STJ moderniza serviço de emissão de certidões para maior segurança e acessibilidade aos jurisdicionados – – –
Operação Faroeste: STJ condena desembargadora e juiz por venda de decisões em disputa de terras na Bahia  – – –
Lula aceita 19 condições de Flávio para abertura de sigilos e cobra reciprocidade – – –
STF decide que imunidade de ITBI na integralização de capital vale para empresas imobiliárias – – –
Bancada do PT na Câmara pede ao STF suspensão da transferência da ilha de Richarlison a advogado Willer Tomaz – – –
STF confirma exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da Cofins – – –
MPSP pede à Justiça condenação de Eduarda Campopiano por crime de transfobia contra Erika Hilton – – –
Depois do TSE e da ANPD, ONU também se posiciona sobre atuação da Meta nas eleições brasileiras – – –
Possibilidade de TSE suspender canais políticos de WhatsApp causa polêmica e tumultua a Corte – – –
Lula sanciona lei que perdoa dívidas do MEI e amplia teto de faturamento para R$ 140 mil – – –

Moraes segue parecer da PGR e arquiva duas ações contra políticos acusados de incitação aos atos de 8/1

Há 4 meses
Atualizado terça-feira, 30 de junho de 2026

Por Hylda Cavalcanti

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou duas investigações contra políticos por postagens nas redes sociais que apresentavam supostas incitações aos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Foram eles o deputado federal André Fernandes (CE) e a ex-deputada federal e pré-candidata Sílvia Waiãpi (AP). 

Os dois foram acusados de incitar os atos de depredação às sedes dos três Poderes em Brasília por meio de conteúdos publicados na véspera e no dia dos fatos. 

Republicação de conteúdos

Em relação a Sílvia Waiãpi, conforme relatório com investigação feita pela Polícia Federal sobre o caso, a conduta dela poderia se enquadrar como “crime de opinião”. Só que como Sílvia não possuía imunidade parlamentar na época, seria necessária uma investigação em primeira instância. 

Já o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a ex-deputada, afirmou que a postagem dela teve como base “apenas uma republicação de conteúdo amplamente divulgado sobre os atos de 8 de Janeiro e após a execução desses”.

Sem demonstração de influência

No tocante a Fernandes, o relatório da PF informou que o parlamentar incitou publicamente a prática de crime com postagens que “apoiaram a depredação de patrimônio público e deram publicidade aos atos criminosos”. 

Mas no parecer apresentado pela PGR sobre a posição do parlamentar em relação ao episódio, foi ressaltado que apesar de as publicações influenciarem comportamentos que poderiam levar a um crime, não era possível demonstrar o nível de influência de Fernandes, motivo pelo qual foi solicitado o arquivamento do inquérito.

“Serenidade e respeito”

A ex-deputada Sílvia Waiãpi disse, por meio dos seus advogados, que recebeu a decisão com “serenidade e respeito às instituições”. 

Acrescentou, ainda, que a decisão representa o reconhecimento de que não estavam presentes pressupostos jurídicos necessários para a continuidade da investigação. A assessoria de André Fernandes não se manifestou até agora.

Autor

Leia mais

Sede do STJ

STJ moderniza serviço de emissão de certidões para maior segurança e acessibilidade aos jurisdicionados

Há 12 horas
Sessão da Corte Especial do STJ

Operação Faroeste: STJ condena desembargadora e juiz por venda de decisões em disputa de terras na Bahia 

Há 12 horas
Presidente Lula (PT) e senador Flávio Bolsonaro (PL)

Lula aceita 19 condições de Flávio para abertura de sigilos e cobra reciprocidade

Há 12 horas

STF decide que imunidade de ITBI na integralização de capital vale para empresas imobiliárias

Há 12 horas
Vista aérea de Angra dos Reis (RJ)

Bancada do PT na Câmara pede ao STF suspensão da transferência da ilha de Richarlison a advogado Willer Tomaz

Há 13 horas

STF confirma exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da Cofins

Há 13 horas