Anvisa barra “canetas emagrecedoras” irregulares e acende alerta nacional – – –
CNJ proíbe exposições indevidas da vida privada de vítimas e testemunhas – – –
Novo pedido de vista suspende julgamento que avalia cassação da chapa eleita para governo de RR em 2022 – – –
Odair Cunha é eleito pela Câmara para vaga a ministro do TCU; nome segue agora para o Senado – – –
Moraes determina instauração de inquérito para apurar postagem de Flávio Bolsonaro com calúnia contra Lula – – –
Operação Narcofluxo: PF prende cantores e influenciadores em esquema de R$ 1,6 bilhão – – –
Justiça obriga dois municípios da Grande São Paulo a recuperar aterro irregular – – –
STJ decide por instauração de processo administrativo disciplinar contra Buzzi e o mantém afastado – – –
Professor condenado por comentário sexual sobre aluna tem recurso negado pelo TJDFT – – –
A um passo do STF: Messias recebe aval do relator no Senado – – –
Nunes Marques é eleito presidente do TSE; posse ainda não tem data marcada – – –
CPI rejeita relatório que pedia indiciamento de ministros do STF e do PGR – – –
STF repudia menção de ministros em relatório da CPI do Crime Organizado – – –
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no STF – – –
Guerra no Oriente Médio faz juiz liberar fábrica de plásticos a suspender pagamento a bancos por seis meses – – –
Pensão alimentícia: dúvidas, conflitos e a necessidade de revisão técnica – – –
Gilmar Mendes critica CPI do Crime Organizado e chama parlamentares de “infantilóides” – – –
TST rejeita recurso de viúva de maître que morreu de covid-19 – – –
CNJ estabelece novas regras para audiências sobre casos relacionados a violência contra a mulher – – –
Homem é condenado a nove anos de prisão por maus-tratos contra 17 gatos no Distrito Federal – – –
Ministros do STF reagem a pedido de indiciamento feito pela CPI do Crime Organizado – – –
STF determina abertura de inquérito para apurar conduta de Marco Buzzi – – –
Ministros Luis Felipe Salomão e Mauro Campbell são eleitos presidente e vice do STJ para o biênio 2026-2028 – – –
Segurado que depende de cirurgia do SUS para voltar a trabalhar não pode ter auxílio-doença interrompido – – –
Entra em vigor legislação que cria a ‘Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no Âmbito do SUS’ – – –
Operação Cítrico investiga esquema criminoso de fraudes e desvio de recursos na prefeitura de Cabedelo, na Paraíba – – –
TJSP rejeita recuperação judicial do Jockey Club de São Paulo – – –
Mulher é condenada a indenizar ex-companheiro que registrou filhos de outro homem – – –
iFood não é responsável por direitos trabalhistas de entregador de empresa intermediária – – –
STF nega pedido para barrar sindicância por assédio contra ministro do STJ – – –
Relatório final da CPI do Crime Organizado pede impeachment de ministros do STF, do PGR e intervenção federal no Rio – – –
Dino determina ações urgentes contra organizações criminosas na Amazônia – – –
Ministro Antonio Saldanha Palheiro, do STJ, se aposenta no dia 23, depois de 38 anos na magistratura – – –
STJ cassa decisão do TJSC e autoriza uso do sistema Serp-Jud para execução de título extrajudicial – – –
Paciente que teve gaze esquecida no abdômen após cirurgia recebe R$ 30 mil em indenização – – –
Soldado do exército tem prisão preventiva decretada após morte de colega em São Paulo – – –
Corregedoria Nacional de Justiça abre correição extraordinária contra desembargador do TJAL – – –
Anvisa rejeita pedidos de registros de novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, vendidos por meio de canetas – – –
Justiça do DF inicia julgamento da maior chacina do Centro-Oeste, ocorrida entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 – – –
Ramagem é preso pelo ICE nos Estados Unidos – – –
PMs condenados por omissão nos atos de 8/1 são expulsos da corporação – – –
Ex-dirigente sindical vende imóvel ao filho para fugir de dívida, mas Justiça barra a manobra – – –
Presidente do INSS é demitido e substituído por servidora de carreira da entidade – – –
Semana é de eleições em dois Tribunais: STJ e TSE – – –
Ministros do STJ que integram sindicância sugerem abertura de processo disciplinar contra Marco Buzzi – – –
TST mantém condenação e Monsanto deve pagar adicionais de insalubridade e periculosidade – – –
Papa Leão XIV responde a Trump: “Não tenho medo do seu governo” – – –
Péter Magyar derrota Orbán e encerra 16 anos de domínio na Hungria – – –
Amores impossíveis: a Osesp toca o que o coração não pode ter – – –
Defesa de Bolsonaro envia laudos médicos a Moraes e relata melhora parcial após pneumonia – – –
Ministro Fachin, do STF, libera emissão de alvarás para construções e demolições na capital paulista – – –
Mulher perde visão após demora em cirurgia e TJDFT condena DF a pagar indenização – – –
TRF3 mantém dever da União e Estado de SP de indenizarem universitária presa e torturada durante período militar – – –
Tornozeleira imediata para agressores: nova lei entra em vigor – – –
STJ suspende possibilidade de busca e apreensão de criança prevalecendo o interesse do menor sobre acordo de guarda – – –
DCTF em 2026 exige revisão imediata de rotinas e expõe falhas internas nas empresas – – –
TST aumenta indenização de operadora de telemarketing punida por apresentar atestados médicos – – –
Dino convoca audiência pública para discutir constitucionalidade de taxa de fiscalização do mercado de capitais – – –
Carla Zambelli recorre à última instância da Justiça italiana contra a aprovação do pedido de extradição feito pelo Brasil  – – –
Davi Alcolumbre marca sessão para votar veto de Lula à dosimetria das penas dos condenados pelo 8/1 – – –
Operação coordenada entre 6 estados e o DF investiga suspeitos de integrarem esquema de tráfico internacional de drogas – – –
TJSP reconhece validade de doação feita antes do nascimento de outros filhos – – –
Santander deve indenizar por cobranças indevidas enviadas por e-mail – – –
Delação de Vorcaro enfrenta exigências da PF e da PGR e pode durar meses – – –
Ipea prevê crescimento de 1,8% do PIB em 2026, mesmo com guerra no Oriente Médio – – –
EUA e Irã pretendem iniciar  negociações de paz em Islamabad, no Paquistão – – –
STF suspende julgamento com placar de 4 a 1 pela eleição indireta no Rio de Janeiro – – –
CNJ e CNMP aprovam resolução que regulamenta verbas indenizatórias de juízes e promotores – – –
Não é cabível indenização por danos morais coletivos em ação de improbidade administrativa, decide STJ – – –
Senado marca sabatina de Jorge Messias para o dia 29; relator já adianta voto favorável – – –
STJ: advogado de vítima de violência doméstica não precisa de habilitação especial para atuar no processo – – –
STF: Flávio Dino pede vista, mas ministros seguem votando sobre eleições no Rio após renúncia do governador – – –
Judiciário brasileiro enviará três magistrados para atuar na Corte IDH – – –
STJ envia caso de feminicídio em quartel ao tribunal do júri – – –
TSE marca para terça-feira eleição de nova presidência que conduzirá pleito de 2026 – – –
Colegiado do STJ define integrantes da nova diretoria da Corte e destino do ministro Marco Buzzi – – –
Aprovada pela CCJ do Senado, segue para plenário PEC que aprova fim da aposentadoria compulsória para juízes e membros do MP – – –
Operação ‘Vem Diesel’ volta às ruas para fiscalizar 55 estabelecimentos no país; foco agora é o gás de cozinha – – –
Relatório feito por IA é rejeitado pelo STJ como prova em processo penal – – –
CCJ do Senado aprova PEC que protege jornais por falas de entrevistados – – –
Celina Leão manda BRB afastar 12 dirigentes ligados à gestão anterior do banco – – –
Liminar da Justiça Federal derruba imposto de exportação de petróleo e coloca governo em xeque – – –
STF decide nesta quinta como será escolhido o novo governador do Rio – – –
STF julga sucessão no governo do Rio de Janeiro e debate entre eleição direta e indireta – – –
STJ mantém decisão que determina ao Shopping 25 de Março medidas para coibir compra e venda de produtos ilícitos por lojistas – – –
STJ afasta cálculo automático de honorários e permite fixação por equidade em caso de reunião de processos – – –
Moraes envia ao plenário do STF ação do PT sobre limites da delação premiada – – –
STJ rejeita recurso e Starlink terá de repassar ao MPF dados de 104 usuários da internet para investigação sobre pornografia infantil – – –
Moraes determina perda de cargo de militares da PMDF condenados por tentativa de golpe – – –
STF julgará nesta quarta eleição para “mandato-tampão” de governador do RJ e casos sobre meio ambiente e setor automotivo – – –
Cobrança ilegal por serviço eleitoral gratuito aumenta e leva TSE a fazer alerta para a população – – –
TSE identifica duas candidaturas fictícias nas eleições 2022, mas não consegue confirmar tentativa de fraude à cota de gênero – – –
Justiça dos EUA autoriza ofensiva global para rastrear bens de Daniel Vorcaro em mercado de luxo – – –
BRB anuncia que já entregou à PF relatório da auditoria contratada para avaliar situação do banco – – –
PF deflagra operação para apurar mais um esquema de fraudes à Previdência; desta vez, no MA e no PI – – –
TST julga dissídio coletivo de greve na Ebserh nesta quarta – – –
Mantida condenação de construtora por descumprir leis trabalhistas e normas de segurança do trabalho – – –
Ex-presidente da Vale volta ao banco dos réus por Brumadinho – – –
Bolsas europeias e asiáticas disparam com cessar-fogo entre EUA e Irã – – –
Trump suspende ataques e Estreito de Ormuz será reaberto por 15 dias; preço do petróleo cai 9% – – –

STF retoma conciliação sobre marco temporal

Há 1 ano
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

O Supremo Tribunal Federal retoma nesta segunda-feira (04/11) os trabalhos da Câmara de Conciliação sobre o marco temporal das terras indígenas. É a 8ª reunião do grupo sob o comando do ministro Gilmar Mendes, relator de cinco ações no STF que discutem a constitucionalidade da Lei 14.701/2023, que institui o marco temporal para demarcação dessas terras.

Na reunião desta segunda, será apresentado o entendimento do STF firmado em setembro de 2023 no Recurso Extraordinário 1017365, quando a Corte declarou a inconstitucionalidade do marco temporal. Além disso, serão apresentados entendimentos da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre o tema.

No último encontro, realizado em 23 de outubro, foram debatidos artigos da Lei do Marco Temporal aprovada pelo Congresso Nacional, em especial, trechos que debatem os critérios que definem terras tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas. A Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) apresentou uma proposta para alterar trechos da Lei que tratam sobre o processo de demarcação de terras indígenas. Eventuais contrapropostas serão debatidas nesta segunda.

Como definido pelo relator, o objetivo é “encontrar um consenso sobre medidas e propostas que garantam os direitos dos povos originários, respeitando sempre a sua pluralidade de valores e costumes, e da população não-indígena, de forma a garantir uma coesão institucional em torno de pontos mínimos que assegurem proteção e segurança jurídica a todos”.

No entanto, os termos da Câmara de Conciliação desagradou parte do movimento indígena, que se retirou da negociação por não considerar justa as condições propostas. Segundo Eloisa Machado, representante da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), a tentativa de conciliação “forçada e compulsória” reduz o próprio papel do STF na defesa dos povos indígenas do Brasil, ao não determinar a inconstitucionalidade da lei aprovada pelo Congresso. A entidade cobrou ainda uma decisão liminar do ministro Gilmar Mendes para suspender os efeitos da Lei 14.701/2023.

Diante da decisão, tomada em 28 agosto, após a primeira reunião, o chefe de gabinete do ministro Gilmar Mendes e coordenador da audiência, Diego Viegas, acusou a Apib de querer esvaziar a Comissão de Conciliação, mas afirmou que as negociações não seriam interrompidas pela ausência da entidade.  

Posteriormente, o ministro relator solicitou ao Ministério dos Povos Indígenas a indicação de um integrante para representar os indígenas nas discussões. Em 14 de outubro, o órgão indicou cinco representantes. São eles:

– Weibe Tapeba, secretário especial de saúde indígena do Nordeste;

– Eunice Kerexu, coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena Interior Sul;

– Douglas Krenak, coordenador da Funai em Minas Gerais e Espírito Santo;

– Pierlangela Nascimento da Cunha, coordenadora de políticas educacionais indígenas do Ministério da Educação do Norte;

– Eliel Benites, professor auxiliar na Universidade Federal da Grande Dourados.

Em nota, o ministério informou que entende a importância da participação indígena nas discussões e que cumpre sua missão institucional de estar presente no debate. No entanto, o órgão informou que as indicações não substituem a representação da Apib.

“O MPI reafirma o seu respeito às instituições democráticas e a importância de sua participação na Comissão Especial que reúne os três poderes da República, como uma oportunidade de reforçar os valores constitucionais, buscando a sua plena efetividade. Temos a confiança de que, como guardiã máxima da Constituição, a Corte não permitirá retrocessos em relação aos direitos indígenas e este será um espaço de diálogo para avançarmos no debate em torno de soluções que assegurem os direitos originários dos povos em relação aos seus territórios”, diz trecho da nota.

Após a indicação, a Apib divulgou nota reiterando que não participará das discussões no STF “sob o entendimento de que não foram garantidas condições mínimas e justas para sua participação”.

“A continuidade da vigência da Lei do Genocídio Indígena, que coloca os povos indígenas sob constante ameaça e violência, bem como a falta de respeito à autonomia de vontade e aos direitos constitucionais afastaram os povos indígenas desse espaço, não obstante inúmeros apelos. Sem a definição de objeto sob conciliação, corre-se o risco desse espaço, que reúne os três poderes do Estado, desemboque num cenário de “desconstitucionalização” de direitos fundamentais alçados a cláusulas pétreas pela Carta Magna de 1988”, diz trecho da manifestação.

Entenda o impasse

No STF, a tese do marco temporal foi julgada em 21 de setembro de 2023 e, por nove votos a dois, a Corte a considerou inconstitucional. O relator foi o ministro Edson Fachin. No entanto, paralelamente ao julgamento no STF, passou a tramitar no Congresso,  impulsionado pela bancada ruralista, um projeto de lei que determina um marco temporal para a demarcação das terras indígenas. O projeto foi aprovado na Câmara em 31 de maio de 2023, com 283 votos favoráveis, 155 contra e uma abstenção. Já o plenário do Senado aprovou o projeto na noite de 27 de setembro de 2023, por 43 votos a 21.

Inicialmente, o projeto foi vetado pelo presidente Lula, que tem seu governo contrário à tese. Porém, em 14 de dezembro, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente ao projeto de lei 2.903/2023, que estabelece a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas.

Depois da promulgação da Lei, o PL, o PP e o Republicanos entraram com uma ação no STF em 28 de dezembro de 2023 para garantir a eficácia do marco temporal. Os partidos alegam que o Congresso exerceu sua competência legislativa ao validar a norma.

Depois da sessão do Congresso que derrubou o veto ao marco temporal, a Apib, o PSOL e a Rede protocolaram ações no STF para garantir a prevalência da decisão do STF, pedindo que a Corte declare a lei inconstitucional.

Para as entidades, a lei constitui o maior retrocesso aos direitos fundamentais dos povos indígenas desde a redemocratização do país. Argumentam que a norma implica não só o aumento da violência contra essa população, como também afeta toda a sociedade, pois acentua a degradação do meio ambiente e a crise climática.

A Apib e os partidos destacam ainda que a lei possui outras inconstitucionalidades, como alterar a Constituição Federal por meio de lei ordinária; suprimir o direito de consulta das comunidades indígenas, previsto na Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT); e criar obstáculos ao processo de demarcação, em afronta ao princípio da eficiência e com o objetivo de impedir sua finalização.

O relator dos novos processos, ministro Gilmar Mendes, foi escolhido por meio de sorteio eletrônico. Em 22 de abril de 2024, o ministro determinou a suspensão de todos os processos que tratam da lei do Marco Temporal (14.701 de 2023) e a instauração de uma comissão especial com integrantes dos poderes Executivo e Legislativo e representantes da sociedade civil.

Os trabalhos da comissão iniciaram no dia 5 de agosto e a primeira reunião definiu o cronograma de audiências. A 2ª audiência foi realizada em 28 de agosto e em setembro as datas escolhidas foram 9 e 23 de setembro. Em outubro, as audiências de conciliação ocorreram nos dias 2, 14 e 23. Em novembro, as audiências serão realizadas nos dias 4, 11, 18 e 25.

A previsão é que a proposta final de acordo seja apresentada em dezembro. As propostas e encaminhamentos definidos serão levados aos 11 magistrados, para que possam ser analisados no julgamento das ações.

Participam da comissão os seguintes órgãos:

• Câmara dos Deputados (3 representantes)

• Senado Federal (3)

• Advocacia-Geral da União (1)

• Ministério da Justiça (1)

• Ministério dos Povos Indígenas (6)

• Fundação Nacional dos Povos Indígenas (1)

• Fórum de Governadores (1)

• Colégio Nacional de Procuradores de Estado (1)

• Confederação Nacional dos Municípios e Frente Nacional dos Prefeitos (uma vaga, indicada conjuntamente)

• Autores das ações discutidas no STF (cinco vagas, uma vaga para cada ação)

Também participam, apenas como observadores, representantes da Procuradoria-Geral da República, do Conselho Nacional de Justiça, da Ordem dos Advogados do Brasil e um membro de cada entidade admitida como terceiros interessados. Este grupo poderá participar das audiências, mas sem apresentar propostas.

 

 

Autor

Leia mais

Anvisa barra “canetas emagrecedoras” irregulares e acende alerta nacional

Há 2 horas
Sessão do CNJ de 14/04/2026

CNJ proíbe exposições indevidas da vida privada de vítimas e testemunhas

Há 2 horas
Sessãod o TSE de 14/04/2026

Novo pedido de vista suspende julgamento que avalia cassação da chapa eleita para governo de RR em 2022

Há 3 horas
Deputado Odair Cunha

Odair Cunha é eleito pela Câmara para vaga a ministro do TCU; nome segue agora para o Senado

Há 3 horas
Ministro Alexandre de moraes, do STF

Moraes determina instauração de inquérito para apurar postagem de Flávio Bolsonaro com calúnia contra Lula

Há 3 horas
A foto mostra policiais federais em ação durante a operação Overclean.

Operação Narcofluxo: PF prende cantores e influenciadores em esquema de R$ 1,6 bilhão

Há 3 horas
Maximum file size: 500 MB