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Ministro Marco Aurélio Buzzi, do STJ, que está afastado

STJ ouvirá, na próxima semana, 22 pessoas em investigação que apura denúncia contra Marco Buzzi

Há 5 meses
Atualizado sexta-feira, 5 de junho de 2026

Da Redação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) programou para a próxima quinta-feira (11/06) a tomada de depoimento de 22 pessoas dentro da investigação sobre o procedimento que investiga denúncias contra o ministro da Corte Marco Aurélio Buzzi, de importunação sexual.

Foram chamadas a depor as duas mulheres que fizeram a acusação — uma jovem filha de amigos da família do magistrado — e uma servidora do Judiciário que trabalhou no gabinete dele. Além delas, outras 20 pessoas vão depor como testemunhas de defesa e de acusação.

Processo administrativo

Buzzi foi afastado do cargo pouco tempo depois das denúncias e passou a ser alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD) após ter sido denunciado pelas supostas vítimas.

Ele também é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa um dos casos na esfera criminal. Por ser ministro do STJ, o ministro tem foro privilegiado no STF.

Defesa nega denúncias

Desde o surgimento das acusações, a defesa de Buzzi tem argumentado que o magistrado não cometeu qualquer ato impróprio e que isso será provado no decorrer da investigação.

Em nota divulgada recentemente, seus advogados declararam que atuarão com “serenidade, responsabilidade e respeito às instituições e às pessoas envolvidas”. Informaram também que foram indicadas 30 testemunhas pela defesa, das quais foram admitidas 16 pela comissão responsável pela investigação no STJ.

— Com informações do STJ e Agências de Notícias

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