interpretação de um contrato se não pode sequer fazer a avaliação de uma prova fotográfica que está nos autos e julgar?” criticou Eliana, que definiu a Súmula 7 como “absurda” — súmula que determina que “descabe o recurso especial para simples reexame de provas, ainda que interposto sob invocação de suposta infringência de norma processual”. 

Importância dos precedentes

Já o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Aloysio Corrêa da Veiga, tem uma explicação mais branda, voltada para a defesa das Cortes superiores apenas como órgãos para avaliar divergências jurisprudenciais.

“Casos iguais precisam ser julgados com decisões iguais. O sistema de precedentes que tem sido adotado pelos Tribunais superiores existe para agilizar os processos e garantir segurança jurídica nos julgamentos. O objetivo é uniformizar a jurisprudência e tentar resolver ao máximo a grande queixa da sociedade em relação ao Judiciário: a morosidade. É preciso que a jurisdição tenha coerência e previsibilidade”, afirmou. 

O ministro lembrou que  em 2.000, o Judiciário brasileiro tinha um estoque de 100 milhões de ações pendentes de julgamento no total. Os números foram reduzidos, mas mesmo assim, passados 24 anos, o Brasil ainda tem 85 milhões de ações pendentes de julgamento em todo o Judiciário.

“Foram criadas secretarias de aprimoramento, realizadas várias atividades e inovações, mas temos de entender que,  se ainda temos esse acervo enorme de ações pendentes, alguma coisa está errada”, frisou.

De acordo com o magistrado, é preciso que haja uma mudança de comportamento e essa mudança tem sido feita a partir das missões dos Tribunais superiores, que antes funcionavam como instâncias recursais, sem cumprir com o seu verdadeiro papel de Corte de precedentes.

 “Esses Tribunais acabavam sendo uma Corte diversa, para rejulgar as matérias, quando é preciso estabelecer dentro do Judiciário, que o que consagra esse Poder é o duplo grau de jurisdição, no primeiro e segundo graus”, acentuou.

Para o ministro, qualquer manifestação do Judiciário tem uma característica restritiva, porque haverá naturalmente uma limitação da cognição e da competência. E a função dos Tribunais superiores, de acordo com ele, é garantir efetividade da norma legal no território nacional e retirar a divergência jurisprudencial.

“Essa competência, portanto, é muito bem definida. E não cabe aos Tribunais superiores rediscutir ou julgar uma matéria. Temos a Súmula 7 do STJ e a Súmula 126 do TST, com teores semelhantes.  O que precisamos fazer é retirar a divergência jurisprudencial neste país que é um Continente e sempre terá decisões diferentes nas suas mais diversas regiões. Caso igual tem de ter uma decisão igual. Judiciário não é loteria”. 

Temas iguais, decisões diversas

Aloysio Corrêa da Veiga lembrou que houve períodos, em Tribunais Regionais do Trabalho, por exemplo, em que num mesmo andar eram julgados na mesma tarde processos sobre o mesmo tema em salas diferentes, de onde saíam decisões diferentes. “Precisávamos ter uma mudança de paradigma e a mudança foi feita a partir dos recursos repetitivos, dos incidentes de assunção de competência e dos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs)”.

De acordo com ele, essas ferramentas passaram a dar decisões tomadas com aprofundamento, com tese e força qualificada e obrigatória para, exatamente, criar esse princípio da estabilidade, previsibilidade e segurança. 

“E assim foi feito. Para que houvesse uma manifestação maior dentro da área de competência de atuação de cada Tribunal de forma a, em primeiro lugar, retirar a divergência interna. Em segundo lugar, criar garantias de que decisões que fossem de fato adotadas com um aperfeiçoamento, para que a tese tivesse profundidade dentro dessas questões repetitivas”, acentuou. 

O ministro afirmou que “caso igual não é caso parecido”. Ou seja, de acordo com ele não há um engessamento. E é preciso que haja exceção mesmo, para que os Tribunais superiores quando for necessário, possam alterar o dogma que está sendo avaliado dentro de um caso igual mas com outras peculiaridades. 

“Agora, quanto a aquilo que estamos julgando há anos, da mesma maneira, sem divergências, não há razão para resistência nem de contestação da decisão de primeiro e segundo grau. E com isso vamos retirar os recursos desnecessários. O objetivo é julgar menos e julgar melhor”, pontuou.

Problema sistêmico

Para o advogado Erich Endrillo, o problema é sistêmico. Segundo ele existe atualmente, de fato, uma tradição maior de filtrar os recursos para que os tribunais superiores não se transformem numa terceira instância da Justiça. Endrillo disse concordar que há um funil muito grande para ser admitida a análise de um recurso pelo Judiciário, mas admite que, por outro lado, existe também uma apresentação exagerada de recursos. 

“Se o sistema permite que os Tribunais façam julgamentos e o sistema recursal está previsto na lei, ele deve existir. Não podemos dizer que é o advogado que está abusando apresentando seus recursos, mas o que é preciso é entender que não se pode sobrecarregar os Tribunais superiores com recursos sobre causas que se sabe que não resultarão em uma decisão diferente”, pontuou.

Por sua vez, o advogado Marcelo Montalvão considera que o grande desafio enfrentado hoje por Tribunais Superiores, sobretudo o STJ, não está relacionado à dificuldade na admissão dos recursos, mas ao elevado volume de demandas submetidas à Corte. 

Uniformização infraconstitucional

“É essencial compreender que a função constitucional do STJ é promover a uniformização da interpretação da legislação federal infraconstitucional, e não atuar como uma simples instância revisora ou terceiro grau de jurisdição. A implementação de filtros mais eficazes é  medida necessária para preservar essa vocação constitucional”, afirmou Montalvão.

O advogado Giovanni Fialho, outro que tem muitos processos em tramitação nos Tribunais superiores, entende que os dois lados possuem argumentos válidos. “Existem duas pautas que me chamam a atenção. Em primeiro lugar, temos uma grande litigiosidade e uma linha de pensamento de parte dos advogados de que eles têm o direito absoluto de recorrer. Há o direito do advogado de recorrer sim, mas não há  direito absoluto aos recursos”, discorreu.

Por outro lado, em sua avaliação, parte dos advogados acha que os filtros processuais são muitos. “Discordo disso, porque os filtros precisam existir para que haja uma missão específica dos tribunais superiores. Por outro lado, não se pode acumular jurisprudência defensiva com esses filtros”, concluiu.

Autor

Leia mais

STF repudia menção de ministros em relatório da CPI do Crime Organizado

Há 6 horas

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no STF

Há 8 horas
Estreito de Ormuz, na costa do Irã

Guerra no Oriente Médio faz juiz liberar fábrica de plásticos a suspender pagamento a bancos por seis meses

Há 8 horas

Pensão alimentícia: dúvidas, conflitos e a necessidade de revisão técnica

Há 9 horas

Gilmar Mendes critica CPI do Crime Organizado e chama parlamentares de “infantilóides”

Há 9 horas

TST rejeita recurso de viúva de maître que morreu de covid-19

Há 10 horas
Maximum file size: 500 MB