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TJRJ paralisa operação de plataforma de apostas clandestina no Rio de Janeiro

Há 4 meses
Atualizado quarta-feira, 8 de julho de 2026

Da Redação

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro conquistou vitória judicial contra plataforma ilegal de apostas esportivas que atuava sem permissão da autarquia estadual responsável pelas loterias. A empresa Digital Dreams Soluções Tecnológicas utilizava fraude documental para simular autorização legal e captar apostadores desavisados.

A 7ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e Cidadania identificou que a empresa criava documentos falsos simulando aprovação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). O esquema incluía apropriação indevida da identidade visual institucional da autarquia para transmitir credibilidade aos usuários.

Conforme demonstrado na ação civil pública, a empresa havia sido formalmente rejeitada durante processo de credenciamento promovido pela Loterj. Mesmo após a inabilitação, continuava operando com aparência de legitimidade através dos documentos fraudulentos e apropriação da marca institucional.

Decisão judicial bloqueia operação da rede ilegal

O juiz determinou a suspensão imediata de todas as atividades de apostas conduzidas pela empresa e seus sócios envolvidos no esquema. A medida judicial também autoriza identificação de pessoas responsáveis pelos domínios eletrônicos utilizados na operação.

Foram bloqueados os acessos aos websites investigados e proibida a criação de novas plataformas de apostas sem autorização expressa do poder público. As instituições financeiras foram obrigadas a suspender processamento de pagamentos vinculados às plataformas ilícitas.

Rede complexa de operações foi desarticulada

A investigação revelou estrutura sofisticada envolvendo múltiplos websites de apostas coordenados estrategicamente. Empresas de fachada e pessoas físicas integravam rede organizada para manter continuidade operacional e dificultar rastreamento das atividades ilícitas.

A desarticulação da rede inclui ações contra todos os responsáveis identificados pelas investigações. O Ministério Público mantém comprometimento com proteção dos consumidores contra esquemas fraudulentos que utilizam falsa aparência de legitimidade institucional.

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