Pessoas físicas podem destinar parte do que vão pagar de IR a projetos esportivos, informa Ministério do Esporte – – –
Pauta do Congresso prevê instalação de comissões, sabatina de Messias e análise do veto ao PL da dosimetria  – – –
Dino quer penas mais duras para juízes e advogados envolvidos em corrupção – – –
STJ devolveu mais de 11 mil recursos em 2025, por tratarem de temas afetados como repetitivos – – –
TSE livra prefeito, vice e vereadores de cassação e diz que desvio de recursos para cotas é possível em “casos excepcionais” – – –
STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB – – –
TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível sem cassar mandato – – –
Frases cujo contexto representa pedido de apoio para candidato podem configurar propaganda eleitoral antecipada, decide TSE – – –
Zanin mantém presidente do TJ-RJ como governador do Rio e nega pedido do PSD sobre novo presidente da Alerj – – –
Estado do Amapá é responsabilizado por direitos trabalhistas de faxineira contratada por caixa escolar – – –
Moraes nega revogação de proibição de redes sociais a Daniel Silveira – – –
TSE barra restrições da Lei Raul Jungmann (antifacção) nas eleições de 2026; presos provisórios ainda poderão votar – – –
STF confirma constitucionalidade de lei sobre compra de terras por empresas brasileiras controladas por estrangeiros – – –
Em nova reviravolta, TJDFT suspende trechos de lei que autoriza venda de imóveis públicos para salvar o BRB – – –
Ministro Gilmar Mendes, do STF, se desculpa e diz que errou por mencionar homossexualidade ao se referir a Romeu Zema – – –
Empresa vai indenizar operador por e-mails com conteúdo sexual para estimular metas de telemarketing – – –
Citação por WhatsApp é inválida em ações de estado, reafirma o STJ – – –
Presidente da Alerj pede ao STF para assumir o governo do Rio – – –
CMN endurece regras para barrar bancos de risco na garantia do FGC – – –
Moraes abre prazo para alegações finais no processo contra Eduardo Bolsonaro após réu não comparecer a interrogatório – – –
Trabalho noturno não pode ser peculiaridade de contrato esportivo e deve ser regido pela lei trabalhista, decide TST – – –
PT, PV e PCdoB pedem ao TSE para tirar do ar perfil ‘Dona Maria’, criado por IA, que ataca Lula e autoridades diversas – – –
STF cassa decisão e determina que Goiás respeite julgado sobre igualdade de gênero em concursos da PM e Bombeiros – – –
STF marca abril com campanha de neurodiversidade e Fachin reafirma compromisso com inclusão de autistas – – –
AGU ajuíza 27 novas ações contra infratores ambientais e cobra R$ 356 milhões por danos em todos os biomas brasileiros – – –
STJ determina soltura de MCs e de influencer, mas PF pede em seguida prisão preventiva do trio; entenda – – –
Justiça do Tocantins determina o arresto de mais de 21 mil sacas de soja por descumprimento de contrato rural – – –
STF decide sobre Lei do Superendividamento e determina estudos anuais do CMN quanto ao mínimo existencial – – –
TSE mantém decisão de Corte Regional e absolve prefeito sergipano de propaganda eleitoral antecipada – – –
TST valida sustentação oral eletrônica mesmo quando julgamento é convertido para modalidade presencial – – –
STF julga nesta quinta regulamentação do superendividamento e outras ações de impacto nacional – – –
BRB recebe autorização de acionistas para aporte de capital de até R$ 8,8 bi com mudanças em sua governança – – –
Moraes encaminha à PGR pedido de cirurgia no ombro de Bolsonaro – – –
STF autoriza transferência de empresário investigado no escândalo do INSS de Minas Gerais para o Distrito Federal – – –
Defesa de Bolsonaro é autorizada a coletar provas para processo do STM que avalia se ele deve perder a patente militar – – –
Mendonça pede vista e suspende julgamento de  Eduardo Bolsonaro por difamação – – –
Brasil aplica reciprocidade: diretor-geral da PF revoga credenciais de agente dos EUA – – –
Julgamento sobre mínimo existencial vai a 5 a 4 no STF; voto de Nunes Marques pode ser decisivo – – –
TRF 3 mantém suspenso crédito tributário decorrente de 10% do IRPJ e da CSLL aplicáveis a escritórios de advocacia – – –
STF inicia julgamento sobre mínimo existencial e ministros convergem para atualização pelo CMN – – –
STJ autoriza homem a retirar sobrenome do pai biológico do registro civil por abandono afetivo – – –
TRE-DF usa videochamada em Libras para atender eleitores surdos antes do fim do cadastro eleitoral – – –
MPF considera positivo PL que tipifica desaparecimento forçado de pessoa como crime autônomo no Código Penal – – –
TRF 5 reforma sentença e considera indevida suspensão de IPI sobre aquisição de insumos por cooperativa – – –
Buser no centro da disputa: lei mineira sobre fretamento coletivo e o futuro do modelo de transporte da empresa no STF – – –
Moraes esclarece que decisão sobre compartilhamento de dados do Coaf vale apenas para o futuro – – –
STF tem dois votos para manter prisão de ex-presidente do BRB – – –
Justiça do RJ considera indevida cobrança de honorários por êxito em ação que envolveu cantor Lulu Santos – – –
STF julga Lei do superindividamento e a regulamentação do mínimo existencial e outros temas relevantes nesta quarta-feira – – –
Julgamento de crime de injúria racial contra adolescente compete à vara especializada e não justiça comum, decide STJ – – –
STF começa a julgar nesta quarta-feira (22) manutenção da prisão de ex-presidente do BRB – – –
Daniel Vorcaro sentiu-se mal na prisão nesta terça-feira (22) – – –
Advogados de Bolsonaro pedem autorização para que ele possa fazer cirurgia no ombro – – –
EUA determinam que delegado brasileiro ligado à prisão de Ramagem deixe o país imediatamente – – –
Flávio Dino defende nova reforma do Judiciário – – –
TST define que motociclistas têm direito a adicional de periculosidade sem necessidade de regulamentação prévia – – –
STM mantém condenação de prestador de serviços por furto de cabos de cobre no HFA – – –
Posse dos novos dirigentes do TRF 1 acontece na próxima quinta-feira (23) – – –
CNJ afasta desembargador do TJMG por suspeitas na recuperação judicial da 123 Milhas – – –
STJ decide que em concurso de causas para aumento de pena deve prevalecer a mais gravosa para o réu – – –
Mãe de Henry Borel se entrega à polícia e volta à prisão por ordem do STF – – –
Zema reage após Gilmar Mendes pedir inclusão dele no Inquérito das Fake News – – –
Mudanças da Anac podem prejudicar passageiros em caso de atraso e cancelamento de voos, alerta MP – – –
Tribunal do Júri condena responsáveis pela maior chacina já observada no Distrito Federal – – –
Começa a tramitar na Câmara o PL que atualiza limites de faturamento do MEI e empresas do Simples – – –
Vai trabalhar no feriado de 21 de abril? Saiba seus direitos e o que acontece se você faltar – – –
Câmara acelera votação da PEC que acaba com a escala 6×1 – – –
Chave Pix com CPF garante prioridade na restituição do IR 2026 e acesso a cashback – – –
STF forma maioria para manter cassação do mandato de Rodrigo Bacellar – – –
Justiça anula contrato de banco com analfabeta funcional e condena instituição a pagar R$ 5 mil – – –
STJ nega novo recurso e mantém prisão preventiva do ex-piloto Pedro Turra – – –
TST anula decisão que considerou suspeitas testemunhas de empresa por exercerem cargo de confiança – – –
Fachin defende Judiciário firme e contido na garantia da segurança pública – – –
Brasil oficializa normas mínimas de previdência social da OIT após 16 anos – – –
Gilmar Mendes restabelece prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel – – –
Primeira presidente mulher da Ajufe toma posse em 10 de junho em Brasília – – –
Gilmar Mendes pede que Lindbergh, Gaspar e Soraya se posicionem sobre acusações na CPMI do INSS – – –
TRF 3 abre precedente e condena Eletropaulo a pagar indenização por apagões – – –
Vereador não pode entrar em hospital sem autorização para filmar, decide Justiça de SP – – –
SP tem primeira mulher no comando da Polícia Militar – – –
STF forma maioria para derrubar lei de SC que proíbe cotas raciais em universidades – – –
Vieira usa decisões de Gilmar Mendes para pedir arquivamento de representação criminal – – –
Piso salarial do magistério vale para professores temporários, decide STF – – –
TNU fixa em cinco anos prazo para pedir indenização por defeitos em imóveis do Minha Casa, Minha Vida – – –
Para o relator no Supremo, piso salarial do magistério se aplica a professores temporários – – –
Depósito judicial afasta nova cobrança de IPI, diz STJ – – –
Após conversão do cumprimento provisório, intimação do executado é obrigatória, diz STJ  – – –
STJ recebe denúncia do MPF e torna réu conselheiro do TCE-Tocantins por crimes de peculato e corrupção – – –
Empresa é condenada por obrigar vendedora a dançar no TikTok e participar de ações vexatórias – – –
TST condena usina a pagar R$ 300 mil à família de criança morta em acidente na casa disponibilizada pela empresa – – –
STF julga piso salarial do magistério para professores temporários, quebra de sigilo e compra de imóveis por empresas estrangeiras – – –
Tema nº 1.390/STJ e os precedentes que queremos: em busca de coerência, segurança jurídica e fortalecimento das instituições. – – –
Bet é condenada a devolver R$ 7 mil após suspender conta de apostador sem justificativa – – –
Justiça da Itália autoriza nova extradição de Zambelli, desta vez no caso de ameaça armada a radialista em 2022 – – –
CNJ redefine limites do nepotismo e exige prova de influência em nomeações – – –
Crimes cometidos por autoridades sem ligação com cargos são julgados no STJ? Sim, decidem ministros – – –
Radiografia inédita expõe desigualdade racial no poder político brasileiro – – –
Justiça de SP autoriza interdição do ex-presidente FHC em função da saúde frágil; filho será curador do patrimônio – – –
Operador de empilhadeira tem justa causa confirmada após ignorar ordem de retorno ao trabalho – – –
PF prende ex-presidente do BRB por propina de R$ 140 mi em imóveis ligada ao Banco Master – – –
Capitólio, sede do Poder Legislativo (Congresso) dos eUA

Trump ignora Congresso e reacende debate sobre limites do poder presidencial após ataque ao Irã

Há 10 meses
Atualizado sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Em uma decisão que reacende o debate sobre os limites do poder presidencial nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump autorizou, sem aval do Congresso, uma série de bombardeios contra instalações nucleares iranianas neste fim de semana. A ação militar, que atingiu os complexos de Fordo, Natanz e Isfahan, foi justificada pelo governo americano como resposta à escalada das tensões com Teerã, mas provocou forte reação de parlamentares, sobretudo do Partido Democrata, e colocou em xeque a legalidade constitucional do ataque. O episódio reacende dúvidas sobre até onde vai a autonomia do chefe do Executivo na condução da política externa e, principalmente, no uso da força militar sem consulta legislativa.

A Constituição dos Estados Unidos estabelece que a prerrogativa de declarar guerra pertence ao Congresso, enquanto o presidente é o comandante-em-chefe das Forças Armadas. No entanto, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, presidentes americanos têm utilizado brechas legais para ordenar ações militares de forma unilateral, alegando necessidade de resposta imediata a ameaças ou de proteção dos interesses nacionais. O caso mais recente repete o roteiro de confrontos anteriores, em que a ausência de autorização prévia do Congresso alimenta críticas sobre o desrespeito ao equilíbrio de poderes.

Diversos congressistas, principalmente democratas, classificaram o ataque como ilegal e inconstitucional. Para eles, não havia ameaça iminente que justificasse a medida extrema, e a falta de comunicação prévia desrespeitou a War Powers Resolution, lei de 1973 que regula as ações militares do Executivo. O senador Tim Kaine e o deputado Thomas Massie já apresentaram propostas para limitar os poderes de guerra do presidente, alegando que a escalada militar pode arrastar o país para um novo conflito sem o respaldo popular e parlamentar.

Por outro lado, apoiadores de Trump e parte dos republicanos defendem que a decisão foi legítima, considerando o caráter restrito e cirúrgico da operação. Segundo essa interpretação, o presidente possui margem para agir diante de ameaças urgentes, especialmente quando estão em jogo a segurança de aliados estratégicos e a proteção dos interesses americanos na região. Argumentam ainda que a rapidez da resposta foi fundamental para impedir avanços nucleares do Irã, que poderiam alterar o equilíbrio de forças no Oriente Médio.

A ação, no entanto, traz consequências de curto e longo prazo para a política externa dos EUA e para as relações com o Congresso. No campo diplomático, aumenta o risco de retaliação iraniana, dificulta esforços para a retomada de negociações nucleares e eleva a tensão com aliados europeus, que já vinham sinalizando preocupação com a escalada militar. Internamente, o episódio acirra a disputa entre Legislativo e Executivo, num momento em que parte do Congresso busca retomar o controle sobre decisões de guerra e limitar o poder da Casa Branca de agir unilateralmente.

Especialistas em direito internacional e constitucional veem o ataque como um teste aos mecanismos de freios e contrapesos do sistema americano. Segundo eles, o precedente abre margem para futuras intervenções sem debate público e sem a devida transparência democrática, fragilizando a legitimidade das ações externas dos EUA. O episódio ainda pode impulsionar propostas de reforma na legislação sobre poderes de guerra, como forma de evitar abusos e garantir maior controle parlamentar sobre o envio de tropas e uso da força.

O episódio Trump-Irã serve como alerta para a necessidade de atualização das regras que regem a participação militar americana em conflitos internacionais. O cenário evidencia a urgência de se reequilibrar os poderes constitucionais e restaurar o papel do Congresso na tomada de decisões críticas para a segurança nacional. Em meio ao aumento das tensões globais e ao risco de novas crises, o debate sobre limites ao poder presidencial deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, com impacto direto na estabilidade do sistema democrático americano.

Veja aqui quais foram as guerras em que os EUA entraram sem autorização expressa do Congresso:


1. Guerra da Coreia (1950–1953)

  • Presidente: Harry Truman
  • Detalhe: Início da intervenção militar sem declaração de guerra pelo Congresso. Truman justificou a ação com base em resoluções do Conselho de Segurança da ONU, marcando o início da tradição presidencial de contornar o Legislativo em conflitos limitados.

2. Guerra do Vietnã (1955–1975)

  • Presidente: Lyndon B. Johnson (principalmente)
  • Detalhe: A escalada se baseou na Resolução do Golfo de Tonkin (1964), que não era uma autorização formal de guerra. O Congresso só tomou ciência da real extensão das operações posteriormente.

3. Invasão do Camboja (1970) e Laos (1971)

  • Presidente: Richard Nixon
  • Detalhe: Ações secretas, realizadas sem informar ou obter autorização do Congresso, aumentando críticas sobre abuso do poder presidencial.

4. Invasão da Grenada (1983)

  • Presidente: Ronald Reagan
  • Detalhe: Tropas americanas invadiram a ilha para derrubar o regime marxista local. O Congresso foi comunicado apenas após o início da operação, violando a War Powers Resolution.

5. Bombardeio da Líbia (1986)

  • Presidente: Ronald Reagan
  • Detalhe: Ataque aéreo em resposta a atentados terroristas atribuídos ao regime de Kadhafi. Não houve consulta prévia ao Congresso.

6. Invasão do Panamá (1989)

  • Presidente: George H. W. Bush
  • Detalhe: Operação para prender o líder Manuel Noriega e garantir o controle do Canal do Panamá. Decisão unilateral, com autorização apenas posterior.

7. Guerra do Golfo (1991) – Primeira fase

  • Presidente: George H. W. Bush
  • Detalhe: Embora tenha havido autorização para o uso da força, os primeiros deslocamentos e preparativos ocorreram antes da aprovação formal do Congresso.

8. Ataques aéreos à Bósnia (1995) e Kosovo (1999)

  • Presidentes: Bill Clinton
  • Detalhe: Campanhas de bombardeio pela OTAN, lideradas pelos EUA, sem autorização formal do Congresso. Clinton usou resoluções internacionais e justificou urgência humanitária.

9. Ataques ao Sudão e Afeganistão (1998)

  • Presidente: Bill Clinton
  • Detalhe: Bombardeios contra alvos ligados à Al Qaeda após atentados em embaixadas americanas. Nenhuma autorização legislativa.

10. Invasão do Afeganistão (2001)

  • Presidente: George W. Bush
  • Detalhe: O Congresso aprovou posteriormente a “Autorização para o Uso da Força Militar” (AUMF), mas as operações iniciais começaram antes de sua promulgação formal.

11. Invasão do Iraque (2003)

  • Presidente: George W. Bush
  • Detalhe: O Congresso aprovou uma autorização, mas muitos críticos argumentam que a extensão da guerra e operações subsequentes excederam o mandato original.

12. Intervenção na Líbia (2011)

  • Presidente: Barack Obama
  • Detalhe: Bombardeios contra forças de Kadhafi, baseados em resolução da ONU, sem autorização prévia do Congresso. A decisão gerou críticas até de aliados democratas.

13. Ataques na Síria (2014 em diante)

  • Presidentes: Barack Obama, depois Donald Trump
  • Detalhe: Operações contra o Estado Islâmico, com justificativas baseadas na antiga AUMF de 2001. Não houve nova autorização formal.

14. Morte de Qasem Soleimani (Irã, 2020)

  • Presidente: Donald Trump
  • Detalhe: Ataque de drone em Bagdá, também sem aval do Congresso.

15. Bombardeio ao Irã (2025)

  • Presidente: Donald Trump
  • Detalhe: Novo episódio polêmico, com ação militar direta sem autorização prévia.

Autor

Leia mais

imagem mostra cédulas, em ilustração para as atividades da economia

Pessoas físicas podem destinar parte do que vão pagar de IR a projetos esportivos, informa Ministério do Esporte

Há 8 minutos
Foto da fachada do congresso nacional, que derrotou o governo ao rejeitar aumento do IOF

Pauta do Congresso prevê instalação de comissões, sabatina de Messias e análise do veto ao PL da dosimetria 

Há 14 minutos

Dino quer penas mais duras para juízes e advogados envolvidos em corrupção

Há 5 horas
Sede do Superior Tribunal de Justiça

STJ devolveu mais de 11 mil recursos em 2025, por tratarem de temas afetados como repetitivos

Há 3 dias
Ministro André Mendonça, do STF

TSE livra prefeito, vice e vereadores de cassação e diz que desvio de recursos para cotas é possível em “casos excepcionais”

Há 3 dias
Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa

STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB

Há 3 dias
Maximum file size: 500 MB