Da Redação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem pela primeira vez uma mulher no cargo de secretária-geral da Presidência da Corte. Trata-se da juíza de Direito Maria Paula Cassone Rossi, nomeada na última semana. Pós-doutora em democracia e direitos humanos, ela atua como juíza auxiliar da Presidência desde 2022.
De 2020 a 2022 Ana Paula Rossi atuou como juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça e, antes disso, como juíza instrutora no gabinete da ministra Maria Thereza de Assis Moura no próprio STJ. Ela é magistrada do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) desde 1999.
Olhar para direitos humanos
“Recebo, com muita honra, a oportunidade de contribuir com a gestão administrativa do Tribunal da Cidadania”, afirmou, sobre sua nova função. “A presidência do ministro Herman Benjamin mantém, em sua essência, um olhar voltado, precipuamente, aos direitos humanos, à equidade de gênero e raça e à proteção dos vulneráveis e hipervulneráveis. Trago comigo a expectativa de que seja um período de consolidação de todo o trabalho desenvolvido ao longo deste biênio”, acrescentou.
À Secretaria-Geral da Presidência incumbe o exercício das atividades de apoio administrativo à execução das funções do presidente, bem como a assessoria no planejamento e na fixação das diretrizes para a administração do Tribunal.
Unidades administrativas
Isto, dentre outras atribuições previstas em lei e no Regimento Interno do STJ, inclusive no que concerne às funções de auditoria e de representação oficial e social da Corte.
Além disso, sete unidades administrativas são ligadas diretamente à Secretaria-Geral: Comunicação Social; Jurisprudência; Cultura e Memória; Assessoria para Assuntos Funcionais de Magistrados; Cerimonial e Eventos; Assuntos Parlamentares; e Assessoria de Inteligência Artificial.
— Com informações do site do STJ